Esse aí é meu livrinho. Amanhã, às 7 della matina, vou falar sobre ele no Bom dia Campo, no Canal Rural.
quem quiser ler, pode fazer o download no site http://www.andefedu.com.br/publicacoes/livros
Quem quiser o livro em papel, pode pedir pelo email andef@andef.com.br. Mas a prioridade é para escolas etc.
Empresas, secretarias de educação e de agricultura interessadas em publicar e acrescentar suas logomarcas podem entrar em contato pelo mesmo email. O importante é que chegue de graça para a molecada.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
PEQUENAS HISTÓRIAS DE PLANTAR E DE COLHER!
Um livro de graça na internet e ainda mais para a criançada não é sempre que aparece. Esse livro da nossa colega Ruth Helena Bellinghini vale à pena ser divulgado:
Esse aí é meu livrinho. Amanhã, às 7 della matina, vou falar sobre ele no Bom dia Campo, no Canal Rural.
quem quiser ler, pode fazer o download no site http://www.andefedu.com.br/publicacoes/livros
Quem quiser o livro em papel, pode pedir pelo email andef@andef.com.br. Mas a prioridade é para escolas etc.
Empresas, secretarias de educação e de agricultura interessadas em publicar e acrescentar suas logomarcas podem entrar em contato pelo mesmo email. O importante é que chegue de graça para a molecada.
Esse aí é meu livrinho. Amanhã, às 7 della matina, vou falar sobre ele no Bom dia Campo, no Canal Rural.
quem quiser ler, pode fazer o download no site http://www.andefedu.com.br/publicacoes/livros
Quem quiser o livro em papel, pode pedir pelo email andef@andef.com.br. Mas a prioridade é para escolas etc.
Empresas, secretarias de educação e de agricultura interessadas em publicar e acrescentar suas logomarcas podem entrar em contato pelo mesmo email. O importante é que chegue de graça para a molecada.
terça-feira, 16 de abril de 2013
PARQUE DA CHAPADA DOS GUIMARÃES COMEMORA 24 ANOS
Administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães foi criado por decreto presidencial em 12 de abril de 1989. Fica nos municípios de Cuiabá e Chapada dos Guimarães e tem 332,7 mil hectares. Protege uma grande variedade de vegetação, além de pelo menos 44 espécies de peixes, 242 de aves e 76 de mamíferos, catalogadas até 2008. Abriga ainda as nascentes de dois importantes rios do estado, o Coxipó e o Manso.
Turismo e pesquisa científica
A diretora do parque, Cintia Brazão, lembrou que a unidade de conservação foi criada para proteger as amostras dos ecossistemas nela existentes: "O parque abriga sítios arqueológicos e espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção e endêmicas (exclusivas do local). Por isso, não atrai apenas turistas, mas também muitos pesquisadores”, ressaltou ela.
De acordo com Brazão, somente no ano passado, o parque recebeu cerca de 90 mil visitantes, principalmente nos períodos de férias escolares – janeiro, julho e dezembro. Além disso, foi autorizada a realização de centenas pesquisas científicas no interior da unidade de conservação.
Atualmente, estão abertos à visitação o Mirante do Véu de Noiva, o Circuito das Cachoeiras, a Casa de Pedra e o Morro de São Jerônimo. Exceto o Mirante Véu de Noiva, os demais atrativos necessitam de agendamento prévio com guias ou condutores autorizados pelo parque (veja lista no Guia de Visitantes no site da UC).
Por semana, esses atrativos recebem cerca de 2.500 turistas, segundo a administração. Outros pontos turísticos encontram-se fechados para obras de reestruturação. A previsão é que até a Copa do Mundo de 2014 eles estejam liberados para o acesso aos visitantes.
Parques da Copa
A UC vai ganhar três obras. Uma delas será a reestruturação da guarita que dá acesso ao parque, que deve custar R$ 325 mil. As outras obras previstas são a reestruturação das trilhas e a construção do centro de visitantes, no valor de R$ 2,1 milhões, e a infraestrutura da Cidade de Pedra e do Paredão do Eco, orçada em R$ 3 milhões. Os projetos estão em fase de licitação.
Após o término dessas obras, os pontos deverão ser reabertos à população. "Acreditamos que até a Copa estaremos preparados para receber os turistas que vêm conhecer a cidade", disse a chefe do parque, Cíntia Brazão, ao lembrar que a unidade de conservação está incluída no programa Parques da Copa, dos ministérios do Turismo e do Meio Ambiente.
Facilidades aos visitantes
A sede administrativa do parque fica no Km 50 da rodovia MT-251. Oferece uma série de facilidades para os visitantes, que incluem estacionamento, banheiros e um auditório, normalmente utilizado para receber escolas e palestras.
A 550 metros da entrada, está o mirante do Véu da Noiva, a principal cachoeira do parque. O caminho até o mirante tem um tablado que facilita o acesso dos turistas. A entrada é gratuita e o parque fica aberto todos os dias da semana, entre às 9h e às 16h.
Serviço:
Parque Nacional da Chapada dos Guimarães
Rodovia Emanuel Pinheiro(MT-251) - Km 50, Chapada dos Guimarães - MT
Aberto diariamente, das 9h às 16h
Entrada franca
Telefone: (65) 3301-1133
Comunicação ICMBio
Rodoanel Norte, obra ilegal, na contramão da mobilidade urbana sustentável
Debate “Plano Diretor Estratégico: a cidade que temos, a cidade que queremos” destacará discussão sobre Rodoanel Norte. Dia 20/4 no CEU Jaçanã
No próximo dia 20 de abril a população de São Paulo está convidada a participar de um debate no CEU Jaçanã que, entre outros temas, trará a público a importante discussão sobre a obra do trecho norte do Rodoanel, o maior projeto viário em curso na cidade de SP.
Esta rodovia de R$ 6,5 bilhões passará a apenas 11 km do centro da cidade. Além do impacto ao meio ambiente na Serra da Cantareira, a obra não atende às necessidades de mobilidade urbana da cidade e será mais um estímulo ao uso do automóvel particular. Os trabalhos foram iniciados em março passado, no município de Arujá, mas na cidade de São Paulo a obra contraria o Plano Diretor e não poderia ser construída antes da revisão do plano, cujas audiências devem começar em junho.
A obra do Rodoanel trará impactos ambientais, sociais (desapropriações) e para a mobilidade urbana da cidade de SP como um todo. Para o especialista em trânsito Horácio Figueira, é uma obra rodoviarista, indutora de maiores congestionamentos, que não atende a nenhuma solução de transporte público.
O mais grave é que se trata de uma obra ilegal. É o que aponta o parecer do promotor de Justiça do Estado Daniel Fink, que recomenda que todas as licenças devem ser cassadas e a obra suspensa.
Todas as interferências do Rodoanel Norte sobre o novo Plano Diretor de São Paulo serão abordadas durante o debate que acontece neste sábado, no CEU Jaçanã.
Plano Diretor Estratégico: a cidade que temos, a cidade que queremos
Debate no dia 20 de abril, sábado, às 14 horas
Local: CEU Jaçanã: rua Antonio Cesar Neto, nº 105 - Jaçanã, São Paulo
Debatedores convidados: Nabil Bonduki, José Américo e Francisco Macena
Organização: Subprefeitura de Jaçanã/Tremembé
Informações: http://rodoanelnorte.wordpress.com/
domingo, 14 de abril de 2013
A Petrobras e o Caso Itatinga: a contaminação que começou nos anos 70 e continua até hoje, fazendo vítimas fatais
"O caso apresentado pela Associação de Combate aos Poluentes Orgânicos Persistentes (ACPO) envolve o despejo de resíduos de petróleo pela Petrobras nos anos 70. Jeffer Castelo Branco, representante da associação no encontro, contou ao Fase Notícias sobre a prática adotada pela estatal naquela época, mas que ainda hoje gera efeitos negativos para a saúde coletiva.
Na área em que hoje fica o bairro de Itatinga, havia um terreno descampado há cerca de trinta anos. Ali, a Petrobras abriu uma grande fossa e começou a despejar os resíduos da extração de petróleo sem qualquer cuidado com o armazenamento. O tempo passou, o terreno foi loteado e virou um bairro residencial.
Há pouco tempo [2006], um morador percebeu que havia manchas pretas em seu quintal. Outro, durante uma obra em sua casa, viu ocorrer uma pequena explosão de gás em sua sala. Assustados, os moradores começaram a promover denúncias. Chamaram a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e obtiveram laudos técnicos comprovando a existência de quantidades expressivas e preocupantes de resíduos tóxicos e cancerígenos.
Paralelamente, surgiu a suspeita de que os índices significativos de doenças no bairro tivessem a ver com os resíduos. Iniciou-se um diálogo com a Petrobras, que disponibilizou um médico para consultas mensais. Mas, segundo a ACPO, os exames não eram entregues aos cidadãos; e os médicos se preocupavam mais em afirmar que as doenças não tinham relação com os resíduos.
Um dos fatos mais dramáticos e recorrentes tem sido o nascimento de crianças com debilidades físicas. Hoje, como já se tornou impossível para a Petrobras negar o impacto que provocou, ela vem propondo aos moradores de Itatinga comprar seus imóveis a preços muito abaixo do valor.
Ocorre que os muitos danos à saúde já provocados demandam reparação, e a venda dos imóveis não pode – e nem deveria – cobrir estes gastos. Portanto, a ACPO ajuizou uma ação civil pública contra a Petrobras, exigindo o custeio dos tratamentos de saúde da população afetada pelos seus resíduos. “Queremos que o juiz dê parecer favorável ao pedido de que a Petrobras pague a assistência à saúde destas pessoas. Se o juiz não entender isso, não sabemos mais a quem recorrer, talvez só mesmo a um tribunal internacional de direitos humanos”, diz Jeffer Castelo Branco.
Vale acrescentar que a Petrobrás trabalha sem a autorização ambiental do município faz 3 anos.
Fonte:http://www.fase.org.br/v2/pagina.php?id=2255
Foto postada pelo vereador Gleivison Gaspar, por ocasião da vistoria, em março de 2013: https://www.facebook.com/professorgleivison
Mais informações nestes links:
Notícia de 2009: http://www.amaitatinga.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=59%3Apetrobras-negocia-para-retirar-mais-72-familias-de-area-contaminada-no-itatinga&catid=35%3Anoticias
Notícias de 2012: http://www.imprensalivre.com/novosite/noticia/13214/moradores-de-area-condenada-do-itatinga-cobram-providencias-da-petrobras/
http://www.costanorte.com.br/blog/editorias/cidades/sao-sebastiao/prefeitura-de-sao-sebastiao-embarga-area-da-petrobras-por-risco-de-contaminacao
Audiências na Câmara sobre o caso Itatinga, em 2013:
http://favoritoregional.blogspot.com.br/2013/03/o-caso-itatinga-i.html
http://favoritoregional.blogspot.com.br/2013/03/o-caso-itatinga-ii.html
http://favoritoregional.blogspot.com.br/2013/03/o-caso-itatinga-iii.html
sexta-feira, 12 de abril de 2013
ICMBIO SELECIONA BOLSISTAS PARA APOIO A PESQUISA
ICMBIO SELECIONA BOLSISTAS PARA APOIO A PESQUISA
Fernando Pinto
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) acaba de divulgar a quarta chamada de seleção de bolsistas, nas modalidades Apoio Científico e de Apoio Técnico Científico, para atuar na Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio), no âmbito do Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para Biodiversidade (Probio II). Para acessar o edital, clique aqui.
