Thaís Alves
Uma ação conjunta do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) foi realizada no início de março com o objetivo de coibir a exploração ilegal de madeira no entorno da Reserva Biológica Tapirapé, unidade de conservação (UC) situada a 200 km de Marabá, no Pará, e integrante do Mosaico de Carajás, na Floresta Amazônica.
Os agentes de fiscalização aplicaram cerca de R$ 195 mil em multas, apreenderam um caminhão, um trator e 55 metros cúbicos de castanheiras-do-Pará já serradas, o equivalente a dois caminhões cheios. Na ocasião, foram identificados mais de 30 hectares de florestas danificadas pela derrubada ilegal da espécie, que é ameaçada de extinção e protegida por lei contra o corte. Os envolvidos nas derrubadas de castanheiras foram autuados em R$ 5 mil por cada hectare de floresta danificada e tiveram áreas de exploração embargadas.
Comunicação ICMBio
sábado, 17 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
FIQUE COM DEUS PROFESSOR AZIZ - A AMAZÔNIA EM LUTO!

por Ronaldo Kotscho
Morre Aziz Ab'Sáber, decano da geografia física no Brasil
DE SÃO PAULO
O professor Aziz Nacib Ab'Sáber, pesquisador da USP e um dos maiores especialistas em geografia física do país, bem como uma voz ativa nos debates sobre biodiversidade e preservação ambiental, morreu na manhã desta sexta-feira, às 10h20, em São Paulo. Ele tinha 87 anos.
A informação foi dada pela SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), instituição que Ab'Sáber presidiu de 1993 a 1995 e da qual era presidente de honra e conselheiro.
Segundo informações do departamento de geografia da USP, Ab'Sáber morreu em casa. A causa da morte ainda não foi identificada. Não há, por enquanto, informações sobre o velório do geógrafo.
Ab'Sáber nasceu em São Luís do Paraitinga (SP) em 24 de outubro de 1924. Seu pai era libanês.
Ao ler esta notícia no site da Folha de São Paulo, me veio algumas imagens na minha memória
e percebi o quanto vai fazer falta esse meu amigo, para os brasileiros em geral e para os povos da Amazônia.
Fiz algumas matérias com o Professor Aziz e tive a satisfação de ver publicadas muitas fotos no seu livro sobre a Amazônia.
Navegamos juntos por todo o Rio Amazonas e ele ia comentando sobre tudo que aparecia na nossa frente. Conhecia todas as plantas, toda a fauna e principalmente a carência que o povo ribeirinho tinha.
Fez parte da campanha do Lula e participou da Caravana das Águas, e fui testemunha de suas palestras para o futuro presidente.
Depois da eleição ganha, todas as suas brilhantes ideias foram abandonadas e a turma do presidente não ouvia mais as suas analises. Diziam que estava velho demais...
Triste Brasil que não respeita as suas inteligências...
Fique com Deus, brilhante amigo. O céu vai ficar mais bonito!
FEIRA DA CONSTRUÇÃO APRESENTA PRODUTOS SUSTENTÁVEIS COMPLEXOS
A tendência de produtos sustentáveis na cadeia de construção civil está claramente mais forte a cada ano, exigindo muita criatividade dos fabricantes. É o que se nota nos
preparativos para a 20ª Feicon Batimat – Salão Internacional da Construção, que
ocorre de 27 a 31 de março no Anhembi, em São Paulo.
Vários dos 800 expositores da feira, originários de 12 países, investiram em itens sustentáveis do chão ao teto, literalmente. Pisos que imitam madeiras raras, telhas
translúcidas e com madeiramento econômico, tintas e revestimentos especiais,
além de produtos para gestão elétrica, são alguns dos itens de
destaque.
No caso da Revitech, a empresa recria fielmente texturas de árvores nacionais ameaçadas de extinção ou proibidas para comercialização em pisos compostos por 70% de PVC reciclado
pós-consumo, sem uso de madeira de verdade. A linha é fabricada seguindo boas
práticas que contam pontos para a obtenção do LEED (Leadership in Energy and
Environmental Design), certificação sustentável do Green Building Council. A
demanda é tanta que os produtos devem responder por 15% do faturamento da
companhia neste ano.
Madeira também é o foco da Brasilit, cuja telha colonial, sem amianto na composição, utiliza um sistema de madeiramento que permite 25% de economia de matéria-prima. Já as telhas
residenciais translúcidas portuguesas e romanas da Esaf, dependendo da área
total que ocuparem, podem promover um diferente tipo de economia – a elétrica. A
tinta Biotherm, da Biomassa, também, pois reflete quase todo o calor.
O revestimento cerâmico
da Tecnogrés tem alta resistência aos elementos naturais e até mesmo a
pichações, facilmente removidas com água e esponja abrasiva, sendo indicado para
fachadas, muros e paredes externas, mantendo a cor original por mais tempo, o
que aumenta o intervalo entre as manutenções e os gastos resultantes. A
Schneider Electric é outra marca que aposta na sustentabilidade com suas placas,
interruptores e sensores livres de substâncias tóxicas que economizam até 30% de
energia por meio de sistemas de gestão elétrica. Função também dos timers
digitais do DNI-Key West, que possui produtos até para áreas externas, como
luminárias solares.
Economia do lado de fora da casa pode ser obtida inclusive na piscina, por meio do Placalor da Sibrape, que transfere o calor do sol diretamente para a água por meio de tubulações de
polipropileno com classificação “A” em eficiência energética. Vários outros
produtos sustentáveis serão lançados no Brasil na 20ª Feicon Batimat, maior
feira do setor na América Latina, organizada e promovida pela Reed Exhibitions
Alcantara Machado. O público-alvo é formado por arquitetos, engenheiros,
construtores, designers de interiores, incorporadores, revendedores e lojistas.
Mais informações:
FEICON BATIMAT
Data: de
27 a 31 de
Março de 2012
Horário: Terça à sexta das 10h às 19h – Sábado das 9h às
17h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209 -
São Paulo
www.feicon.com.br
Fonte: Brandpress
preparativos para a 20ª Feicon Batimat – Salão Internacional da Construção, que
ocorre de 27 a 31 de março no Anhembi, em São Paulo.
Vários dos 800 expositores da feira, originários de 12 países, investiram em itens sustentáveis do chão ao teto, literalmente. Pisos que imitam madeiras raras, telhas
translúcidas e com madeiramento econômico, tintas e revestimentos especiais,
além de produtos para gestão elétrica, são alguns dos itens de
destaque.
No caso da Revitech, a empresa recria fielmente texturas de árvores nacionais ameaçadas de extinção ou proibidas para comercialização em pisos compostos por 70% de PVC reciclado
pós-consumo, sem uso de madeira de verdade. A linha é fabricada seguindo boas
práticas que contam pontos para a obtenção do LEED (Leadership in Energy and
Environmental Design), certificação sustentável do Green Building Council. A
demanda é tanta que os produtos devem responder por 15% do faturamento da
companhia neste ano.
Madeira também é o foco da Brasilit, cuja telha colonial, sem amianto na composição, utiliza um sistema de madeiramento que permite 25% de economia de matéria-prima. Já as telhas
residenciais translúcidas portuguesas e romanas da Esaf, dependendo da área
total que ocuparem, podem promover um diferente tipo de economia – a elétrica. A
tinta Biotherm, da Biomassa, também, pois reflete quase todo o calor.
O revestimento cerâmico
da Tecnogrés tem alta resistência aos elementos naturais e até mesmo a
pichações, facilmente removidas com água e esponja abrasiva, sendo indicado para
fachadas, muros e paredes externas, mantendo a cor original por mais tempo, o
que aumenta o intervalo entre as manutenções e os gastos resultantes. A
Schneider Electric é outra marca que aposta na sustentabilidade com suas placas,
interruptores e sensores livres de substâncias tóxicas que economizam até 30% de
energia por meio de sistemas de gestão elétrica. Função também dos timers
digitais do DNI-Key West, que possui produtos até para áreas externas, como
luminárias solares.