Os aprovados vão desenvolver trabalhos relacionados à avaliação do estado de conservação das espécies da fauna brasileira, elaboração e implementação dos planos de ação para a conservação das espécies ameaçadas, monitoramento do estado de conservação da biodiversidade em unidades de conservação e fortalecimento e estruturação dos centros de pesquisa e conservação do Instituto.
O processo de seleção terá duas etapas: análise de currículos e entrevista. Os interessados devem enviar os currículos (com a respectiva documentação solicitada no Edital) para o e-mail dibio.bolsas.probio@icmbio.gov.br, até o próximo dia 21. Os candidatos selecionados receberão um comunicado eletrônico da Fundação de Empreendimentos, Pesquisa e Desenvolvimento Institucional, Cientifico e Tecnológico do Rio de Janeiro (FEMPTEC). A relação dos candidatos será divulgada na página eletrônica do ICMBio.
Probio II
O Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF) realizou uma doação por meio do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial) para financiar o Probio II. A iniciativa visa a contribuir de forma significativa para a redução da perda da biodiversidade e é executada por meio de parceria entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e a Caixa Econômica Federal.
Para a implementação do projeto, foram estabelecidas parcerias estratégicas com o ICMBio, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Ministério da Ciência e da Tecnologia (MCT), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Comunicação ICMBio
Treinamento prepara início do Inventário Florestal Nacional no Rio Grande do Sul
As equipes que vão percorrer o Rio Grande do Sul para levantar a qualidade e a quantidade das florestas do estado já estão em treinamento. A capacitação é promovida na cidade de Frederico Westphalen pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que coordena a realização do Inventário Florestal Nacional (IFN) no país.
O curso ocorre até terça-feira, 16/04, com o objetivo de preparar os profissionais para ir a campo e coletar as informações do estado do Rio Grande do Sul que formarão o Inventário Florestal Nacional.
Durante as aulas teóricas e práticas que somarão oito dias, os técnicos vão conhecer melhor o Inventário e sua metodologia, ter informações sobre como planejar o trabalho em campo, saber que dados precisam ser coletados e como fazer isso, além de ter a oportunidade de simular o trabalho em áreas florestais para que o levantamento seja bem-sucedido.
A capacitação é voltada a 17 técnicos da empresa Saltus Consultoria Ambiental e Florestal, que venceu a licitação pública para realizar o IFN em parte do RS. No estado, o Inventário é viabilizado com recursos do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), operados por meio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Na prática
As orientações recebidas no treinamento serão usadas para realizar o Inventário no estado, que abrangerá cerca de 200 pontos distribuídos pelo noroeste gaúcho, cobrindo uma área de 65 mil quilômetros quadrados que representa aproximadamente 25% do Rio Grande do Sul. “Priorizamos esta região por apresentar alta ocorrência de florestas no estado”, diz o gerente de Informações Florestais do SFB, Daniel Piotto. Os pampas serão incluídos no IFN posteriormente.
O trabalho em campo consistirá na coleta de informações sobre cobertura florestal, espécies de árvores, diâmetro e altura delas, condição fitossanitária, entre outros. Esses dados mostrarão como está a biodiversidade das florestas do estado, se essas florestas estão fragmentadas ou não e onde a vegetação é mais recente, em decorrência de atividades humanas, e onde é mais antiga, por exemplo.
Por meio do IFN, serão geradas e disponibilizadas informações sobre o estado das florestas brasileiras, úteis para planejar o uso dos recursos florestais e definir políticas públicas de uso e conservação, conforme a realidade das diferentes regiões do país. O Rio Grande do Sul é o quarto estado a iniciar o Inventário, após o Distrito Federal, Santa Catarina e Paraná.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
ANA formula Plano de Gestão do Sistema Aquífero Urucuia
Em setembro a Agência Nacional de Águas (ANA) prevê o lançamento do Plano de Gestão Integrada e Compartilhada do Sistema Aquífero Urucuia, que será importante principalmente para a bacia do rio São Francisco como um todo, envolvendo os Estados e a União, já que a vazão do Velho Chico depende do aquífero. Além disso, entre 50% e 90% das vazões médias dos rios do oeste da Bahia – região caracterizada pela forte atividade agropecuária – precisam das águas subterrâneas do Urucuia para sua manutenção.
A área de afloramento do Sistema Aquífero Urucuia vai do sul do Piauí ao noroeste de Minas Gerais, passando pelo sul do Maranhão, nordeste do Tocantins e oeste da Bahia. O SAU contribui para duas das principais bacias do Brasil: São Francisco e Tocantins.
O Sistema Aquífero Urucuia (SAU) também foi escolhido para receber o Plano de Gestão Integrada e Compartilhada, pois o Urucuia é um dos aquíferos interestaduais mais importantes do País, sendo o mais relevante da bacia do São Francisco. Além disso, está inserido no contexto do Programa Nacional de Águas Subterrâneas.
Em abril a Agência Nacional de Águas (ANA) realizará uma série de seminários para apresentar à sociedade os resultados parciais dos Estudos Hidrogeológicos e de Vulnerabilidade no Sistema Aquífero Urucuia e Proposição de Modelo de Gestão Integrada e Compartilhada, os quais vão subsidiar o Plano de Gestão.
Os encontros também visam a recolher sugestões dos cidadãos para o aperfeiçoamento do trabalho, o que vai de encontro ao princípio da gestão descentralizada previsto na Política Nacional de Recursos Hídricos. Os seminários acontecerão em Barreiras (BA) no dia 3, em Arinos (MG) no dia 11 e em Palmas (TO) no dia 18. Todos eles ocorrerão entre 8h e 18h.
Segundo o Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água, da ANA, 39% dos municípios brasileiros são abastecidos exclusivamente por águas subterrâneas, enquanto 14% dependem tanto de mananciais superficiais quanto subterrâneos. Os demais 47% utilizam somente fontes superficiais.
Agenda da ANA em Águas Subterrâneas
Iniciados em 2011, os estudos de gestão fazem parte da Agenda da ANA em Águas Subterrâneas. Nesse mesmo ano, a Agência Nacional de Águas apresentou aos alagoanos os Estudos Hidrogeológicos para Subsidiar a Gestão Sustentável dos Recursos Hídricos Subterrâneos na Região Metropolitana de Maceió. O trabalho consistiu na geração de conhecimentos hidrogeológicos para a gestão sustentável de águas subterrâneas na capital alagoana.
Em 2012, a ANA lançou os Estudos Hidrogeológicos para Definição de Estratégias de Manejo das Águas Subterrâneas da Região Metropolitana de Natal, cujo objetivo é subsidiar a gestão dos aquíferos locais por meio da caracterização hidrogeológica e avaliação as atividades urbanas que impactam na quantidade e qualidade das águas subterrâneas.
Segundo a Constituição de 1988, as águas subterrâneas são de domínio dos estados, mesmo aquelas interestaduais ou transfronteiriças. No entanto, seguindo resoluções do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) que preveem a gestão integrada das águas subterrâneas e superficiais, a ANA vem atuando principalmente em estudos sobre aquíferos que possuem interface com as águas superficiais de domínio da União (as interestaduais e as transfronteiriças), como é o caso do Urucuia com os rios São Francisco e Tocantins.
Texto:Ascom/ANA
Foto: Zig Koch / Banco de Imagens ANA
quarta-feira, 10 de abril de 2013
ELETRODOMÉSTICOS SUSTENTÁVEIS
Do desenvolvimento de produtos que ofereçam economia de energia e alto índice de reciclabilidade ao uso responsável de recursos naturais no processo de produção, as ações da Whirlpool Latin America, dona das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, permeiam o compromisso com a sustentabilidade. No ano passado, a empresa investiu cerca de R$ 9,7 milhões em projetos de melhoria ambiental, visando a eficiência energética, o uso sustentável de água e as reduções de resíduos, emissões de carbono e substâncias restritas.
A companhia se baseia no conceito de Inovação Sustentável, que prevê o desenvolvimento continuo de processos e produtos mais sustentáveis. “Os consumidores brasileiros têm mostrado interesse em conhecer as ações socioambientais das empresas que produzem os produtos que estão no mercado. Mesmo não sendo o principal fator determinante na hora da compra, a postura das empresas frente à sociedade e ao meio ambiente tende a ser cada vez mais relevante para determinar as escolhas deles”, afirma Vanderlei Niehues, gerente geral de Sustentabilidade, EHS e Regulamentações da Whirlpool.
Produção com menor impacto
Nas unidades fabris, uma série de projetos visa a preservação de recursos e redução do impacto ambiental. No ano passado, a empresa reduziu em mais de 11 milhões de litros o consumo de água. Além disso, reduziu o envio de resíduos para aterros em 227 mil kg. A empresa tem como objetivo zerar a destinação de materiais que sobram do processo produtivo para aterros, o que já foi alcançado nas Unidades Manaus (AM) e Rio Claro (SP). Contudo, as ações da empresa vão além dos processos produtivos e passam pelo desenvolvimento de produtos que agreguem cada vez mais atributos sustentáveis.
Produtos com atributos sustentáveis
Para inovar no desenvolvimento de produtos com atributos sustentáveis, o destaque é o Design for Evironment (DfE), que avalia os impactos ambientais durante todo o ciclo de vida de um produto, desde a produção das matérias-primas até o descarte final. Desenvolvida pela Whirlpool, a ferramenta foi iniciada no país em 2010 e desde o ano passado está sendo integrada no desenvolvimento de todos os novos produtos. Com isso, todo projeto nasce com uma matriz de objetivos definidos para minimização de eficiência no consumo de água, reciclabilidade, entre outros.
Na promoção da eficiência energética, mais de 90% do portfólio das marcas possui o selo Classe A do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE). Além de ofertar produtos com atributos de sustentabilidade, a empresa os entrega em embalagens de materiais recicláveis, como isopor, plástico e papelão, e com partes de fácil separação para facilitar o descarte. Na região da Grande São Paulo e Baixada Santista é mantido o Programa Brastemp Viva!, que recupera embalagens dos produtos vendidos pelo sistema de venda direta da Whirlpool.
Números da Sustentabilidade na Whirlpool
ü Em 2012, reduziu em 11 milhões de litros o consumo de água;
ü Reduziu o envio de resíduos para aterros em 227 mil kg;
ü Investiu cerca de R$ 9,7 milhões em projetos de melhoria ambiental;
ü Mais de 90% do portfólio das marcas – Brastemp, Consul e KitchenAid - possui o selo Classe A do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).
Cidades para pessoas, uma utopia no Brasil?
II Fórum Mobilize Brasil reúne especialistas para discutir os desafios de construir cidades com menos carros, mais transporte coletivo, passeios públicos e vias para bicicletas. Evento ocorre em 12 de abril, em São Paulo. Inscrições gratuitas.
Enquanto várias capitais do mundo restringem a circulação de carros e estimulam os hábitos saudáveis de caminhar, pedalar e usar o transporte público, no Brasil, as autoridades relutam em avançar em políticas mais sustentáveis de mobilidade urbana. Mas, como reduzir o uso do automóvel nas cidades brasileiras e estimular o investimento em mais transporte coletivo, passeios públicos e vias para bicicletas?
Para buscar respostas a esse dilema da mobilidade, o portal Mobilize (www.mobilize.org.br) reunirá especialistas em transportes, pesquisadores do urbanismo, autoridades e jornalistas no II Fórum Mobilize Brasil, que acontece no dia 12 de abril, sexta-feira, às 19 horas, no Salão Nobre da FGV, em São Paulo.
Participam do encontro o secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. Júlio Eduardo dos Santos, o urbanista Alexandre Delijaicov, professor da FAU/USP, e o promotor Mauricio Lopes, responsável pela Promotoria de Habitação e Urbanismo no Ministério Público do Estado de São Paulo. Na mediação dos debates estará o jornalista Marcos de Sousa, editor do Portal Mobilize.
O urbanista Alexandre Delijaicov é também um ciclista convicto e defensor da redução do espaço para automóveis nas cidades. Recentemente, Delijaicov coordenou um grupo de trabalho que concebeu O Hidroanel Metropolitano, um engenhoso sistema de transportes de cargas por vias hídricas, aproveitando os rios Tietê, Pinheiros, além das represas que circudam a Região Metropolitana de São Paulo.
O promotor Maurício Lopes participa do encontro para defender a urgência no melhoramento das calçadas, o mais básico sistema de mobilidade de qualquer cidade. Lopes acredita que a circulação dos pedestres somente será segura e confortável quando as prefeituras assumirem integralmente a gestão das calçadas.
O engenheiro Julio Eduardo dos Santos falará sobre as ações do Ministério das Cidades para estimular as formas não motorizadas de transporte, em especial a nova legislação federal, que obriga os municípios com mais de 20 mil habitantes a elaborarem Planos Diretores de Mobilidade Urbana.
Após uma rápida apresentação de cada um dos convidados, o debate será aberto à participação do público, com transmissão ao vivo pela internet.
As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas.
Serviço
II Fórum Mobilize Brasil - Cidades para pessoas, uma utopia no Brasil?
12 de abril, às 19 horas
Local: Salão Nobre da FGV – EAESP (Rua Itapeva, 432, 4º andar) – Estação Trianon-MASP
Inscrições gratuitas: mobilize@mobilize.org.br ou pelo diretamente no site www.mobilize.org.br
Transmissão on-line ao vivo pelo Portal Mobilize
Sobre o Mobilize Brasil
O Mobilize Brasil é um movimento em prol da mobilidade urbana sustentável, conceito que envolve a implantação de sistemas sobre trilhos, como metrôs, trens e bondes modernos (VLTs), ônibus "limpos", com integração a ciclovias, esteiras rolantes, elevadores de grande capacidade. E soluções inovadoras, como os teleféricos de Medellín (Colômbia), ou sistemas de bicicletas públicas, como os implantados em Copenhague, Paris, Barcelona, Bogotá, Boston e várias outras cidades mundiais. www.mobilize.org.br
QUEM VAI FISCALIZAR AS TUBULAÇÕES DA PETROBRÁS EM SÃO SEBASTIÃO SP?
terça-feira, 9 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
E O ÓLEO CHEGOU AS PRAIAS DE CARAGUATATUBA SP
domingo, 7 de abril de 2013
JOGANDO O ÓLEO DEBAIXO DO TAPETE! EM CANAL DE SÃO SEBASTIÃO/ILHABELA
sábado, 6 de abril de 2013
NOTA DA PETROBRÁS SOBRE A TRAGÉDIA AMBIENTAL EM SÃO SEBASTIÃO SP
A LIMPEZA DO ÓLEO CONTINUA NO CANAL EM SÃO SEBASTIÃO !
E O PARAÍSO VIROU CANAL DA MANCHA DE ÓLEO! CANAL DE SÃO SEBASTIÃO
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil disponível gratuitamente
Os dois volumes do catálogo que reúne informações sobre mais de 40 mil espécies da flora do Brasil podem ser baixados gratuitamente em formato Epub ou PDF.
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro aparece agora como uma nova coleção no Portal Scielo Livros
Os títulos podem ser acessados pelos seguintes endereços:
Catálogo de plantas e fungos do Brasil - Vol.2: http://books.scielo.org/id/x5x7v
Catálogo de plantas e fungos do Brasil - Vol.1: http://books.scielo.org/id/z3529
quinta-feira, 4 de abril de 2013
É possível minimizar custos de impressão e ser uma empresa sustentável?
*Por Danilo Munhós, da Gomaq
Preocupação com meio ambiente e meios sustentáveis de viver é um assunto em voga. Empresas que não tomam medidas para a redução de consumo de produtos provindos de bens naturais estarão obsoletas nessa questão num futuro bem próximo.
A questão é muito pertinente no ambiente corporativo, pois adquirir e praticar formas de contribuir com sustentabilidade é também proporcionar economia e cortes de custos. Geralmente, empresas de todos os portes gastam muito dinheiro com impressão desnecessária de material. Esse desperdício, muitas vezes, é o resultado da falta de informação e conhecimento.
O gerenciamento eletrônico de documentos (GED) é uma solução altamente eficaz que, além de reduzir custos, ameniza os danos ao meio ambiente. O GED possibilita a digitalização de todos os documentos que, comumente, são impressos desnecessariamente, como relatórios, formulários e apólices.
Essa prática acaba com o acúmulo de material impresso e a consequente necessidade de arquivá-lo em pastas e armários. O resultado é praticidade, dinamismo e segurança, pois impede a deterioração e perda de documentos importantes, além de propiciar um enorme benefício ecológico.
Recomendada para uso em empresas de diversos ramos (escritórios, instituições de ensino, hospitais, consultórios), a digitalização também possibilita maior controle de informações, pois permite definir os usuários que têm acesso aos documentos e traçar históricos de alterações de arquivos.
Outra solução para redução de custos é o outsourcing de impressão, que através da terceirização do serviço de impressão, oferece à empresa um serviço personalizado, de acordo com necessidades específicas de cada negócio.
Soluções e serviços estão disponíveis no mercado para contribuir muito na economia de gastos e preservação de recursos naturais e do meio ambiente. Todos saem ganhando!
* Danilo Munhós, Coordenador de Marketing da Gomaq, empresa presente há mais de 45 anos no mercado de tecnologia de impressão. (www.gomaq.com.br).
TERMINA INCÊNDIO NA ESTAÇÃO ECOLÓGICA DO TAIM
O incêndio que atingia desde a semana passada a Estação Ecológica do Taim, no Rio Grande do Sul, foi debelado nesta quarta-feira (3). A informação foi divulgada no início da noite pela Coordenação de Emergências Ambientais (Coem) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Segundo o boletim, as fortes chuvas que começaram a cair na terça (2) na região ajudaram o trabalho de combate às chamas que vinha sendo feito pelos brigadistas do ICMBio e pelo Corpo de Bombeiros, com o apoio das prefeituras de Rio Grande e de Santa Vitória dos Palmares. Nesta quinta (4), será feita avaliação para o início da desmobilização das brigadas.
Ainda de acordo com o boletim da Coem, pelo menos 5.700 hectares foram atingidos pelo fogo. Mas esse número pode ser maior, uma vez que é baseado em estimativa feita em 31 de março. A Esec do Taim tem, ao todo, 10.938 hectares.
Comunicação ICMBio
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Neutralize Carbono presta serviço de Frete Neutralizado
Mais um projeto sustentável. Assim é o Frete Neutralizado, que está sendo disponibilizado pela Neutralize Carbono, empresa pioneira na neutralização de emissões com créditos de carbono do mercado regulado. Com o objetivo de mitigar os gases geradores do efeito estufa no transporte de cargas e mercadorias, a empresa disponibiliza a seus clientes mais um diferencial em prol da sustentabilidade.
O conceito do projeto é simples, mas eficiente. Basta calcular as emissões com base no trinômio: peso, volume e distância. “Para o produto chegar até você ele vai gerar emissões de carbono por conta do transporte. Pensamos nos gases de efeito estufa que são emitidos nesses serviços e desenvolvemos o Frete Neutralizado. Dessa maneira estimamos o volume de CO2eq que é emitido à atmosfera e fazemos a neutralização”, afirma Felipe Bottini, sócio-fundador da Neutralize Carbono.
Parceira da Neutralize Carbono desde 2011, a Ecoloja, loja virtual de produtos sustentáveis, foi uma das primeiras empresas a oferecer esse serviço aos seus clientes. “Quando decidimos desenvolver o conceito de loja sustentável, observarmos que não existia uma facilidade em se encontrar produtos com consciência ecológica verdadeira. Quando o pessoal da Neutralize Carbono nos procurou, eu passei a me perguntar: como uma loja que propõem um comércio com consciência não oferece a neutralização dos gases decorrentes do seu negócio?”, afirma Samário Rodrigues Menezes, dono da loja.
Segundo Menezes, “a Ecoloja não é apenas um comércio, é um local de consciência e de certa forma, de aprendizado e de divulgação de materiais ecológicos. Quando você passa a minimizar esses efeitos nas suas ações, você começa a fazer parte da transformação do todo”.
Caso de raiva humana no Piauí: alerta para o risco da criação de animais silvestres em cativeiro
A Secretaria Municipal de Saúde de Parnaíba, região do litoral piauiense, registrou um óbito humano pelo vírus da raiva no mês passado. A vítima foi um homem de 32 anos de idade, mordido no dedo da mão por um sagui (Callithrix sp). Atendendo a solicitação da Secretaria de Saúde, veterinários do Centro de Triagem de Animais Silvestres do Ibama no Piauí estiveram no local para orientar a população sobre os riscos de transmissão das zoonoses, quando da captura e criação ilegal de espécimes silvestres.