Economia do lado de fora da casa pode ser obtida inclusive na piscina, por meio do Placalor da Sibrape, que transfere o calor do sol diretamente para a água por meio de tubulações de
polipropileno com classificação “A” em eficiência energética. Vários outros
produtos sustentáveis serão lançados no Brasil na 20ª Feicon Batimat, maior
feira do setor na América Latina, organizada e promovida pela Reed Exhibitions
Alcantara Machado. O público-alvo é formado por arquitetos, engenheiros,
construtores, designers de interiores, incorporadores, revendedores e lojistas.
Mais informações:
FEICON BATIMAT
Data: de
27 a 31 de
Março de 2012
Horário: Terça à sexta das 10h às 19h – Sábado das 9h às
17h
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209 -
São Paulo
www.feicon.com.br
Fonte: Brandpress
quinta-feira, 15 de março de 2012
7º Congresso GIFE discute soluções para cidades mais sustentáveis
O 7º Congresso GIFE, que será realizado entre os dias 26 e 30 de março, em São Paulo, no hotel Sheraton, apresenta às cerca de 1000 lideranças nacionais e internacionais participantes uma completa programação sob o tema “Novas Fronteiras do Investimento Social”, para análise e discussão sobre o investimento social no Brasil. Todas as atividades serão lideradas por grandes ícones do setor, tais como Ignacy Sachs, École des hautes études en sciences sociales (Paris), Ana Mercedes Botero, da Fundação Corona Colômbia y Bogotá Cómo Vamos, e Claudia Bustamante – Nueva Región Cómo Vamos (Chile).
Confira, abaixo, a programação específica sobre Cidades Sustentáveis.
Data: 29/03 (quinta-feira)
Horário: 9h – 13h
O papel do investimento social na construção de cidades sustentáveis
Discutir a importância das cidades como o espaço responsável por prover qualidade de vida ao cidadão e a sustentabilidade do planeta. Conhecer e reconhecer novas e tradicionais formas de exercer a cidadania a partir da incidência e do controle das políticas públicas e identificar oportunidades para o investimento social maximizar seus resultados quando orientado para as questões sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais no âmbito das cidades. A sessão será organizada em dois momentos: (1) situar o debate a partir de experiências práticas, apresentando reflexões conceituais acerca do tema; e (2) promover o engajamento político da sociedade civil e do setor empresarial em movimentos por cidades sustentáveis.
Palestrantes:
Parte I – 9h – 11h:
Ignacy Sachs - École des hautes études en sciences sociales (Paris)
Eduardo “Ted” Lago – Nossa São Luiz
Mauricio Broinizi – Nossa São Paulo
Parte II – 11h30 – 13h:
Alejandro Andrés Toscano – IBM (Argentina)
Ana Mercedes Botero – Fundação Corona y Cómo Vamos (Colômbia)
Claudia Bustamante – Nueva Región Cómo Vamos (Chile)
Marcus Fuchs – Avina [mediador]
* Haverá tradução simultânea português-espanhol nesta sessão.
Data: 27/03 (terça-feira)
Horário: 14h – 18h
Local: Sala Matisse
Mudanças Climáticas e Meio Ambiente Urbano – Desafios e Oportunidades - ATIVIDADE PARALELA
Organização responsável: ClimateWorks Foundation (CWF) – Iniciativa Clima América Latina (ICAL)
O tema mudanças climáticas associado à vida urbana é algo novo do ponto de vista de uma abordagem conceitual, embora há tempos já faça parte das nossas vidas. É comum vermos o tema mudanças climáticas relacionado a florestas (desmatamento ou reflorestamento). Considerando o fato que hoje em dia somos uma espécie muito mais urbana do que rural – especialmente no Brasil onde 85% da população vive nas cidades, urge a necessidade de buscarmos práticas mais sustentáveis e uma melhor qualidade de vida nos centros urbanos e, em última instância, pensando em soluções quanto a questão do clima.
Temas para discussão: Tendo como referência para discussão o contexto acima apresentado, este evento tratará dos seguintes assuntos:
Política Climática: (a) o contexto global; (b) o que o Brasil tem feito – mudanças climáticas “como um todo” (florestas e meio urbano); e (c) desafios futuros para o Brasil.
Transportes: (a) como pensar e reorientar o sistema de transportes das cidades favorecendo seus habitantes e o clima do planeta; (b) como uma nova visão de planejamento urbano pode influenciar uma cidade a repensar sua conduta e buscar por soluções mais saudáveis, agradáveis e sustentáveis?; (c) como algumas cidades estão encaminhando este assunto de forma ousada, mas viável?
Resíduos Sólidos: (a) resíduos sólidos e a nova política nacional; e (b) o que está sendo feito e o que precisa ser feito para tratar estes temas de forma responsável e saudável?
Evento aberto e gratuito. Inscrição por e-mail, com nome completo, instituição e endereço eletrônico, no endereço georgia.pessoa@climateworks.org com o assunto “Inscrição GIFE”.
Sobre o Congresso GIFE:
O Congresso GIFE é o principal encontro sobre investimento social do Brasil, realizado desde 2000 a cada dois anos. O evento reúne as principais lideranças de investidores sociais do país, além de dirigentes de organizações da sociedade civil, acadêmicos, consultores e representantes de governos, proporcionando um espaço para aprendizado, relacionamento e troca de experiências entre os diversos atores envolvidos em ações sociais, culturais e ambientais.
As edições passadas aconteceram no Rio de Janeiro (2010), Salvador (2008), Curitiba (2006), São Paulo (2004), Fortaleza (2002) e Vitória (2000), enfatizando a perspectiva nacional do evento.
A escolha dos temas dos congressos sempre foi baseada na missão do GIFE, “de aperfeiçoar e difundir conceitos e práticas do uso de recursos privados para o desenvolvimento do bem comum, contribuindo assim para a promoção do desenvolvimento sustentável do Brasil”, mas também no contexto tanto do país quanto do cenário do ISP, pois como um importante palco de discussões e reflexões, o congresso antecipa tendências e rumos dos investimentos.
A rede GIFE facilita a presença constante de palestrantes e participantes internacionais, o que amplia ainda mais o intercâmbio de informações e referências entre práticas de ISP entre país.
A sétima edição do Congresso GIFE, em 2012, tem patrocínio master da Fundação Bradesco, Fundação Roberto Marinho, Fundação Vale e da Petrobrás.
7º Congresso GIFE
Quando: 26 a 30 de março de 2012
Onde: Hotel Sheraton – Av. das Nações Unidas, 12.559, Brooklin Novo - São Paulo
Inscrições e informações: www.congressogife.org.br
Confira, abaixo, a programação específica sobre Cidades Sustentáveis.
Data: 29/03 (quinta-feira)
Horário: 9h – 13h
O papel do investimento social na construção de cidades sustentáveis
Discutir a importância das cidades como o espaço responsável por prover qualidade de vida ao cidadão e a sustentabilidade do planeta. Conhecer e reconhecer novas e tradicionais formas de exercer a cidadania a partir da incidência e do controle das políticas públicas e identificar oportunidades para o investimento social maximizar seus resultados quando orientado para as questões sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais no âmbito das cidades. A sessão será organizada em dois momentos: (1) situar o debate a partir de experiências práticas, apresentando reflexões conceituais acerca do tema; e (2) promover o engajamento político da sociedade civil e do setor empresarial em movimentos por cidades sustentáveis.
Palestrantes:
Parte I – 9h – 11h:
Ignacy Sachs - École des hautes études en sciences sociales (Paris)
Eduardo “Ted” Lago – Nossa São Luiz
Mauricio Broinizi – Nossa São Paulo
Parte II – 11h30 – 13h:
Alejandro Andrés Toscano – IBM (Argentina)
Ana Mercedes Botero – Fundação Corona y Cómo Vamos (Colômbia)
Claudia Bustamante – Nueva Región Cómo Vamos (Chile)
Marcus Fuchs – Avina [mediador]
* Haverá tradução simultânea português-espanhol nesta sessão.
Data: 27/03 (terça-feira)
Horário: 14h – 18h
Local: Sala Matisse
Mudanças Climáticas e Meio Ambiente Urbano – Desafios e Oportunidades - ATIVIDADE PARALELA
Organização responsável: ClimateWorks Foundation (CWF) – Iniciativa Clima América Latina (ICAL)
O tema mudanças climáticas associado à vida urbana é algo novo do ponto de vista de uma abordagem conceitual, embora há tempos já faça parte das nossas vidas. É comum vermos o tema mudanças climáticas relacionado a florestas (desmatamento ou reflorestamento). Considerando o fato que hoje em dia somos uma espécie muito mais urbana do que rural – especialmente no Brasil onde 85% da população vive nas cidades, urge a necessidade de buscarmos práticas mais sustentáveis e uma melhor qualidade de vida nos centros urbanos e, em última instância, pensando em soluções quanto a questão do clima.
Temas para discussão: Tendo como referência para discussão o contexto acima apresentado, este evento tratará dos seguintes assuntos:
Política Climática: (a) o contexto global; (b) o que o Brasil tem feito – mudanças climáticas “como um todo” (florestas e meio urbano); e (c) desafios futuros para o Brasil.
Transportes: (a) como pensar e reorientar o sistema de transportes das cidades favorecendo seus habitantes e o clima do planeta; (b) como uma nova visão de planejamento urbano pode influenciar uma cidade a repensar sua conduta e buscar por soluções mais saudáveis, agradáveis e sustentáveis?; (c) como algumas cidades estão encaminhando este assunto de forma ousada, mas viável?
Resíduos Sólidos: (a) resíduos sólidos e a nova política nacional; e (b) o que está sendo feito e o que precisa ser feito para tratar estes temas de forma responsável e saudável?
Evento aberto e gratuito. Inscrição por e-mail, com nome completo, instituição e endereço eletrônico, no endereço georgia.pessoa@climateworks.org com o assunto “Inscrição GIFE”.
Sobre o Congresso GIFE:
O Congresso GIFE é o principal encontro sobre investimento social do Brasil, realizado desde 2000 a cada dois anos. O evento reúne as principais lideranças de investidores sociais do país, além de dirigentes de organizações da sociedade civil, acadêmicos, consultores e representantes de governos, proporcionando um espaço para aprendizado, relacionamento e troca de experiências entre os diversos atores envolvidos em ações sociais, culturais e ambientais.
As edições passadas aconteceram no Rio de Janeiro (2010), Salvador (2008), Curitiba (2006), São Paulo (2004), Fortaleza (2002) e Vitória (2000), enfatizando a perspectiva nacional do evento.
A escolha dos temas dos congressos sempre foi baseada na missão do GIFE, “de aperfeiçoar e difundir conceitos e práticas do uso de recursos privados para o desenvolvimento do bem comum, contribuindo assim para a promoção do desenvolvimento sustentável do Brasil”, mas também no contexto tanto do país quanto do cenário do ISP, pois como um importante palco de discussões e reflexões, o congresso antecipa tendências e rumos dos investimentos.
A rede GIFE facilita a presença constante de palestrantes e participantes internacionais, o que amplia ainda mais o intercâmbio de informações e referências entre práticas de ISP entre país.
A sétima edição do Congresso GIFE, em 2012, tem patrocínio master da Fundação Bradesco, Fundação Roberto Marinho, Fundação Vale e da Petrobrás.
7º Congresso GIFE
Quando: 26 a 30 de março de 2012
Onde: Hotel Sheraton – Av. das Nações Unidas, 12.559, Brooklin Novo - São Paulo
Inscrições e informações: www.congressogife.org.br
Manejo florestal tende a se fortalecer com demanda por produtos sustentáveis
Foto: Ronaldo Kotscho
Mercado interno, que consome cerca de 80% da madeira produzida na Amazônia, dá sinais de maior preocupação com origem legal. Extração planejada, por meio do manejo, conserva a floresta.
O manejo florestal, que é o uso planejado e sustentável da floresta para obter madeira e produtos como óleos e sementes, tende a ganhar força como estratégia de proteção delas. É o que afirma o diretor do diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Antônio Carlos Hummel, por ocasião do Dia de Proteção às Florestas, comemorado em 17 de julho.
Segundo Hummel, essa tendência é impulsionada, entre outros fatores, pela exigência crescente de madeira legal, originada do manejo. "O mercado interno, que consome quase 80% da madeira processada na Amazônia, mostra sinais de consumo mais consciente, como a existência de acordos, principalmente no estado de São Paulo, para a obtenção de madeira de fontes legais".
As exportações de madeira, embora representem uma fatia menor do mercado, estimulam a produção legal, pois os principais compradores - que são Estados Unidos e Europa -, exigem comprovação de origem. Em 2009, norte-americanos e europeus importaram em torno de 70% da madeira destinada ao exterior.
POLÍTICAS PÚBLICAS - Ao lado da influência exercida pelo mercado, Hummel destaca as políticas de comando e controle e de fomento ao uso sustentável das florestas desenvolvidas pelo governo federal, entre elas, as concessões florestais, em que a única forma de produção permitida é o manejo. "Existe uma tendência forte da fiscalização, o que inibe a extração ilegal e predatória e favorece o manejo", diz.
Há mais de 1 milhão de hectares de floresta previstos em pré-editais, editais e contratos de concessão florestal federal. Por meio das concessões, empresas, cooperativas e associações têm acesso à floresta para produzir madeira de forma sustentável, em contratos de até 40 anos de duração.
Estimativas do Serviço Florestal mostram que a atividade produtiva sustentável em 10 milhões de hectares de florestas públicas em flonas poderia atender 20% da demanda por madeira tropical. "É necessário disponibilizar mais 20 a 25 milhões de hectares para concessão, de florestas hoje não destinadas, para termos uma economia madeireira sustentável na Amazônia, pois as concessões ordenam a atividade madeireira, combatem o desmatamento e evitam a grilagem", afirma.
Os estados também estão mobilizados para realizar concessões. O Pará concluirá em breve o processo de concessão para uma área de 150 mil hectares e estados como Amapá e Acre se articulam para adotar esse instrumento. Já o manejo feito por comunidades ganhou apoio com o Programa Federal de Manejo Comunitário e Familiar.
Segundo Hummel, o manejo florestal é uma das principais alternativas para manter a floresta em pé frente às pressões exercidas por outras atividades econômicas sobre os biomas, principalmente a Amazônia. "O manejo mostra que floresta pode valer mais em pé. Manejo é um caminho sem volta, associado ao pagamento dos outros serviços que a floresta oferece", diz.
Fonte: Serviço Florestal Brasileiro
Jovens de comunidades carentes participarão da Rio+20
A inclusão social é uma das marcas que o Comitê Nacional Organizador da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, pretende imprimir ao evento. O comitê vai convidar pelo menos 1 mil jovens de comunidades carentes do Rio de Janeiro para participar de diversos serviços durante o encontro, tanto no Centro de Convenções Riocentro, na zona oeste, local da agenda oficial, quanto nas áreas destinadas a eventos paralelos.
Segundo a coordenação de imprensa da Rio+20, os jovens receberão treinamento em meio ambiente, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, além de temas específicos da conferência, como economia verde, erradicação da pobreza e governança global.