Segundo relato dos técnicos da saúde, a vítima tinha o hábito de capturar esses animais para amansá-los e, posteriormente, vendê-los como de estimação para as pessoas da cidade. O paciente procurou o atendimento antirrábico somente cerca de 20 dias após a mordedura, já com sinais de dor e parestesia no braço direito, agravando-se, dias depois, para um quadro neurológico irreversível.
O fato serve de alerta para todas as pessoas, pois o vírus rábico é circulante nas populações de mamíferos silvestres livres, especialmente, nas de morcegos, canídeos e primatas. Além dos riscos à saúde, é crime, segundo a legislação brasileira, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.
Ascom Ibama/PI
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Rede de lojas lança Concurso Cultural “Sem Água Não Dá!”
Rede estimula o consumo consciente de água com novo aplicativo para o Facebook e premia com vale compras no valor de R$200
Como mais uma iniciativa do seu Programa Construir e Sustentar, que defende e aplica conceitos de sustentabilidade em ações empresariais, sociais e ambientais, a Leroy Merlin desenvolve e proporciona mais um benefício ao meio ambiente e aos seus clientes. Com o objetivo de estimular e difundir a economia de água entre os participantes e usuários das redes sociais, a varejista promove agora o Concurso Cultural “Sem Água Não Dá!” pelo Facebook da Leroy Merlin Brasil, premiando os ganhadores com diversos vale compras no valor de R$200,00. Os cupons poderão ser utilizados em qualquer uma das 30 lojas da rede.
Para participar é muito simples. O usuário precisa apenas acessar o aplicativo na fanpage, aceitar o regulamento e enviar uma foto de sua autoria sobre o consumo consciente da água. “Quando se trata de sustentabilidade não pensamos duas vezes em desenvolver uma nova ação que possa beneficiar nosso planeta e, sempre que possível, diretamente nossos clientes. A maioria das pessoas está conectada por meio das redes sociais, portanto, pensamos em uma ação que tem tudo a ver com a filosofia da Leroy Merlin e que funcione de maneira prática e divertida, pois, além de preservar o meio ambiente, os clientes podem ter mais um benefício em suas compras” explica Cirlene Gonçalves, Gerente da Voz do Cliente Leroy Merlin Brasil.
Programa Construir e Sustentar
O Programa Construir e Sustentar da Leroy Merlin tem como objetivo desenvolver um dos principais pilares da rede, a sustentabilidade. Por meio dele, a Leroy Merlin tem desenvolvido diversas ações e projetos que buscam desenvolvimento sustentável, desde a conscientização de seus colaboradores e venda de produtos ecossustentáveis, feitos a partir de materiais reciclados ou fabricados de modo que causem o menor impacto ambiental possível, até ações de responsabilidade social em benefício de comunidades e instituições locais, assim como a construção de lojas ecologicamente corretas, asseguradas pela Certificação AQUA, que garantem a Alta Qualidade Ambiental ao edifício através do reaproveitamento e economia de recursos naturais durante sua construção e funcionamento.
O Concurso “Sem Água Não Dá!” acontece até o dia 12 de abril. Os interessados podem acessar o link http://www.facebook.com/LeroyMerlinBrasil/app_137541772984354, fazer a inscrição, enviar uma foto e concorrer aos vale compras.
LANÇADO EM UBATUBA O PROGRAMA AMIGOS DO MAR
Em sintonia com o “Ano Internacional de Cooperação pelas Águas” - UNESCO, o Projeto Tamar e o Instituto Arcor Brasil, parceiros desde 2003, lançaram na sexta-feira (22) a nova versão do Programa Amigos do Mar. O evento foi realizado no Centro de Visitantes do Tamar/ICMBio em Ubatuba, com a presença dos coordenadores pedagógicos de todas as escolas da rede municipal e de representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que administra o Tamar/ICMBio, do Instituto Arcor Brasil e da Prefeitura Municipal.
A iniciativa busca fomentar e fortalecer atitudes em prol do cuidado com as águas, tendo as tartarugas marinhas como embaixadoras da conservação ambiental. Segundo a coordenadora de educação ambiental do Tamar/ICMBio em Ubatuba, Maria Luiza Camargo, o programa é um apoio aos educadores brasileiros no alcance do conteúdo curricular obrigatório do ensino fundamental, sugerindo atividades interdisciplinares e lúdicas capazes de encantar e despertar nas crianças a curiosidade, o respeito e a co-responsabilidade pela vida.
A programação do evento teve início com um café da manhã e apresentação da banda do Tamar/ICMBio, “Os Cascudos”, seguido pelo lançamento oficial dos materiais do Programa, com entrega simbólica do “Guia Nossas Águas sempre Limpas” para a superintendente de ensino da Secretaria Municipal de Educação, Line Mayer; e do Kit “Amigos do Mar” para a coordenadora regional do Projeto Tamar/ICMBio de Santa Catarina, Jussara Wanderlinde. “O Guia e os cartazes serão distribuídos às escolas que visitarem as bases do Projeto Tamar. Além disso, teremos um Kit ‘Amigos do Mar’, para ser emprestado àquelas escolas que não puderem vir nos visitar”, esclareceu a oceanóloga e coordenadora regional da base de Ubatuba, Berenice Gomes Gallo.
Também foi realizada uma capacitação dos coordenadores pedagógicos e educadores presentes sobre o uso dos materiais do Programa, por meio de brincadeiras cooperativas, dinâmicas e trabalhos em grupo, exercícios de arte e rodas de conversa. Os educadores puderam visitar o Centro de Reabilitação do Projeto Tamar/ICMBio e acompanhar a soltura de duas tartarugas marinhas.
“Momentos como este são importantes para alinhar as estratégias educativas da rede municipal de ensino. O Projeto Tamar, além de contar com este precioso espaço, que aborda a questão da conservação ambiental, contempla a questão da valorização cultural. Utilizar este potencial, associado ao Programa Amigos do Mar, é fundamental para a formação das crianças e jovens de nossa cidade”, disse Line Mayer, superintendente de ensino da Secretaria Municipal de Educação de Ubatuba.
Programa Amigos do Mar
A iniciativa é uma ferramenta de apoio paradidático aos educadores, por meio do Guia “Nossas Águas Sempre Limpas”, de três cartazes educativos, do Kit “Amigos do Mar” e do site, onde o conteúdo completo do Programa e um exclusivo acervo de imagens do mundo marinho poderão ser acessados e baixados gratuitamente. O Guia “Nossas águas sempre Limpas” foi criado para as primeiras cinco séries do ensino fundamental com informações, atividades lúdicas e interativas e organizado em quatro macro temas: Animais marinhos, Nosso Litoral, Cuidar da Vida e Aquecimento Global. Os cartazes complementam as atividades propostas. Os Kits “Amigos do Mar” serão entregues nas 22 bases do Projeto Tamar/ICMBio e poderão ser emprestados às escolas que não podem visitar o Tamar/ICMBio ou que desejam dar continuidade às visitas realizadas nos Centros de Visitantes do Tamar/ICMBio. Cada Kit conta com livros de histórias, jogos educativos, material biológico, mini-réplicas das cinco espécies de tartaruga que ocorrem no Brasil, CD com músicas do Tamar, DVD com incríveis imagens submarinas, dentre outros itens educativos e divertidos.
Comunicação ICMBio
quinta-feira, 28 de março de 2013
Agricultura e efeito estufa
Embrapa e Unicamp concluem estudo para reduzir prejuízo ambiental provocado pela atividade produtiva
LUCAS TOLENTINO
Medidas capazes de neutralizar os poluentes gerados pela produção de alimentos ganharam um aliado de peso. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançou, nesta quarta-feira (27/03), estudo feito em parceria com a Embaixada Britânica e a Universidade de Campinas (Unicamp) com medições e propostas de mitigação dos prejuízos causados pela atividade. O material, entregue ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) será usado como suporte para ações de combate às mudanças climáticas.
O levantamento “Mitigando Emissões de Gases na Agricultura: Bases para o Monitoramento do Programa ABC” traz uma linha de base de quantificação e monitoramento dos estoques de carbono. Os índices foram aferidos no solo de áreas degradadas e recuperadas por meio de manejo em 242 pontos espalhados por todo o país. Amostras de vegetação nativa também foram recolhidas em cinco diferentes biomas como forma de comparar os dados.
POTENCIAL
A pesquisa sustenta que os sistemas de produção Integração Lavoura Pecuária (ILP) e Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) têm potencial para estocar grandes quantidades de carbono. Segundo o levantamento, esses modelos produtivos apresentam, então, capacidade efetiva na redução de emissões de gases de efeito estufa. A proposta é que a medição seja feita com o intervalo de cinco anos e, assim, contribua para uma agricultura mais limpa.
Com os resultados obtidos, será possível fomentar ações voltadas para o combate às emissões geradas pela agricultura e pecuária. O secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA, Carlos Klink, avaliou como positivo o desempenho brasileiro na questão. “Parte do sucesso das políticas decorre da capacidade de quantificar o carbono em cada área da economia”, explicou. “Estamos no caminho certo: a agricultura é o primeiro setor que já vem mostrando esses resultados.”
Além de quantificar a estocagem de carbono em diversos tipos de solo, o estudo pode estimular medidas semelhantes em outros segmentos. De acordo com Klink, iniciativas como esta devem ser replicadas no âmbito de planos setoriais como o da mineração e o da indústria. “A medição traduz a realidade brasileira nessa questão e serve de exemplo para o que está sendo feito nos demais planos setoriais de mitigação e adaptação à mudança do clima”, defendeu o secretário.
Coordenador do estudo, o pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária (Campinas-SP), Eduardo Assad, afirmou que os números levantados são fundamentais para o MMA. “Os dados devem ser usados como linha de base para o que acontecerá com o país nos próximos anos”, explicou. “É preciso compará-los com as informações do restante do mundo. Dessa forma, será possível entrar no mercado de carbono e fomentar boas práticas na agricultura”, acrescentou o pesquisador.
SAIBA MAIS
O objetivo do Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC) organizar e planejar ações com foco na adoção das tecnologias de produção sustentáveis. As iniciativas são adotadas no sentido de responder aos compromissos de redução de emissão de GEE no setor agropecuário assumidos pelo país diante da Organização das Nações Unidas (ONU). O Plano ABC envolve todo o território nacional e vigora de 2010 e 2020.
A estimativa é de um investimento de R$ 197 bilhões, custeados por fontes orçamentárias e linhas de crédito. Ao todo, sete programas referentes a tecnologias de mitigação e medidas de adaptação compõem o plano.
quarta-feira, 27 de março de 2013
MMA financiará projetos de educação ambiental, recuperação florestal, conservação e manejo da biodiversidade
LUCAS TOLENTINO
Resta apenas um mês para a entrega de propostas a serem apoiadas pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) por meio de Demanda Espontânea. Até 26 de abril, representantes de organizações não governamentais e de órgãos públicos das esferas municipal, estadual e federal poderão enviar projetos voltados para áreas como recuperação florestal, conservação e manejo da biodiversidade, educação ambiental, entre outras. Ao todo, dez propostas serão contempladas pela seleção do FNMA deste ano.
O Fundo oferece R$ 3 milhões para o programa, destinado a iniciativas formuladas por entidades públicas e privadas sem fins lucrativos. O custo de cada um dos projetos pode variar entre R$ 100 mil e R$ 300 mil. O prazo de implantação e conclusão dos projetos deve ser de, no máximo, 18 meses.
TRÊS EIXOS
Os recursos são destinados a projetos em três diferentes eixos. Na área de água e florestas, serão aceitas propostas ligadas à recuperação de áreas degradadas, agroecologia e uso múltiplo de vegetação nativa. A segunda temática se refere a iniciativas de conservação e manejo da biodiversidade. Por fim, serão contemplados, ainda, projetos no eixo sociedades sustentáveis, que inclui educação ambiental e fortalecimento da gestão ambiental e de cooperativas de catadores de lixo.
Mais informações sobre a seleção podem ser encontradas no endereço eletrônico www.mma.gov.br/fnma. Os interessados deverão enviar as propostas para análise do Fundo por meio do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv). Para conhecer a plataforma, os usuários poderão acessar o portal www.convenios.gov.br. Dúvidas sobre a Demanda Espontânea do FNMA podem ser enviadas para o e-mail fnma@mma.gov.br.
Criado pela lei nº 7.797 de 10 de julho de 1989, o FNMA é o mais antigo fundo ambiental da América Latina. É uma unidade do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e tem a missão de contribuir,como agente financiador, para a implantação da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA). Ao longo dos 23 anos de existência, o Fundo apoiou 1,4 mil projetos socioambientais e investiu R$ 230 milhões em iniciativas de conservação e uso sustentável dos recursos naturais.
terça-feira, 26 de março de 2013
ICMBIO E WWF-BRASIL INAUGURAM BASE FLUTUANTE DO JURUENA
Brasília (26/03/2013) - O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a WWF-Brasil inauguram amanhã (27), uma base operacional flutuante no interior do Parque Nacional do Juruena, situada entre o Amazonas e o Mato Grosso. Na ocasião, será realizada uma solenidade que vai contar com a presença do presidente do ICMBio, Roberto Vizentin, do superintendente de conservação do WWF-Brasil, Mauro Armelin, de técnicos das duas instituições e representantes de comunidades próximas, como a Barra do São Manoel.
Dentro do Parque Nacional do Juruena, o flutuante servirá como instrumento de apoio às ações de fiscalização e proteção da unidade. Além de garantir maior presença institucional do Estado no interior da Unidade de Conservação (UC), a base flutuante vai contribuir para a integração entre a equipe gestora do Parque e as comunidades locais. O flutuante também será utilizado como base de apoio a pesquisadores, possibilitando a geração de conhecimento científico sobre a biodiversidade local e apoiando a geração do plano de uso público da Unidade de Conservação. Este plano indica os potenciais turísticos da região, como cachoeiras, corredeiras, cavernas e locais propícios ao ecoturismo ou turismo de aventura.
Estrutura impressionante
A base flutuante foi construída por uma empresa contratada pelo WWF-Brasil. Sua construção custou cerca de R$ 470 mil e utilizou madeira oriunda de apreensões realizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) no município mato-grossense de Sinop, a 505 quilômetros de Cuiabá. Após o fim da construção, a base foi entregue e doada ao ICMBIo pelo WWF. Ao vivo, a base flutuante impressiona por seu tamanho e pela estrutura disponível. Ela possui 14 metros de comprimento, seis metros de largura, 11 cômodos e pode suportar pesos de até 20 toneladas. O flutuante possui quartos para oito pessoas, cozinha, sala de comunicações e reunião, dois banheiros, área de serviço e área externa.
A construção da base flutuante levou cerca de quatro meses. Ela foi concebida com o auxílio de uma equipe composta de um arquiteto, engenheiros navais, gestores do Parque Nacional do Juruena e profissionais com experiência em construção de cascos flutuantes.O equipamento conta ainda com outras estruturas cujo objetivo é minimizar seu impacto no rio Juruena: ele possui um sistema fotovoltaico, de captação de energia solar, para a geração de energia (com gerador sobressalente caso seja necessário); e uma estação de tratamento de esgoto que limpa os efluentes domésticos (produtos de pias, cozinhas e banheiros) antes de despejá-los no rio.
Comunidades beneficiadas
O presidente do ICMBio, Roberto Vizentin, lembrou que a base flutuante também vai beneficiar as comunidades que vivem no parque. “É como se estivéssemos instalando uma base avançada do Instituto ali. Estamos nos aproximando fisicamente não só do parque, mas também das comunidades do entorno. Além disso, o funcionamento dessa base móvel é uma resposta às demandas dos ribeirinhos e possibilita um diálogo e uma presença mais permanente do Instituto”, explicou o presidente. Vizentin afirmou ainda que a base flutuante representa uma grande melhoria nas condições de trabalho das equipes do ICMBio - que terão uma base de apoio para incursões mais difíceis e demoradas ao interior do parque, um pedaço ainda inóspito da Amazônia. Esta base será, nas palavras de Vizentin, “condição essencial para a gestão do Juruena e uma referência para um conjunto enorme de ações”.
Mobilidade
A base flutuante atende todas as normas de segurança estabelecidas pela Marinha e possui mobilidade - pode ser “rebocada” por pequenas voadeiras e atingir vários pontos distintos dentro do Parque Nacional do Juruena, que possui 1,95 milhão de hectares. O superintendente de conservação do WWF-Brasil, Mauro Armelin, destacou que a ajuda aos governos e o apoio ao estabelecimento de parcerias público-privadas é uma das missões do WWF-Brasil. “Ao realizar esta doação ao ICMBio, estamos promovendo mais oportunidades de conservação do Parque Nacional do Juruena e mostrando que a sociedade civil brasileira está interessada e atenta à conservação das UC do País, nossos maiores patrimônios naturais e econômicos”, disse.
Com informações do portal da WWF-Brasil
Comunicação ICMBio/ foto : Luiz Ohira
sexta-feira, 22 de março de 2013
Brasil terá Pacto Nacional pela Gestão das Águas
Para celebrar o Dia Mundial da Água e o Ano Internacional de Cooperação pela Água, o Ministério do Meio Ambiente e a Agência Nacional de Águas lançam o Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas – Progestão.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o governador do DF, Agnelo Queiroz, o diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, e o diretor-presidente da Adasa, Vinícius Benevides participaram da coletiva de anúncio do programam, na manhã de quinta-feira, 21 de março.
O DF foi o primeiro estado a aderir ao programa. "É uma honra para Brasília ser o primeiro a assinar o Pacto das Águas. Parabenizo a ANA e o Vicente Andreu por colocar a água na agenda do País", disse Agnelo, que anunciou que o GDF irá aderir ainda ao Programa Nacional de Qualidade da Água (PNQA), da ANA, e que Brasília será candidata a sediar a edição de 2018 do Fórum Mundial da Água.
Podem participar do Progestão todos os estados da União. A adesão ao programa é voluntária. Serão disponibilizados R$ 100 milhões nos próximos cinco anos, do orçamento da ANA, a serem transferidos aos estados que aderirem ao Progestão. O primeiro ciclo do programa prevê o desembolso de até cinco parcelas de R$ 750 mil para cada estado, mediante o cumprimento de metas.
Cada estado que aderir ao programa deverá fixar suas próprias metas, que deverão ser aprovadas pelos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos (CERHs), e os desembolsos serão feitos à medida que as metas forem cumpridas. O objetivo é incentivar os estados a fortalecer seus Sistemas Estaduais de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Segrehs), mediante a adoção de ações que facilitem e melhorem a implementação dos instrumentos de gestão da Política Nacional de Recursos Hídricos e das Políticas Estaduais de Recursos Hídricos.
Segundo a ministra Izabella Teixeira, a desigualdade no Brasil não é um assunto apenas econômico ou social, mas afeta também o meio ambiente. "Em muitos lugares há pessoas que vivem ao lado de rios e não têm acesso a água potável", disse a ministra. "Com o Pacto, nós agora teremos comdições de estar dentro dos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos e não é apenas uma questão de dinheiro, mas também de resultados, porque teremos metas", afirmou.
Exemplos de ações que serão incentivadas como metas são a implementação das ferramentas das políticas nacional e estaduais, como aperfeiçoamento da rede de monitoramento de rios, formação de banco de dados relativos à disponibilidade hídrica ou emissão de outorga para uso dos recursos hídricos, melhora nos estabelecimento de critérios para emissão de outorga, formação ou melhora de cadastro de usuários de recursos hídricos, fiscalização, elaboração de estudos e planos de bacia, capacitação ou implementação da cobrança pelo uso da água nas bacias hidrográficas, entre outros.
De acordo com Andreu, os estados poderão eles mesmo classificar seu sistema de gestão de recursos hídricos, de acordo com sua criticidade. "É muito importante que tenhamos avanços na gestão dos recursos hídricos, pois se não tivermos controle sobre a emissão das outorgas em todo o País, por exemplo, estaremos emitindo cheques em branco com relação ao uso da água”, disse. “São recursos que farão diferença. Há estados cujo orçamento anual para recursos hídricos não chega a uma parcela do Pacto das Águas. Outros estados convivem com situações extremas. O Estado do Amazonas, por exemplo, foi da pior seca para a pior inundação em uma década”, afirmou Andreu.
A ideia é construir um sistema nacional para a governança eficaz dos recursos hídricos que garanta a oferta de água em quantidade e qualidade, no futuro, em todo o território nacional. No Brasil, a dominialidade das águas doces nas bacias hidrográficas pode ser da União (no caso de rios transfronteiriços com estados ou países) ou estadual, no caso de rios estaduais. A governança das águas subterrâneas é de responsabilidade dos estados.
O objetivo do programa é incentivar não apenas o fortalecimento operacional e institucional dos estados para a gestão das águas, mas melhorar a articulação entre o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh) e os Sistemas Estaduais de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Segrehs).
Método: A ANA vai oferecer uma metodologia para que cada estado que aderir ao programa possa se classificar de acordo com sua estrutura institucional e complexidade do processo de gestão local, para que cada estado possa definir suas próprias metas, de acordo com suas necessidades atuais associadas a uma visão de futuro.
Política Nacional de Recursos Hídricos
Baseada na gestão descentralizada, participativa e integrada dos recursos hídricos, a Lei 9.433/97, conhecida como Lei das Águas, estabeleceu a Política Nacional de Recursos Hídricos que fixou os seguintes instrumentos de gestão: Cadastro dos Ususários, Outorga para uso dos recursos hídricos, elaboração de Planos de Bacias, Implementação da Cobrança pelo Uso da Água nas Bacias Hidrográficas e Sistema de Informação de Recursos Hidricos.