Embora não estejam definidas todas as tarefas que os grupos de jovens irão desempenhar na Rio+20, já está certo que eles ajudarão na informação ao público e na acessibilidade aos locais. Serão também um elo entre a organização da conferência e a sociedade. Poderão ainda trabalhar como voluntários, ajudando pessoas portadoras de deficiência na locomoção e acesso aos eventos.
O Comitê Nacional de Organização da Rio+20, o governo do estado e a prefeitura do Rio vão definir quem fará o treinamento da mão de obra e ajudará no planejamento dos serviços. Segundo a coordenação de imprensa, os organizadores estão abertos ao engajamento de entidades que queiram participar da promoção de inclusão social na Rio+20.
Fonte:
Agência Brasil
Segundo a coordenação de imprensa da Rio+20, os jovens receberão treinamento em meio ambiente, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, além de temas específicos da conferência, como economia verde, erradicação da pobreza e governança global.
Embora não estejam definidas todas as tarefas que os grupos de jovens irão desempenhar na Rio+20, já está certo que eles ajudarão na informação ao público e na acessibilidade aos locais. Serão também um elo entre a organização da conferência e a sociedade. Poderão ainda trabalhar como voluntários, ajudando pessoas portadoras de deficiência na locomoção e acesso aos eventos.
O Comitê Nacional de Organização da Rio+20, o governo do estado e a prefeitura do Rio vão definir quem fará o treinamento da mão de obra e ajudará no planejamento dos serviços. Segundo a coordenação de imprensa, os organizadores estão abertos ao engajamento de entidades que queiram participar da promoção de inclusão social na Rio+20.
Fonte:
Agência Brasil
Escola infantil promove Dia da Troca com Troco
Produtos foram confeccionados pelos alunos
Para incentivar os trabalhos manuais e criar uma consciência social nos alunos, a Materna – Escola Infantil, unidade São Bernardo do Campo, promoverá no dia 21 de outubro (sexta-feira) às 17 horas, o Dia da Troca com Troco.
Neste dia produtos como geleia caseira, brinquedos e objetos artesanais, produzidos pelos alunos na faixa etária até 6 anos, serão disponibilizados para troca. Para adquirir os materiais expostos, os visitantes deverão trocá-los por um brinquedo novo embalado para presente, que será doado para a Creche São Luiz, localizada na rua Miguel Arco e Flexa, 41 – Vila Euclides – São Bernardo do Campo. A entrega será feita pelos próprios alunos.
A unidade São Bernardo está localizada na alameda Dona Tereza Cristina, 225 – Nova Petrópolis.
Sobre a escola: A Materna iniciou suas atividades em São Bernardo do Campo há 14 anos e abriu a segunda unidade em 2007, em Santo André. É associada à Unesco e no início de 2002 foi a primeira escola de Educação Infantil no mundo a receber o título de Junior Mascot, concedido pela Life-Link, uma instituição sueca que promove ações e projetos ligados à Unesco.
A escola recebeu este título em reconhecimento ao trabalho ambiental, às ações voluntárias e às campanhas de arrecadação de alimentos e agasalhos para instituições de caridade de São Bernardo e Santo André. E no início de 2003, a Materna recebeu o selo ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental, passando a ser a segunda escola infantil no mundo a possuir este selo.
Fonte: Brandpress
Para incentivar os trabalhos manuais e criar uma consciência social nos alunos, a Materna – Escola Infantil, unidade São Bernardo do Campo, promoverá no dia 21 de outubro (sexta-feira) às 17 horas, o Dia da Troca com Troco.
Neste dia produtos como geleia caseira, brinquedos e objetos artesanais, produzidos pelos alunos na faixa etária até 6 anos, serão disponibilizados para troca. Para adquirir os materiais expostos, os visitantes deverão trocá-los por um brinquedo novo embalado para presente, que será doado para a Creche São Luiz, localizada na rua Miguel Arco e Flexa, 41 – Vila Euclides – São Bernardo do Campo. A entrega será feita pelos próprios alunos.
A unidade São Bernardo está localizada na alameda Dona Tereza Cristina, 225 – Nova Petrópolis.
Sobre a escola: A Materna iniciou suas atividades em São Bernardo do Campo há 14 anos e abriu a segunda unidade em 2007, em Santo André. É associada à Unesco e no início de 2002 foi a primeira escola de Educação Infantil no mundo a receber o título de Junior Mascot, concedido pela Life-Link, uma instituição sueca que promove ações e projetos ligados à Unesco.
A escola recebeu este título em reconhecimento ao trabalho ambiental, às ações voluntárias e às campanhas de arrecadação de alimentos e agasalhos para instituições de caridade de São Bernardo e Santo André. E no início de 2003, a Materna recebeu o selo ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental, passando a ser a segunda escola infantil no mundo a possuir este selo.
Fonte: Brandpress
quarta-feira, 14 de março de 2012
Novas antenas prometem ampliar a proteção da Amazônia Legal via satélite

A Amazônia Legal terá mecanismos de controle mais efetivos sobre áreas desmatadas e queimadas. A população também usufruirá de um sistema de previsão climática melhor, permitindo a prevenção de catástrofes e a redução dos efeitos de enchentes nos centros urbanos.
O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), órgão do Ministério da Defesa, investiu R$ 8,2 milhões na aquisição de três antenas e demais equipamentos de recepção de dados por satélites, instaladas nos centros de Manaus (AM), Porto Velho (RO) e Belém (PA). Serão beneficiados os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, além de uma parte de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão.
Cada antena tem 2,4 metros de circunferência e está protegida por uma esfera (radome) de proteção de mais de quatro metros. Esse equipamento possibilitará o recebimento diário e em tempo real de imagens de satélites da Administração Nacional Atmosférica e Oceânica dos Estados Unidos (NOAA 15, 16, 17, 18 e 19), da Agência Espacial Europeia (Metop 2) e da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA), como Terra, Acqua, NPP e NPOESS.
“Com a resolução temporal (frequência de imagens) podemos identificar desmatamentos, repassando essa informação ao órgão parceiro”, explica a coordenadora operacional Jaci Saraiva, do Centro Regional de Belém.
O sistema permite, também, ampliar os dados sobre pressão e umidade do ar, além de determinar tipos, temperaturas e tamanhos de nuvens. “As informações serão utilizadas para a previsão do tempo e estudos climáticos”, ressalta o diretor Técnico do Sipam, Cristiano Cunha. Segundo ele, são captadas características físicas da terra e oceanos, indicações de calor na superfície terrena, medição dos níveis de ozônio e concentração de clorofila.
Precisão
Segundo a coordenadora de Operações do Centro Regional de Porto Velho, Ana Cristina Strava, o processamento, independente das imagens, permitirá aprofundamento e ganho de qualidade em trabalhos já realizados pelo Sipam. “O monitoramento de queimadas e a avaliação do desmatamento em áreas especiais são alguns exemplos”, afirma.
Os dados captados pelas antenas são “traduzidos” por um sistema denominado Terascan, que possibilita a recepção automática, processamento e visualização das informações do satélite para posterior elaboração de produtos. Além disso, todo o monitoramento será disponibilizado às instituições parceiras que utilizam sensoriamento remoto nas áreas ambientais, oceanográficas e meteorológicas.
Com investimento de R$ 1,4 milhão, foram instaladas mais duas antenas exclusivas, nos centros Regional de Manaus e de Coordenação Geral em Brasília (DF). Os equipamentos recepcionam dados dos satélites GOES (11, 12, 13 e 14), compatível com upgrade para GOES-R, que devido às suas características geoestacionárias requerem um receptor fixo (diferente dos demais, que acompanham a passagem dos satélites). Cada antena tem 3,7 metros de circunferência.
De acordo com o meteorologista Renato Senna, do Centro Regional de Manaus, o equipamento possibilita o acesso imediato às imagens de satélite da série GOES sobre a América do Sul em alta resolução.
O software adquirido (LEADS) proporciona uma série de recursos que vão melhorar a interpretação dos sistemas meteorológicos atuantes na região. “Isso facilita o nosso trabalho e acarreta em maior acuidade de previsões de curtíssimo prazo trazendo como consequência mais segurança à população”, ressalta Senna.
Ainda de acordo com o meteorologista, a instalação dos equipamentos implicou em novas rotinas operacionais que permitem a animação de sequências de imagens de satélite e a colocação de "alvos" em pontos específicos que facilitam o monitoramento em tempo contínuo dos sistemas meteorológicos.
Foto: Sipam
O TRIPÉ DA SUSTENTABILIDADE EM BRASÍLIA
Brasília produz diariamente mais oito mil toneladas de lixo domiciliar e comercial, deste total, apenas 2% é reciclado, o restante é descartado em lixões - principalmente no da estrutural.
Para resolver esse problema, o Secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal , Eduardo Brandão, comunicou durante o 1° Seminário sobre Meio Ambiente – Gestão Ambiental e Desenvolvimento Responsável , que a saída é a construção do novo aterro sanitário do DF que será instalado próximo ao setor noroeste de Samambaia.
Segundo o secretário, é preciso transformar todo o panorama do lixo no DF, estruturando a questão no tripé: Responsabilidade social, sustentabilidade e economia. Em relação à questão social, Brandão relatou que a prioridade é construir galpões e transformar os catadores de lixo em agentes de reciclagem. “Temos que tirar os catadores do lixões e das condições subumanas de vida em que operam” disse. O secretário afirmou que irá construir oito galpões para abrigar os recicladores.
O Seminário sobre Meio Ambiente- Gestão Ambiental e Desenvolvimento Responsável é uma realização do Instituto de Gestão Tecnológica, com o patrocínio da Petrobrás. As atividades são gratuitas e estão sendo realizadas nestas terça e quarta-feiras (13 e 14/03), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Fonte: Brandpress
Para resolver esse problema, o Secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal , Eduardo Brandão, comunicou durante o 1° Seminário sobre Meio Ambiente – Gestão Ambiental e Desenvolvimento Responsável , que a saída é a construção do novo aterro sanitário do DF que será instalado próximo ao setor noroeste de Samambaia.
Segundo o secretário, é preciso transformar todo o panorama do lixo no DF, estruturando a questão no tripé: Responsabilidade social, sustentabilidade e economia. Em relação à questão social, Brandão relatou que a prioridade é construir galpões e transformar os catadores de lixo em agentes de reciclagem. “Temos que tirar os catadores do lixões e das condições subumanas de vida em que operam” disse. O secretário afirmou que irá construir oito galpões para abrigar os recicladores.
O Seminário sobre Meio Ambiente- Gestão Ambiental e Desenvolvimento Responsável é uma realização do Instituto de Gestão Tecnológica, com o patrocínio da Petrobrás. As atividades são gratuitas e estão sendo realizadas nestas terça e quarta-feiras (13 e 14/03), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Fonte: Brandpress
terça-feira, 13 de março de 2012
ANA equipa sete estados com Salas de Situação para prevenção de cheias e secas
A Agência Nacional de Águas (ANA) tem enviado equipamentos para a montagem de Salas de Situação para monitorarem os rios de sete estados: Acre, Bahia, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. As estações também acompanham o volume de chuvas, o que permite que os profissionais das Salas de Situação cruzem as informações com o nível dos rios e avaliem com antecedência as regiões onde podem ocorrer cheias ou secas, evitando perdas humanas e prejuízos econômicos.
Trechos de importantes rios serão monitorados pelas Salas de Situação no Piauí (Parnaíba, Poti e Uruçuí-Preto), na Paraíba (Piranhas-Açu, Paraibinha e Piancó), em Roraima (Branco, Iacatu e Uraricoera) e em Sergipe (São Francisco, Poxim, Vaza Barris, Capivara, Piauitinga e Cotinguira).
O plano da ANA é cobrir todo o território brasileiro com Salas de Situação estaduais, com o apoio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden),órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e da Secretaria Nacional de Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração Nacional.
Trechos de importantes rios serão monitorados pelas Salas de Situação no Piauí (Parnaíba, Poti e Uruçuí-Preto), na Paraíba (Piranhas-Açu, Paraibinha e Piancó), em Roraima (Branco, Iacatu e Uraricoera) e em Sergipe (São Francisco, Poxim, Vaza Barris, Capivara, Piauitinga e Cotinguira).
O plano da ANA é cobrir todo o território brasileiro com Salas de Situação estaduais, com o apoio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden),órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e da Secretaria Nacional de Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração Nacional.
Jaguatirica é filmada em área adotada no Paraná
Registro comprova a conservação da biodiversidade na propriedade
Uma jaguatirica e uma irara foram flagradas, em uma propriedade em Bocaiuva do Sul, Paraná. Os registros foram feitos nos dias 12, 13 e 21 de fevereiro. Há três anos, a propriedade Cerro das Flores faz parte do Programa Desmatamento Evitado (PDE) da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e possui 100 hectares de área adotada. As imagens foram registradas com uma câmera fotográfica acoplada a um sensor capaz de identificar a presença de animais.
A jaguatirica encontra-se ameaçada em toda a sua área de distribuição devido ao desmatamento e à caça para o comércio ilegal de peles. O animal ocupa uma grande variedade de habitats e alimenta-se principalmente de pequenos mamíferos, como roedores e também aves, serpentes, lagartos e até mesmo jovens de veados e porcos-do-mato. De acordo com Denilson Cardoso, coordenador do PDE, essa aparição é importante porque a jaguatirica não é uma espécie comum de ser encontrada. “Isso demonstra que a conservação das áreas pode nos trazer inúmeras surpresas e que a ação de proteção que estamos fazendo é significativa, maior do que conseguimos ver de imediato. Propriedades como essa poderiam servir de grande sitio de pesquisa para universidades”, ressalta.
Além da jaguatirica, a câmera oculta também registrou uma irara na propriedade. Fora da lista de animais ameaçados de extinção no Paraná, a irara (Eira barbara) tem um aspecto semelhante às martas e fuinhas, podendo atingir 60 cm de comprimento, não incluindo a cauda, que sozinha chega a 47 cm. A irara, também conhecida no Brasil de papa-mel, tem corpo esguio, o pescoço alongado e as pernas compridas. Habita as florestas e também os campos. Predominantemente diurna, possui costumes solitários e apresenta grande agilidade, podendo nadar e escalar com facilidade. Tem ampla distribuição e é considerada um dos predadores de médio-porte mais abundantes onde ocorre. O desmatamento é a principal ameaça à espécie.
Programa Desmatamento Evitado
Adaptado do projeto de Adoção de Áreas que teve a sua primeira iniciativa em 2003 com a Posigraf, empresa do Grupo Positivo, o Programa Desmatamento Evitado foi concebido, a partir de 2007, e consiste na adoção de áreas particulares em bom estado de conservação, por meio do repasse financeiro, oriundo de empresas parceiras, aos proprietários dessas áreas, para que mantenham seus esforços de proteção, aliado ao subsídio técnico-científico prestado pela SPVS. Esta foi a maneira encontrada pela SPVS para estimular a preservação de remanescentes de florestas ameaçadas como a Floresta com Araucária, uma formação específica da Mata Atlântica.
O projeto gera resultados ambientais, econômicos e sociais, pois, ao se conservar áreas naturais, mantêm a biodiversidade e os serviços ambientais essenciais para a vida no planeta, fomenta o combate às mudanças climáticas decorrentes de ações antropogênicas, além de contribuir na geração de empregos e na manutenção das famílias nas áreas preservadas.