Integram o Sistema Nacional de Recursos Hídricos (Singreh), o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), o Ministério do Meio Ambiente, a Agência Nacional de Águas, os Comitês de Bacia de Rios da União e as Agências de Bacias de Rios da União. Atualmente, todos os estados possuem leis estaduais de recursos hídricos e Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos (CERHs). Integram os Sistemas Estaduais de Gerenciamento dos Recursos Hídricos (Segrehs), os governos dos estados, os órgãos gestores estaduais de recursos hídricos, os conselhos estaduais de recursos hídricos e comitês e agência de bacias de rios estaduais.
Ano Internacional de Cooperação pela Água
A água é vital para a manutenção da vida, do bem-estar e para o desenvolvimento social e econômico, mas as fontes do planeta são limitadas. Em todos os cenários, lidar com água demanda colaboração: é apenas por meio da cooperação que poderemos no futuro obter sucesso ao gerenciar nossas fontes finitas e frágeis de água, que estão sob crescente pressão exercida pelas atividades de uma população mundial em crescimento que já ultrapassa sete bilhões de pessoas. Por isso, em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2013 o Ano Internacional das Nações Unidas da Cooperação pela Água e designou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para coordenar as ações oficiais.
Dia Mundial da Água
Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a conhecida Eco-92. Desde então, as celebrações acontecem em todo o mundo a partir de um tema anual definido pela ONU, que este ano também é "Cooperação pela Água".
Fonte: Ascon/ANA
quinta-feira, 21 de março de 2013
Esplanada ficará azul para celebrar Dia Mundial da Água
A Agência Nacional de Águas, o Governo do Distrito Federal, a UNESCO no Brasil, o WWF Brasil e o programa Água Brasil do Banco do Brasil vão iluminar em azul os principais edifícios da Esplanada dos Ministérios, a partir da próxima sexta-feira, 22 de março, Dia Mundial da Água, para comemorar o Ano Internacional de Cooperação pela Água e incentivar a participação na Hora do Planeta. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para as questões que envolvem o uso e a preservação da água, um desafio crescente.
No sábado, dia 23, por volta das 20:30, o azul da esplanada será apagado, junto com os demais edifícios públicos do GDF, durante a 5ª edição da Hora do Planeta. Na sequência, os edifícios voltam a acender em azul até domingo, 31 de março. Serão iluminados o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, o Palácio do Buriti e a Catedral.
Ano Internacional de Cooperação pela Água
A água é vital para a manutenção da vida, do bem-estar e para o desenvolvimento social e econômico, mas as fontes do planeta são limitadas. Em todos os cenários, lidar com água demanda colaboração: é apenas por meio da cooperação que poderemos no futuro obter sucesso ao gerenciar nossas fontes finitas e frágeis de água, que estão sob crescente pressão exercida pelas atividades de uma população mundial em crescimento que já ultrapassa sete bilhões. Por isso, em dezembro de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 2013 o Ano Internacional das Nações Unidas de Cooperação pela Água e designou a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para coordenar as ações oficiais.
Dia Mundial da Água
Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a conhecida Eco-92. Desde então, as celebrações acontecem em todo o mundo a partir de um tema anual definido pela ONU, que este ano é "Cooperação pela Água".
Hora do Planeta
Conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF sobre mudanças climáticas. No sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governos são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global. Na primeira edição, realizada em 2007 na Austrália, dois milhões de pessoas desligaram suas luzes. Em 2008, mais de 50 milhões de pessoas de todas as partes do mundo aderiram à ação. Em 2009, quando o WWF-Brasil realizou pela primeira vez a Hora do Planeta no Brasil, quase um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram suas luzes. Em 2012, o movimento atingiu mais de sete mil cidades em 152 países.
Atrações Culturais
Na tarde do dia 22, os organizadores e apoiadores promovem o Seminário Água, Comunicação e Sociedade no Ano Internacional de Cooperação pela Água. Aberto a todos os interessados, o Seminário reúne especialistas e comunicadores em um espaço aberto para troca de experiências e debates. Os objetivos são divulgar como é feita a gestão dos recursos hídricos no Brasil, dar visibilidade a ações de cooperação e mobilização para ações de boa gestão e uso sustentável da água e envolver a sociedade nas discussões sobre o crescente desafio de garantir água em quantidade e qualidade a todos. As inscrições para o Seminário podem ser feitas até o dia 20 de março nos sites institucionais dos realizadores e apoiadores do evento ou diretamente pelo link http://seminarioagua.ana.gov.br/2013/, que tem a programação completa.
Na sexta-feira (22), a partir das 20:30, haverá show gratuito do grupo de percussão Companhia das Índias e da banda Pé de Cerrado, no auditório principal do Museu da República. No sábado, 23, na área externa do Museu, a partir das 20h, durante a Hora do Planeta, a festa será conduzida pelo grupo Patubatê (de percussão com instrumentos reciclados) e pelos Dj’s Criolina.
Texto:Ascom/ANA
Foto: simulação feita por computador
TAMAR LANÇA NESTA SEXTA O AMIGOS DO MAR EM UBATUBA SP
TAMAR LANÇA NESTA SEXTA O AMIGOS DO MAR
Brasília (20/03/2013) – Nesta sexta (22), Dia Mundial da Água, o Projeto Tamar lança, na sua base em Ubatuba (SP), o Programa Amigos do Mar 2013. O evento terá a presença de representantes Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que administra o Tamar, do Instituto Arcor Brasil, parceiro no programa, e da Secretaria Municipal de Educação de Ubatuba.
O lançamento está marcado para as 9h. O evento é destinado a coordenadores das escolas municipais da rede pública de Ubatuba e terá a apresentação e distribuição dos materiais do Programa Amigos do Mar 2013. Às 14h, na Praia do Itaguá, haverá a soltura de tartarugas marinhas, aberta ao público.
Para o lançamento, foram convidadas as escolas municipais Altimira Abirached e Dinorah Pereira de Souza, que já participam de um programa permanente de educação ambiental na base do Tamar Ubatuba.
O programa
O Programa Amigos do Mar é uma ferramenta de apoio paradidático aos educadores, por meio do Guia Nossas Águas Sempre Limpas, criado para as primeiras cinco séries do ensino fundamental. Oferece o Kit Amigos do Mar, três cartazes educativos e o site do Instituto Arcor (www.institutoarcor.org.br/amigosdomar), onde o conteúdo completo do programa e um exclusivo acervo de imagens do mundo marinho podem ser acessados e baixados gratuitamente.
O Guia Nossas Águas Sempre Limpas, organizado nos macrotemas Animais Marinhos, Nosso Litoral, Cuidar da Vida e Aquecimento Global, contém informações e atividades lúdicas e interativas. Os cartazes complementam as atividades propostas.
Já os Kits Amigos do Mar serão distribuídos entre as 22 bases do Projeto Tamar em todo o País e poderão ser emprestados às escolas que não podem visitar o Tamar, por causa da distância, ou que desejam dar continuidade às visitas realizadas nos Centros de Visitantes do Tamar.
Cada Kit contém livros de histórias, jogos educativos, material biológico, mini-réplicas das cinco espécies de tartaruga que ocorrem no Brasil, CD com músicas do Tamar, DVD com imagens submarinas, dentre outros itens educativos.
A Arcor e o Projeto Tamar
Parceiros e unidos no propósito de promover e fortalecer as ações de cuidado com as águas, tendo as tartarugas marinhas como embaixadoras na causa da conservação ambiental, o Projeto Tamar, patrocinado pela Petrobras, Bradesco Pé Quente e o Instituto Arcor Brasil firmaram em 2003 um contrato de parceria para realização da campanha de educação ambiental Amigos do Mar. Além desse trabalhos, a Arcor Brasil contribui com apoio regional, direto da empresa, ao programa de conservação das tartarugas marinhas em São Paulo e Santa Catarina.
O Grupo Arcor chegou ao Brasil em 1981 e atualmente é o principal exportador de guloseimas do país. O Instituto Arcor Brasil foi criado em 2004 e tem como missão contribuir para que crianças e adolescentes tenham igualdade de oportunidades por meio da educação. Atua preferencialmente nas regiões onde a Arcor do Brasil tem suas fábricas, no interior de São Paulo e regiões metropolitanas de Belo Horizonte (MG) e Recife (PE), relacionando-se com as comunidades locais.
Comunicação ICMBio
quarta-feira, 20 de março de 2013
Hora do Planeta 2013 mobiliza a Cruzeiro do Sul Educacional
A Cruzeiro do Sul Educacional, grupo composto pela Universidade Cruzeiro do Sul (São Paulo – SP), Universidade Cidade de São Paulo (São Paulo – SP), Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba – SP), Centro Universitário do Distrito Federal (Brasília – DF) e Colégio Cruzeiro do Sul (São Paulo – SP) apoia a Hora do Planeta 2013, ato simbólico promovido pela ONG ambientalista internacional WWF (Worldwide Fund for Nature). As luzes dos campi de todas as instituições serão apagadas por uma hora no dia 23 de março, próximo sábado, às 20h30, como conscientização em relação à preocupação com o aquecimento global, desde as moradias mais simples aos maiores monumentos no mundo inteiro.
A ação será informada nos perfis das redes sociais como Twitter, Facebook, Formspring e Youtube das instituições de ensino da Cruzeiro do Sul Educacional, para que os alunos, professores e colaboradores das possam também cooperar em prol do meio ambiente.
A Hora do Planeta 2013 espera mobilizar mais de 1 bilhão de pessoas em mil cidades ao redor do mundo. Segundo a WWF, não se trata apenas de uma ação de economia de energia. A iniciativa é um alerta contra o aquecimento global e busca conscientizar as pessoas sobre a necessidade de mudar pequenos hábitos danosos ao planeta.
Mais informações pelo site http://www.wwf.org.br/participe/horadoplaneta/
segunda-feira, 18 de março de 2013
Iniciada distribuição no Brasil de ‘Postes Ecológicos Autônomos’ com energia solar e eólica
A distribuidora brasileira ProAir inicia neste mês a distribuição no País de postes autônomos (que geram sua própria energia), 100% “Ecológicos”, que se utilizam energia fotovoltaica e eólica, indicados para iluminar rodovias, grandes áreas rurais e cidades. Os postes de 7,5 metros sem fio, também são mais econômicos, eliminam a conta de luz e possuem luminárias de 30 W, 50 % e 80 W, equivalentes a luminárias convencionais de 220 W, 400 W e 650 W de vapor metálico.
Com tecnologia híbrida, durante o dia, o poste capta a luz solar por meio de uma placa fotovoltaica, com capacidade de 85 W, 140 W ou 235 W, armazenando a energia em uma bateria que fornece energia as lâmpadas de LED (Light Emmiting Diode – Diodo Emissor de Luz) durante à noite. Já, o vento é captado de qualquer direção, durante 24 horas, por meio de uma turbina eólica cilíndrica de 80 cm e diâmetro de 40 cm de altura, com 16 aletas verticais. A bateria armazena a energia gerada pelos dois tipos de geradores, eólico e solar, e sua capacidade depende da aplicação, mas em aplicações de iluminação pública a bateria tem capacidade de 100 Ah a 200 Ah.
De acordo com Paulo Lira, diretor da ProAir, o objetivo desta solução consiste em diminuir o custo do poste pelo uso de uma placa fotovoltaica de menor tamanho e, portanto, mais barata, complementando a geração de energia com o sistema eólico.
Alguns modelos já estão em demonstração no Parque das Bicicletas da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer e no Parque Siqueira Campos – Trianon. O projeto dos postes foi concebidos pela também brasileira ApoioWare Tecnologia Ltda. A fábrica da ApoioWare tem capacidade inicial de produzir 200 postes por mês. O prazo de entrega é de 30 dias e o preço do produto é de R$ 9.800,00 que pode ter um ROI de dois anos. O tempo de vida útil do produto é acima de 25 anos, a menos das baterias que devem ser substituídas periodicamente.
Ainda, faz parte do projeto do ‘Poste Ecológico’, o acréscimo de solução de CFTV (circuito fechado de televisão) com câmeras de segurança sem fio, agregando um modem de banda larga sem fio. De acordo com Lira, com CFTV em conjunto, o poste além de ecológico, agrega recursos de segurança, tema tão importante para grandes áreas rurais e cidades.
Mais informações, acesse ao site: www.proair.com.br
São Paulo não cumpre meta de redução nas emissões de gases geradores de efeito estufa
Por Henrique Mendes.
De acordo com a lei 14.933/05 - que institui a política municipal de mudanças climáticas - o município deve publicar, a cada cinco anos, o inventário de emissões de GEE para diagnosticar e adotar medidas de gestão das emissões no município. Este inventário deveria atingir uma meta de redução de 30% das emissões de CO2eq já em 2012, em comparação com as emissões registradas em 2005. Diante de uma meta tão agressiva, já era de se esperar que este objetivo não fosse mesmo ser alcançado.
Uma das conclusões apresentadas para justificar este resultado foi que “a maior parte das emissões está fora do controle da prefeitura”, o que demonstrou uma precipitação ao adotar uma meta tão alta logo no primeiro período proposto pela lei. O inventário de emissões é uma ferramenta de gestão que demanda um maior conhecimento técnico de todos os envolvidos para assim melhor planejar as ações de diagnóstico e mitigação a serem adotadas.
O inventário foi feito referente aos anos de 2003 a 2009, com um complemento estatístico para 2010 e 2011. Dos números totais apresentados, a cidade de São Paulo emite em média 15.000 Gg de CO2eq (gigagramas de carbono equivalente) por ano, sendo que o setor de energia representa 81,9% deste total. Como mencionei no início, o setor de transportes é o que mais se destacou pelo fato de sozinho representar 61% das emissões relacionadas ao uso de energia. Logo fica claro para onde devem ser direcionados os esforços a fim de reduzir as emissões de GEE em São Paulo - não que isso seja surpresa para alguém. Basta sair de casa e dar de cara com engarrafamentos a qualquer dia e hora.
Ao decorrer do evento foram apresentadas iniciativas já adotadas pelo município em resposta a esta questão, como o investimento em biocombustíveis na frota de ônibus, o estímulo ao uso do trem e metrô, seguido de reflexões sobre a importância do plano diretor, onde foi destacada a relação direta do planejamento urbano com as emissões de carbono. Houve destaque para a questão dos ônibus, onde foram propostos investimentos na qualificação deste serviço através de um sistema em rede, estruturado, com espaço exclusivo para circulação e assistido em tempo real (gestão operacional).
O seminário, ao meu ver, serviu para apresentar os números reais das emissões de carbono da cidade de São Paulo e a trajetória que estamos seguindo. O fato de termos emitido cerca de 16.000 Gg de GEE a mais do que o estabelecido mostra o tamanho real do desafio e a complexidade de se combater este problema, que é em sua natureza, sistêmico. As metas dos períodos subsequentes serão definidas, por lei, dois anos antes do final de cada período de compromisso. Resta então saber se este assunto receberá a devida importância e atenção que exige, para criarmos metas reais e planos de ação eficientes que nos ajudem a alcançar os resultados necessários.
Henrique Mendes é Bioquímico pela UFJF com MBA em gestão ambiental pela FIT. Gerente de Negócios da www.neutralizecarbono.com.br e Consultor na www.greendomus.com.br.
sábado, 16 de março de 2013
CANASTRA ELABORA PROJETO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Elmano Augusto
O Parque Nacional da Serra da Canastra, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Minas, elaborou projeto de educação ambiental para conscientizar e mobilizar a comunidade do entorno na defesa da unidade de conservação (UC). A prioridade é prevenir incêndios florestais, um dos principais problemas da região.
A proposta, que será discutida na reunião do conselho consultivo do parque, marcada para esta terça-feira (19), em São João Batista do Glória (MG), prevê duas linhas de ação: uma com alunos e professores das escolas de ensino fundamental e médio da região; e outra com jipeiros e motoqueiros que costumam fazer trilhas na área não regularizada do parque.
Com relação à primeira, o projeto vai mobilizar alunos e professores para conscientizar a comunidade sobre os riscos que o uso indevido do fogo traz ao parque. Ainda hoje, moradores da Canastra têm o hábito de limpar os quintais de suas casas ou propriedades ateando fogo no lixo. Uma pequena fagulha pode causar grandes incêndios florestais.
“O uso indevido do fogo tem sido uma das principais causas dos incêndios ocorridos nos últimos anos no interior do parque, principalmente nos períodos mais secos. Queremos envolver alunos e professores no trabalho de conscientização, de orientação dos moradores sobre os cuidados, sobre a conduta que todos devem adotar para evitar esse risco”, diz Darlan de Pádua, chefe do parque.
De acordo com o projeto, professores e alunos serão convidados a participar de palestras e reuniões com a comunidade e a contribuir na elaboração e distriuição de materais de divulgação sobre o uso indevido do fogo. Eles podem, ainda, definir, junto com os gestores do parque, estratégias mais eficientes para obter o apoio dos moradores às ações de proteção ambiental.
Jipeiros e motoqueiros
Para jipeiros e motoqueiros, o projeto reserva uma participação ainda mais efetiva. Além de atuarem no trabalho de convencimento e conscientização dos produtores rurais a respeito do manejo correto do fogo, eles serão chamados a servir como uma espécie de colaboradores informais, alertando gestores e brigadistas sobre a ocorrência de algum sinal de fumaça ou foco de incêndio no interior da unidade.
“Como eles estão sempre fazendo trilha na área não regularizada do parque, podem nos ajudar avisando a descoberta de algum sinal de fumaça ou foco de incêndio. Assim, poderemos acionar as nossas brigadas mais rapidamente, tornando o combate ao fogo mais ágil e eficiente”, afirma Darlan, que promete procurar as associações de jipeiros e motoqueiros para estabelecer essa articulação.
A primeira rodada de discussão sobre o projeto ocorre na próxima terça durante do conselho consultivo. Em seguida, o documento, com as contribuições dos conselheiros, será levado a debate as várias comunidades do entorno do parque, principalmente os grupos que deverão participar diretamente da execução das propostas.
O Parque Nacional da Serra da Canastra abrange seis municípios mineiros – São Roque de Minas, Delfinópolis, São João Batista do Glória, Vargem Grande, Capitólio e Sacramento. O seu decreto de criação estabelece uma área de 200 mil hectares, mas apenas 80 mil hectares estão regularizados do ponto de vista fundiário. Além de gestores da unidade, o conselho consultivo é formado por representantes das prefeituras da região, produtores rurais, pequenos agricultores, donos de pousadas, entre outros.
Comunicação ICMBio
sexta-feira, 15 de março de 2013
ESCOLA PÚBLICA DE ARARAQUARA (SP) GANHA HORTA E PROJETO DE RESÍDUOS RECICLÁVEIS
Ação da Associação Bairro Sustentável, da Damha Urbanizadora, movimenta escola no Jardim Paraíso para promover maior integração entre alunos e comunidade
Na próxima segunda-feira, 18, a Damha Urbanizadora, por meio da Associação Bairro Sustentável, realiza mais um projeto para beneficiar comunidades no entorno de seus empreendimentos: a instalação de uma horta e a criação de um espaço adequado para descarte de resíduos recicláveis e orgânicos na EMEF Luiz Roberto Salinas Fortes, no Jardim Paraíso, com o objetivo de promover a integração entre alunos, escola e comunidade, além de incentivar o cultivo de alimentos orgânicos.
A ação ocorrerá das 9h00 às 18h00, reunindo cerca de 800 alunos, pais e funcionários da escola. Os participantes serão auxiliados por especialistas e aprenderão como criar e cuidar da horta e também como cultivar as hortaliças. Isto porque a plantação de alimentos frescos e saudáveis tem impacto direto na melhora da nutrição dos alunos. Eles terão a chance de aprender na prática algumas lições de sustentabilidade e informações sobre o cultivo de alimentos orgânicos. Pretende-se também criar um espaço para descarte de resíduos recicláveis, que servirão de adubo para a horta escolar, otimizando e organizando a coleta seletiva.
O projeto é mais uma iniciativa da Associação Bairro Sustentável, visando melhorar e promover o bem estar dos frequentadores da escola e promover a integração na comunidade. Entre os envolvidos na ação estarão a equipe da ABS, alunos, pais, funcionários da escola e profissionais da Oficina da Sustentabilidade, empresa parceira da Damha Urbanizadora nas ações. No dia 1º deste mês, já aconteceu uma reunião de alinhamento e avaliação do espaço disponível.
“Estamos atuando como facilitadores, viabilizando a criação da horta escolar, propondo soluções, fornecendo todas as ferramentas e orientações necessárias, para que seja feita a implantação do projeto”, diz Fernanda Toledo, Presidente da Associação Bairro Sustentável. “A ação também será uma boa oportunidade de promover a colaboração entre alunos e escola com a comunidade.”
quinta-feira, 14 de março de 2013
PARQUE DA CHAPADA DOS VEADEIROS CAPACITA CONDUTORES
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, unidade de conservação administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), na região nordeste de Goiás, acaba de promover, em parceria com o Corpo de Bombeiros de Planaltina de Goiás (GO), curso de reciclagem em primeiros socorros, salvamento aquático e prevenção e combate a incêndios florestais para condutores turísticos (guias) locais.