O PDE também tem a intenção de desenvolver modelos que inspirem a criação de políticas públicas para geração de escala e perenidade para as ações de conservação e apoio aos remanescentes naturais, bem como o intuito de incentivar os proprietários a transformarem as suas propriedades em Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), mecanismo para conservação de áreas privadas.
Em 2011, o PDE alcançou resultados expressivos para a conservação da natureza, entre eles a adoção de 1.650 hectares de Floresta com Araucária, distribuídos em sete novas áreas, totalizando 4.100 hectares preservados, em 28 áreas. Destas, seis estão em processo ou já são RPPNs, por meio do apoio do Programa.
Assista aos vídeos:
Jaguatirica - http://youtu.be/ZE5I4uOZ-IM
Irara - http://youtu.be/nfePqO7G5iY
Uma jaguatirica e uma irara foram flagradas, em uma propriedade em Bocaiuva do Sul, Paraná. Os registros foram feitos nos dias 12, 13 e 21 de fevereiro. Há três anos, a propriedade Cerro das Flores faz parte do Programa Desmatamento Evitado (PDE) da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e possui 100 hectares de área adotada. As imagens foram registradas com uma câmera fotográfica acoplada a um sensor capaz de identificar a presença de animais.
A jaguatirica encontra-se ameaçada em toda a sua área de distribuição devido ao desmatamento e à caça para o comércio ilegal de peles. O animal ocupa uma grande variedade de habitats e alimenta-se principalmente de pequenos mamíferos, como roedores e também aves, serpentes, lagartos e até mesmo jovens de veados e porcos-do-mato. De acordo com Denilson Cardoso, coordenador do PDE, essa aparição é importante porque a jaguatirica não é uma espécie comum de ser encontrada. “Isso demonstra que a conservação das áreas pode nos trazer inúmeras surpresas e que a ação de proteção que estamos fazendo é significativa, maior do que conseguimos ver de imediato. Propriedades como essa poderiam servir de grande sitio de pesquisa para universidades”, ressalta.
Além da jaguatirica, a câmera oculta também registrou uma irara na propriedade. Fora da lista de animais ameaçados de extinção no Paraná, a irara (Eira barbara) tem um aspecto semelhante às martas e fuinhas, podendo atingir 60 cm de comprimento, não incluindo a cauda, que sozinha chega a 47 cm. A irara, também conhecida no Brasil de papa-mel, tem corpo esguio, o pescoço alongado e as pernas compridas. Habita as florestas e também os campos. Predominantemente diurna, possui costumes solitários e apresenta grande agilidade, podendo nadar e escalar com facilidade. Tem ampla distribuição e é considerada um dos predadores de médio-porte mais abundantes onde ocorre. O desmatamento é a principal ameaça à espécie.
Programa Desmatamento Evitado
Adaptado do projeto de Adoção de Áreas que teve a sua primeira iniciativa em 2003 com a Posigraf, empresa do Grupo Positivo, o Programa Desmatamento Evitado foi concebido, a partir de 2007, e consiste na adoção de áreas particulares em bom estado de conservação, por meio do repasse financeiro, oriundo de empresas parceiras, aos proprietários dessas áreas, para que mantenham seus esforços de proteção, aliado ao subsídio técnico-científico prestado pela SPVS. Esta foi a maneira encontrada pela SPVS para estimular a preservação de remanescentes de florestas ameaçadas como a Floresta com Araucária, uma formação específica da Mata Atlântica.
O projeto gera resultados ambientais, econômicos e sociais, pois, ao se conservar áreas naturais, mantêm a biodiversidade e os serviços ambientais essenciais para a vida no planeta, fomenta o combate às mudanças climáticas decorrentes de ações antropogênicas, além de contribuir na geração de empregos e na manutenção das famílias nas áreas preservadas.
O PDE também tem a intenção de desenvolver modelos que inspirem a criação de políticas públicas para geração de escala e perenidade para as ações de conservação e apoio aos remanescentes naturais, bem como o intuito de incentivar os proprietários a transformarem as suas propriedades em Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), mecanismo para conservação de áreas privadas.
Em 2011, o PDE alcançou resultados expressivos para a conservação da natureza, entre eles a adoção de 1.650 hectares de Floresta com Araucária, distribuídos em sete novas áreas, totalizando 4.100 hectares preservados, em 28 áreas. Destas, seis estão em processo ou já são RPPNs, por meio do apoio do Programa.
Assista aos vídeos:
Jaguatirica - http://youtu.be/ZE5I4uOZ-IM
Irara - http://youtu.be/nfePqO7G5iY
segunda-feira, 12 de março de 2012
CHAPADA DOS VEADEIROS LANÇA VÍDEO DO PATO MERGULHÃO
por Rodrigo Rueda
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em parceria com a empresa Serra da Mesa Transmissora de Energia (SMTE), concessionária da linha de transmissão que sai da Hidroelétrica de Serra da Mesa e que passa próximo ao parque, desenvolveram um vídeo sobre o Pato Mergulhão (Mergus octosetaceus) que ficará em exibição permanente no Centro de Visitantes do parque.
A ideia é contribuir na oferta de informações disponíveis aos visitantes sobre a unidade de conservação (UC) gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e principalmente sobre a conservação da espécie que está criticamente em perigo. De acordo com o Termo de Reciprocidade que será firmado entre o ICMBio e a empresa de energia, está prevista a doação de uma TV e DVD para a exibição do vídeo.
Pato Mergulhão
É uma das aves mais ameaçadas de extinção em toda a região neotropical, sendo a única representante da Tribo Mergini no Hemisfério Sul. Sedentário, altamente territorial e monogâmico, ocorria em baixíssimas densidades em rios límpidos e encachoeirados, cercados por florestas e até 1.300 m de altitude. No período reprodutivo, o topete da fêmea é menor. As vocalizações diferem entre os sexos e os indivíduos respondem à imitação do seu canto. Essas aves ocupam grandes territórios lineares nos rios, com média, de 10 km de comprimento.
É uma espécie tímida e arredia, afastando-se ao menor sinal de perturbação. Vive aos casais ou em pequenos grupos familiares. A reprodução ocorre entre junho e outubro. Nidifica em ocos de árvores. A fêmea coloca até 8 ovos de coloração branco-sujo, que são incubados por ela. Os filhotes, nidífugos, são cuidados pelos pais por cerca de 6 meses. É o único representante da Tribo Mergini em que o macho auxilia no cuidado com os filhotes. Alimenta-se de peixes. Os filhotes consomem pequenos invertebrados, coletados à flor da água. Nas horas mais quentes, costuma dormir sobre as pedras, no meio do rio. É uma espécie exigente com relação à qualidade de seu habitat. Necessita de águas límpidas e não tolera bem a presença humana. (MACHADO et al., 2008)
Em 2006 foi lançado o Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação do Pato Mergulhão. O plano conta com uma série de ações de conservação recomendadas, como a recuperação de habitats degradados, monitoramento de sítios chave com detalhes sobre o número de aves, reprodução, qualidade da água e características do habitat, dentre outras ações. Para saber mais sobre o PAN para Conservação do Pato Mergulhão, clique aqui.
ICMBio
Confira abaixo, o vídeo sobre o Pato Mergulhão.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=gTV_xIdB4r4#!
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em parceria com a empresa Serra da Mesa Transmissora de Energia (SMTE), concessionária da linha de transmissão que sai da Hidroelétrica de Serra da Mesa e que passa próximo ao parque, desenvolveram um vídeo sobre o Pato Mergulhão (Mergus octosetaceus) que ficará em exibição permanente no Centro de Visitantes do parque.
A ideia é contribuir na oferta de informações disponíveis aos visitantes sobre a unidade de conservação (UC) gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), e principalmente sobre a conservação da espécie que está criticamente em perigo. De acordo com o Termo de Reciprocidade que será firmado entre o ICMBio e a empresa de energia, está prevista a doação de uma TV e DVD para a exibição do vídeo.
Pato Mergulhão
É uma das aves mais ameaçadas de extinção em toda a região neotropical, sendo a única representante da Tribo Mergini no Hemisfério Sul. Sedentário, altamente territorial e monogâmico, ocorria em baixíssimas densidades em rios límpidos e encachoeirados, cercados por florestas e até 1.300 m de altitude. No período reprodutivo, o topete da fêmea é menor. As vocalizações diferem entre os sexos e os indivíduos respondem à imitação do seu canto. Essas aves ocupam grandes territórios lineares nos rios, com média, de 10 km de comprimento.
É uma espécie tímida e arredia, afastando-se ao menor sinal de perturbação. Vive aos casais ou em pequenos grupos familiares. A reprodução ocorre entre junho e outubro. Nidifica em ocos de árvores. A fêmea coloca até 8 ovos de coloração branco-sujo, que são incubados por ela. Os filhotes, nidífugos, são cuidados pelos pais por cerca de 6 meses. É o único representante da Tribo Mergini em que o macho auxilia no cuidado com os filhotes. Alimenta-se de peixes. Os filhotes consomem pequenos invertebrados, coletados à flor da água. Nas horas mais quentes, costuma dormir sobre as pedras, no meio do rio. É uma espécie exigente com relação à qualidade de seu habitat. Necessita de águas límpidas e não tolera bem a presença humana. (MACHADO et al., 2008)
Em 2006 foi lançado o Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação do Pato Mergulhão. O plano conta com uma série de ações de conservação recomendadas, como a recuperação de habitats degradados, monitoramento de sítios chave com detalhes sobre o número de aves, reprodução, qualidade da água e características do habitat, dentre outras ações. Para saber mais sobre o PAN para Conservação do Pato Mergulhão, clique aqui.
ICMBio
Confira abaixo, o vídeo sobre o Pato Mergulhão.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=gTV_xIdB4r4#!
Em em Paraty, projeto de capacitação digital para artesãos

Por Roberto Andrade
Ninui lança em Paraty projeto de capacitação digital para artesãos
A Ninui inicia neste mês de junho as atividades do Projeto CAICO – Capacitação Digital para Inclusão Comercial – que beneficiará 80 artesãos de comunidades tradicionais de Paraty, formadas por caiçaras, quilombolas, indígenas e caipiras.
O projeto é financiado pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e conta com o apoio do Governo do Estado do RJ, do Banco do Brasil e da Prefeitura de Paraty.
O projeto promove a idéia de ajudar os artesãos da região sul-fluminense a vender seus produtos pela internet e surgiu da análise do histórico de dificuldades e limitações que estas comunidades enfrentam para transformar seu trabalho em renda. Após o processo de criação e fabricação de suas peças e adereços, quase todos estes artesãos enfrentam diversas barreiras de logística e de operação comercial.
A Ninui – primeira plataforma brasileira gratuita de negócios – está focada no desenvolvimento de projetos voltados à promoção do comércio justo, apoio ao empreendedorismo e geração de oportunidades de inclusão digital e comercial à população. A empresa tem sede na cidade de Paraty-RJ, de onde coordena vários projetos no Brasil e no exterior, vinculados aos conceitos de responsabilidade social e desenvolvimento sustentável.
O Projeto CAICO terá a duração de 16 meses e beneficiará diretamente 80 artesãos de comunidades caipiras, caiçaras, quilombolas e indígenas da região sul-fluminense. Sua metodologia prevê o desenvolvimento de oficinas voltadas a ensinar os artesãos destas comunidades a montar e manter gratuitamente uma loja própria na internet, através da utilização de recursos de texto, foto e vídeo, técnicas de comunicação e marketing e uso de redes sociais, entre outras.
Visando garantir a qualidade dos conteúdos e metodologias das oficinas de capacitação, a Ninui criou um Comitê de Avaliação permanente do projeto, formado por representantes da sociedade civil, do poder público, do mercado e do terceiro setor. Este comitê fará o acompanhamento permanente das atividades programadas e auxiliará na condução e avaliação do projeto em todas as suas etapas.
As atividades do projeto CAICO serão divididas dentro do seguinte conjunto de conteúdos: Introdução ao programa; Introdução ao comércio eletrônico (Web e Mobile); A loja virtual; Oficina de fotografia; Oficina de vídeo; Oficina de texto; Oficina de e-marketing; Oficina de atendimento ao cliente; Aplicação das técnicas de Texto e e-marketing; Lançamento das lojas; Acompanhamento e apoio pós-lançamento; Encerramento e análise dos resultados.
Como ação de apoio aos artesãos beneficiados pelo Projeto CAICO a Ninui fará o lançamento em outubro deste ano da Casa Ninui Paraty, espaço voltado à capacitação digital e comercial de empreendedores individuais, produção de conteúdos interativos e digitais e comercialização de produtos artesanais das comunidades tradicionais participantes do projeto.
O projeto CAICO contempla ainda em seu conjunto de atividades a criação e operacionalização da Rota do Artesanato, que levará turistas, pesquisadores, estudantes e os próprios artesãos até as comunidades tradicionais participantes do projeto, para que conheçam e vivenciem presencialmente os processos de criação e produção de artesanato em cada uma das comunidades envolvidas.
O projeto CAICO é coordenado pela jornalista Thalita Maiani e tem direção executiva de Karina Rehavia e Roberto Andrade, diretores da Ninui e responsáveis pela implementação dos projetos da empresa no Brasil e no exterior. O Comitê de Avaliação do projeto é coordenado pela professora doutora Mercedes Cywinski.
Serviço Florestal debate, na Itália, relatório de florestas da FAO para 2015
FOTO: Ronaldo Kotscho
Especialistas vão discutir temas que deverão ser incluídos na próxima versão do documento, que funciona como instrumento de análise das florestas no mundo
Representantes de mais de 10 países e de organismos internacionais reúnem-se a partir desta segunda-feira, 12/03, em Ispra, na Itália, para discutir a preparação do próximo relatório mundial sobre florestas feito pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
Os relatórios, chamados de Avaliação dos Recursos Florestais Mundiais, ou Global Forest Resources Assessment (FRA), em inglês, são divulgados a cada cinco anos e produzidos com o auxílio de especialistas de diversos países, entre eles o Brasil, que será representado pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB).
A ideia é que o próximo FRA, que será lançado em 2015, aborde questões como a pressão sobre as florestas e sua relação com a demanda por alimentos e combustíveis, por exemplo, e amplie sua capacidade de influenciar políticas, estimular a cooperação multilateral, além de ações para o uso sustentável dos recursos florestais.
“A presença do Brasil permite que participemos da formulação de mudanças e adaptações para o próximo levantamento, antecipando e evitando dificuldades e contribuindo para que as informações a serem produzidas pelo FRA 2015 ganhem em qualidade e sejam apresentadas em formato que possibilite o uso por um público cada vez maior”, afirma o diretor de Pesquisa e Informações Florestais do SFB, Joberto Freitas, que no ano passado foi escolhido para exercer a vice-presidência do Grupo Consultivo do FRA até 2015.
Durante o encontro, será discutido o escopo e o conteúdo do próximo relatório, o processo para coleta das informações e de sua análise. Também será debatido como aprimorar o compartilhamento das informações e das experiências entre os países e as organizações parceiras para aumentar a qualidade dos dados e sua acessibilidade para os diferentes públicos que utilizam o documento.
Participam do encontro representantes da Alemanha, Austrália, Chile, China, Estados Unidos, Finlândia, Índia, Indonésia, Rússia, Senegal e Suíça, além de integrantes da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), Fórum das Nações Unidas sobre Florestas (UNFF) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP).