O curso, realizado entre os dias 7 e 8 passados, enfocou temas como prevenção e socorro, introdução pré-hospitalar, avaliação primária e secundária, traumas, queimaduras, ressuscitação cardio-pulmonar (RCP), salvamento aquático, formas de abordagem e retirada da vítima. Foram dadas também instruções sobre os tipos de aceiro (debaste de faixa de terra para impedir a propagação do fogo) que são feitos na unidade de conservação.
Desde janeiro do ano passado, o parque adota a Instrução Normativa do ICMBio nº 8, de 2008, que estabelece normas e procedimentos para a prestação de serviços vinculados à visitação e ao turismo em unidades de conservação federais. Entre outras coisas, a norma dispensa a obrigatoriedade de contratação de condutor turístico por parte dos visitantes, tornando-a optativa.
Mesmo assim, a direção do parque tem como uma de suas metas apoiar a qualificação dos serviços prestados pelos condutores turísticos para reforçar a segurança da visitação no interior da unidade. “Apesar de optativa, nós estimulamos a contratação dos condutores como uma forma de dar mais segurança ao visitante. Se o serviço é mais qualificado, melhor será a opção para o turista”, afirma Carla Guaitanele, que assumiu a chefia do parque há apenas duas semanas.
Segundo Carla, a capacitação proporcionou a integração e troca de experiências entre condutores de turistas, servidores do parque e os bombeiros militares. Ela afirmou ainda que considera muito importante a parceria com o Corpo de Bombeiros e já planeja novos cursos para este ano.
Comunicação ICMBio
quarta-feira, 13 de março de 2013
"SELVA!AMAZÔNIA! CONFIDENCIAL” REVELA A FLORESTA QUE A MÍDIA NÃO MOSTRA
Livro será lançado em abril pela editora Jaguatirica Digitaldivulgação
Um thriller de ação e aventura, com as facetas desconhecidas de países onde golpes financeiros são disfarçados com o sotaque da realeza, e uma Amazônia na qual ecologia e preservação são os valores que menos importam.
Esta é uma obra de ficção, mas qualquer semelhança com lugares, fatos ou pessoas conhecidas NÃO é mera coincidência. O autor de Selva! Amazônia Confidencial viveu boa parte das histórias presentes nas páginas deste seu primeiro livro; sua narrativa apenas altera identidades e as desloca no tempo e espaço.
J.C de Toledo Hungaro, então adolescente da classe média alta paulistana, fugiu de casa e começou a vida como garimpeiro, aos 14 anos. Intelectualizado, perspicaz, obstinado e petulante, em fins da década de 1960, aos 16 anos, já conquistara seu próprio empreendimento em plena Amazônia, negociando com os maiores compradores de ouro do Brasil nas grandes capitais. Hoje, ex-profissional do mercado financeiro e radicado no Uruguai, Toledo Hungaro trabalha como gestor de fortunas alheias. É um grande contador de histórias e, desde 1998, se dedica ao ofício da literatura.
Em Selva! Amazônia Confidencial (www.selvaolivro.com), ele revela tudo o que escutou e testemunhou entre florestas e cafés parisienses, vitórias-régias e pubs londrinos na pele do alter ego Fernando de Castro Aranjuez: um aventureiro machista e irresistível que transita em águas internacionais, se apaixona, honra amizades e, sobretudo, garimpa, defende e esconde seus maiores tesouros.
TRECHOS
“’Garimpar, encontrar a fortuna e não poder carregar’, ele pensou, o eterno trio de opções que atormentam o imaginário coletivo dos povos da floresta. Porque não encontrar ouro será sempre o menor dos problemas, uma vez que a fome, a frustração e a malária nem sempre matam imediatamente”.
“Ele ainda tinha a maior parte do dinheiro que recebera pelo ouro vendido, mas era uma reserva para a sua longa viagem programada a São Paulo, o verdadeiro oceano financeiro onde todos os rios de negócios deságuam. O destino final de todos os garimpos deste continente chamado Brasil”.
“Antes de fechar o cofre, viu rapidamente a sua cédula de identidade de aluno-oficial, algumas fotos antigas e um envelope grosso de papel encerado com três pequenos pedaços de ouro fundido, que ele mesmo queimara e armazenara para dias de necessidade ou para a aposentadoria. As pequenas porções agora pareciam ridículas, e ele sorriu com com estes pensamentos”.
Selva!AMAZÔNIA confidencial
Autor: J.C. de Toledo Hungaro
Editora: Jaguatirica Digital (www.jaguatiricadigital.com)
Páginas: 420 / Formato: 17x24
Livro impresso: R$ 59,90 Livro digital: R$ 39,90
Livro digital na Amazon (para kindle): R$ 19,90
terça-feira, 12 de março de 2013
DIRETORA DO GOOGLE EARTH DARÁ PALESTRA NO ICMBIO
Nesta terça (12), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) recebe, para palestra em seu auditório, em Brasília, a diretora de Engenharia do Google Earth Engine, Rebecca Moore. O evento está previsto para começar as 15h. A sede do ICMBio fica na EQSW 103/104, Complexo Administrativo, Setor Sudoeste.
Responsável pelo programa Google Earth Solidário, Rebecca fez uso do Google Earth para evitar o corte de 1.000 hectares de sequóias em sua comunidade. Na palestra a especialista irá mostrar como as organizações estão usando soluções de mapas do Google para aplicações diversas, como mapeamento de florestas e faixas de animais selvagens na Sumatra.
A tecnologia tem auxiliado também no monitoramento do desmatamento da Amazônia, na conservação do litoral da Colúmbia Britânica e no acompanhamento de migrações de espécies ameaçadas em todo o mundo. Também serão apresentados casos que transcendem a área ambiental.
Comunicação ICMBio
segunda-feira, 11 de março de 2013
ICMBIO CRIA MAIS DUAS RESERVAS PARTICULARES
por Fernando Pinto
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (11), as portarias de criação de duas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN). A primeira, de nº 167, instituiu a RPPN O Bosque; e a segunda, de nº 168, a RPPN Reserva Rio das Furnas II.
A RPPN O Bosque, fica situada no município de Gramado no estado do Rio Grande do Sul, e tem uma área de 6,85 hectares e será administrada pelo Condomínio O Bosque. Já a RPPN Reserva Rio das Furnas II está situada no município de Alfredo Wagner, em Santa Catarina, com área de 43,51 hectares e será administrada por Renato Rizzaro.
Comunicação ICMBio
quinta-feira, 7 de março de 2013
ROUBAM ATÉ OS NOSSOS PEIXES ORNAMENTAIS NA AMAZÔNIA
Fiscalização do Ibama combate tráfico internacional de peixes ornamentais no Amazonas
Manaus (07/03/2013) – A fiscalização do Ibama no Amazonas apreendeu 6.200 alevinos de Aruanã Branca, três lanchas rápidas, oito redes de pesca e aplicou multas no valor de R$ 72,4 mil, em operação realizada em parceria com a Funai nos municípios de Tocantins e Santo Antônio do Iça, no Alto Solimões, estado do Amazonas. Dois homens, um colombiano e um peruano foram detidos pela polícia.
A operação chamada Morumbi, em tupi significa guerra de emboscada, visa combater o tráfico internacional de alevinos de Aruanã, espécie apreciada como peixe ornamental e de grande valor no mercado asiático que os considera semelhante a um dragão, animal auspicioso.
O Ibama e a Funai intensificarão as ações para coibir esse crime ambiental, que produz perda da biodiversidade e desabastecimento das comunidades indígenas e ribeirinhas. É uma atividade de grandes impactos negativos, pois, para capturar os alevinos é necessário matar o pai que carrega os filhotes na
boca, além de induzir os indígenas a participarem da captura e praticarem atos ilegais.
Além dos indígenas, os intermediários colombianos e peruanos também agenciam os ribeirinhos, que entregam os peixes por R$1,50 a R$2,50. O Ibama avalia que o tráfico internacional de peixes ornamentais vem se intensificando e, que, os rios Solimões e Japurá estão sendo usados como rota para os vizinhos Colômbia e Peru.
Ascom/Ibama
Colaborou – Henrique Tremante de Castro Ibama/AM
segunda-feira, 4 de março de 2013
52,85% dos jovens têm o hábito de reciclar o lixo diariamente
A preocupação com os danos causados pelo homem ao planeta aumentou consideravelmente nos últimos tempos e a juventude se diz mais consciente quanto a seus atos. Mas, será verdade? Para saber a resposta, o Nube realizou uma pesquisa com a seguinte questão: “Qual seu envolvimento com meio ambiente?”. Veja o resultado!
O estudo foi realizado entre 11 e 22 de fevereiro e mais de 1.200 pessoas, entre 15 e 26 anos, deram sua opinião. Dentre as quatro opções de resposta, com 52,85% dos votos, a alternativa “Tenho hábito de reciclar lixo diariamente” foi a grande vencedora.
Para a analista de treinamento do Nube, Rafaela Gonçalves, a alta porcentagem reflete uma adaptação/mudança na forma de lidar com o meio ambiente. “Para a nova geração é muito claro o fato de a sustentabilidade depender de pequenas ações, como realizar descartes em locais corretos, utilizar as lixeiras de coleta seletiva, reaproveitar materiais, economizar água...”, comenta.
Em segundo lugar, com 21,42%, se sobressaiu o “consumo de marcas ecologicamente corretas”, demonstrando a necessidade das grandes corporações investirem em produtos sustentáveis. “É uma nova tendência, um ciclo onde se envolve a responsabilidade ambiental da empresa produtora e a consciência do consumidor na hora de comprar”, explica Rafaela.
Com 17,51%, ou 224 votos, a “postagem de mensagens nas redes sociais” foi a terceira colocada. Mas, é preciso ter em mente o fato de somente comentar sobre o assunto não ser suficiente. “Estar engajado nessas causas já é um primeiro passo, mas mudar hábitos simples pode surtir muito mais efeito”, destaca a analista.
Para quem participa de sites de relacionamento, é válido procurar a página do Greenpeace, pois eles atuam na busca de soluções e manifestações de conscientização ambiental. Pode ser uma boa opção para quem se interessa em ajudar na mudança da situação do planeta.
Por fim, ficaram os movimentos sociais, com 8,21%. Para Rafaela, eles são importantes, pois são fortes alavancadores de discussão e representam uma forma de unir um grupo para uma mesma causa. “Muitas pessoas não têm ideia de como podem fazer a diferença, quando o assunto é preservação do meio ambiente”, explica. Portanto, participar de eventos do tipo auxilia a encontrar formas de solucionar ou minimizar os impactos ambientais.
O resultado mostra uma maior atenção dos jovens com o meio ambiente, mas demonstra como ainda precisamos caminhar muito em direção a um mundo melhor.
Serviço: pesquisa aponta a preocupação dos jovens com o meio ambiente e revela quais ações são feitas para preservar a natureza.
Fonte: Rafaela Gonçalves, analista de treinamento do Nube
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