Brasília discute meio ambiente e gestão sustentável
Árvores de lixo, projeções de animais em extinção, exposições
fotográficas, debates, oficinas, apresentação de projetos e outras
atividades irão marcar o I Seminário de Meio Ambiente Gestão Ambiental
e Desenvolvimento Responsável.
O evento será realizado dias 13 e 14 de março ,no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, sob a coordenação do Instituto de Gestão Tecnológica com
o patrocínio da Petrobrás e o apoio do Governo do Distrito Federal.
Autoridades dos três níveis de governo, estudantes, analistas
ambientais e ativistas do movimento ambientalistas estarão presentes.
Na programção, temas como os 50 anos de preservação do parque Nacional
de Brasília sob a responsabilidade do Instituto Chico Mendes de
Biodiversidade -ICMBIO, Projetos de Sustentabilidade dos Mananciais do
Distrito Federal e Entorno, pela CAESB, Lei Nacional de Regularização
Fundiária e sua aplicação no DF, Elaboração dos Planos Municipais de
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e o futuros sustentável do
Distrito Federal estarão na pauta.
A abertura do evento ficará a cargo do Governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, que apresentará as políticas de meio ambinete do DF.
Programação completa no site: www.institutogt.com.br
Mais informações: ascom.institutogt@gmail.com
Fonte: Brandpress
fotográficas, debates, oficinas, apresentação de projetos e outras
atividades irão marcar o I Seminário de Meio Ambiente Gestão Ambiental
e Desenvolvimento Responsável.
O evento será realizado dias 13 e 14 de março ,no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, sob a coordenação do Instituto de Gestão Tecnológica com
o patrocínio da Petrobrás e o apoio do Governo do Distrito Federal.
Autoridades dos três níveis de governo, estudantes, analistas
ambientais e ativistas do movimento ambientalistas estarão presentes.
Na programção, temas como os 50 anos de preservação do parque Nacional
de Brasília sob a responsabilidade do Instituto Chico Mendes de
Biodiversidade -ICMBIO, Projetos de Sustentabilidade dos Mananciais do
Distrito Federal e Entorno, pela CAESB, Lei Nacional de Regularização
Fundiária e sua aplicação no DF, Elaboração dos Planos Municipais de
Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e o futuros sustentável do
Distrito Federal estarão na pauta.
A abertura do evento ficará a cargo do Governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, que apresentará as políticas de meio ambinete do DF.
Programação completa no site: www.institutogt.com.br
Mais informações: ascom.institutogt@gmail.com
Fonte: Brandpress
domingo, 11 de março de 2012
Ibama promove workshop internacional sobre manejo do fogo como ferramenta para a prevenção de incêndios florestais
De 12 a 14 de março, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com o apoio da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), promoverá o workshop internacional Manejo do Fogo como Ferramenta para a Prevenção de Incêndios Florestais.
O objetivo do evento é discutir a aplicabilidade do manejo de fogo no cerrado brasileiro, considerando os diversos aspectos dos ecossistemas e paisagens naturais bem como aspectos socioeconômicos de cada região de modo a construir estratégias de manejo e proposta de políticas públicas sobre o tema.
O workshop contará com palestras de pesquisadores e gestores brasileiros com experiência de manejo do fogo no bioma cerrado e palestras sobre as experiências existentes nas savanas de Gana, Malawi, Moçambique, Quênia, República Democrática do Congo, Tanzânia e Zâmbia.
O fogo é um dos fatores determinantes na formação de grande parte das savanas existentes no mundo. Na África, a aplicação de queimadas controladas é uma das ferramentas mais importantes utilizadas na conservação da biodiversidade e na prevenção dos incêndios florestais.
No Brasil, entretanto, predomina a política de exclusão do fogo em todos os ecossistemas, com resultados questionáveis principalmente no cerrado e no pantanal. Um exemplo é o aumento na ocorrência de grandes incêndios de comportamento extremo, com alto poder de destruição e elevados custos de combate nestes biomas.
Apesar dos investimentos existentes em novas tecnologias e de ser considerada uma ferramenta arcaica, que pode resultar em prejuízos ambientais diversos, muitos pesquisadores defendem a utilização do fogo no manejo do cerrado brasileiro, a exemplo do que é realizado com sucesso em diversas partes do mundo.
A utilização criteriosa do manejo do fogo pode auxiliar tanto na diminuição das emissões de CO2,, através da prevenção de grandes incêndios florestais, quanto na conservação da biodiversidade do cerrado, auxiliando no cumprimento da legislação ambiental brasileira, no Plano Nacional de Mudanças do Clima e nos compromissos internacionais firmados pelo Brasil. Sendo assim, o evento ocorre num momento estratégico para o governo brasileiro, que tem buscado discutir políticas de desenvolvimento sustentável.
O evento será realizado no auditório I do Ibama-sede e contará com programação entre 8h e 18h (intervalo de duas horas para almoço).
Para mais informações, entrar em contato com o a equipe de organização:
International Workshop: Fire Management as a Tool to Prevent Forest Wildfires
Prevfogo – Ibama
SCEN, Trecho 2, Brasília/DF, 70818-900, Brasil
telefone: +55 (61) 3316-1857
e-mail: fire.workshop.2012@gmail.com
Prevfogo/Ibama
O objetivo do evento é discutir a aplicabilidade do manejo de fogo no cerrado brasileiro, considerando os diversos aspectos dos ecossistemas e paisagens naturais bem como aspectos socioeconômicos de cada região de modo a construir estratégias de manejo e proposta de políticas públicas sobre o tema.
O workshop contará com palestras de pesquisadores e gestores brasileiros com experiência de manejo do fogo no bioma cerrado e palestras sobre as experiências existentes nas savanas de Gana, Malawi, Moçambique, Quênia, República Democrática do Congo, Tanzânia e Zâmbia.
O fogo é um dos fatores determinantes na formação de grande parte das savanas existentes no mundo. Na África, a aplicação de queimadas controladas é uma das ferramentas mais importantes utilizadas na conservação da biodiversidade e na prevenção dos incêndios florestais.
No Brasil, entretanto, predomina a política de exclusão do fogo em todos os ecossistemas, com resultados questionáveis principalmente no cerrado e no pantanal. Um exemplo é o aumento na ocorrência de grandes incêndios de comportamento extremo, com alto poder de destruição e elevados custos de combate nestes biomas.
Apesar dos investimentos existentes em novas tecnologias e de ser considerada uma ferramenta arcaica, que pode resultar em prejuízos ambientais diversos, muitos pesquisadores defendem a utilização do fogo no manejo do cerrado brasileiro, a exemplo do que é realizado com sucesso em diversas partes do mundo.
A utilização criteriosa do manejo do fogo pode auxiliar tanto na diminuição das emissões de CO2,, através da prevenção de grandes incêndios florestais, quanto na conservação da biodiversidade do cerrado, auxiliando no cumprimento da legislação ambiental brasileira, no Plano Nacional de Mudanças do Clima e nos compromissos internacionais firmados pelo Brasil. Sendo assim, o evento ocorre num momento estratégico para o governo brasileiro, que tem buscado discutir políticas de desenvolvimento sustentável.
O evento será realizado no auditório I do Ibama-sede e contará com programação entre 8h e 18h (intervalo de duas horas para almoço).
Para mais informações, entrar em contato com o a equipe de organização:
International Workshop: Fire Management as a Tool to Prevent Forest Wildfires
Prevfogo – Ibama
SCEN, Trecho 2, Brasília/DF, 70818-900, Brasil
telefone: +55 (61) 3316-1857
e-mail: fire.workshop.2012@gmail.com
Prevfogo/Ibama
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