Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

BIODIVERSIDADE GERANDO EMPREGO E RENDA

Uma exposição inédita em Brasília reúne, nesta quinta-feira (10/11), centenas de produtos da biodiversidade brasileira para se ver e degustar. A mostra foi buscar nos biomas brasileiros algumas espécies que só viu quem já foi a uma feira no interior. A idéia é mostrar que é possível gerar emprego e renda para as comunidades tradicionais e povos da floresta sem degradar os ecossistemas.

Os ministérios do Meio Ambiente, Desenvolvimento Social e Combate à Fome e Desenvolvimento Agrário, da Industria e Comércio e Conab mostram, durante a V Conferência Nacional de Arranjos Produtivos Locais, todos os passos para fazer com que produtos do extrativismo e da cultura tradicional possam agregar valor, ser atrativos para o consumidor interno e virarem produtos tipo exportação, exclusivos, "made in Brazil".

"Tradicional Mundo Moderno", o nome da exposição, pode ser vista, também, na internet, pelo endereço: http://comunidades.mda.gov.br, Mas quem for ao Centro de Convenções do Hotel Royal Tulip, no Setor de Hotéis e Turismo Norte, vai poder até mesmo degustar algumas das iguarias tipicamente brasileiras.

A iniciativa tem o objetivo principal de promover os produtos da sociobiodiversidade brasileira, beneficiando diretamente as comunidades tradicionais, a agricultura familiar e os povos da floresta. O visitante vai poder interagir, por meio de um painel, conhecendo todos os paços que levaram os produtos aos mercados. A integração entre ciência, cultura e sociedade é o foco do projeto, apoiado pela cooperação alemã, GIZ

A exposição é também um instrumento de promoção da conservação ambiental do uso sustentável dos recursos naturais, para difundir práticas sustentáveis e o consumo consciente, inclusão produtiva e desenvolvimento econômico sustentável.ASCOM

terça-feira, 8 de novembro de 2011

PORTO DE SÃO SEBASTIÃO – A AMEAÇA VOLTOU


O Ibama, órgão responsável pela aprovação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) do projeto, determinou as datas para as audiências públicas para discussão do projeto de ampliação do Porto de São Sebastião. As audiências foram agendadas para os dias 7 de dezembro, no Ginásio Poliesportivo do Tebar Praia Clube, no Centro de São Sebastião, e no dia 8 de dezembro, no Ilha Flat Hotel & Convention, no Perequê, em Ilhabela, ambas a partir das 18h30.

Representantes da sociedade civil do Litoral Norte paulista já retomaram o contato para analisar o EIA/RIMA aprovado pelo Ibama e para estudar formas de ação, pois da mesma forma como foi em 2009, as comunidades do Litoral Norte exigem que a ampliação do Porto de São Sebastião obedeça a princípios econômicos sadios, além de atender a critérios ambientais sérios.

Não podemos aceitar qualquer porto, trocando resultados que podem ser obtidos com a indústria do Turismo de qualidade, por manejo de conteineres em espaço exiguo, com alternativas de transporte poluentes e perigosas -- tanto para as pessoas como para o ambiente.

A participação maciça da população é muito importante, o seu futuro e o futuro da nossa região estão em jogo.

MARQUE NA SUA AGENDA E COMPAREÇA ÀS DUAS AUDIÊNCIAS!!!

Crianças assistem à revoada do papagaio-de-cara-roxa


Depois de aprenderem sobre educação ambiental, alunos irão presenciar espetáculo de ave ameaçada de extinção

Cerca de 80 alunos e sete professores do ensino fundamental de cinco escolas das ilhas de Superagui, Barbados e Bertioga (comunidades de Guaraqueçaba – PR) participaram ao longo do primeiro semestre de 2011 de oficinas de educação ambiental promovidas pelo projeto de conservação do papagaio-de-cara-roxa da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS). O encerramento do aprendizado acontece amanhã (dia 9), quando os estudantes irão até as proximidades da Ilha do Pinheiro para assistir a revoada do papagaio-de-cara-roxa e visitar o Parque Nacional do Superagui.

Para a realização do projeto, técnicos da SPVS fizeram uma capacitação com os professores das escolas para que eles pudessem repassar os conhecimentos aos alunos. Além das oficinas, as crianças também tiveram que desenvolver uma pesquisa com o tema ambiental, um estímulo para que o assunto continue sendo discutido no ambiente escolar.

Segundo a coordenadora do projeto da SPVS, Elenise Sipinski, o trabalho com as escolas do entorno do Parque Nacional do Superagui, no município de Guaraqueçaba, é fundamental para a preservação da biodiversidade local. “As ilhas em que houve as atividades de educação ambiental são lugares estratégicos para a conservação do papagaio-de-cara-roxa. É preciso aproximar o projeto da comunidade que é parceira nessa iniciativa”, conta.

A educadora ambiental, Daiane Gonzaga, que vem realizando as atividades com os alunos e professores, observa que as oficinas de educação ambiental não devem apenas englobar em seu conteúdo aspectos ecológicos, mas também econômicos, culturais e sociais. “É importante enfatizar o estudo do meio ambiente onde vive o aluno, procurando levantar os principais problemas da comunidade”, aponta.

O projeto de educação ambiental e conservação do papagaio-de-cara-roxa é apoiado pela Pan American Development Foundation (PADF) e pela Royal Caribean Cruises, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Guaraqueçaba e o ICMBio.

ÁRVRES, UM LIVRO QUE COLOCA AS ÁRVORES COMO OBSERVADORAS DA VIDA


'Árvres' não é um livro sobre árvores, como o nome pode sugerir. Orlando Pedroso coloca as árvores como observadoras da vida que acontece ao seu redor. São 62 desenhos em preto e branco, da centena produzida ao longo de um ano e meio pelo artista gráfico e ilustrador, que estão postados em seu fotolog http://www.fotolog.com.br/orlandopedroso. Essas ilustrações trazem o testemunho de gigantescos seres de madeira e folhas de uma forma lúdica, poética e às vezes cruel.

Não se trata, tampouco, de um livro ecológico. É um livro sobre gente, sobre sonhos e poesia.

Orlando dedica seu segundo livro independente de desenhos à centenária e extinta paineira da esquina da Corifeu com a Vital Brasil, no Butantã, em São Paulo que foi testemunha e vítima do progresso da cidade.

Serviço:

Produção independente da Fantasma Editora

Formato: 21x28 cm

Capa 4 cores

Miolo: 72 páginas PxB em papel Chamoix

Prefácio de Efraim Rodrigues

Lançamento: dia 07 de novembro de 2011 no Bar Genial

R. Girassol, 374 - V. Madalena - São Paulo a partir das 19h30

Vendas pelo email: fantasmaeditora@uol.com.br - R$25 +R$5 de postagem

MURIQUI É CANDIDATO A MASCOTE DAS OLÍMPIADAS 2016

Por Thaís Alves

Um ilustre primata é candidato oficial do estado do Rio de Janeiro a mascote das Olímpiadas de 2016. Trata-se do muriqui, divulgado na última semana. O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (CPB/ICMBio), que coordena ações de conservação da espécie desde 2003, participou ativamente na formulação da candidatura deste sociável animal a mascote dos jogos olímpicos.

“Nosso compromisso é apoiar iniciativas que visem dar visibilidade e angariar apoios à conservaço dos primatas brasileiros”, destaca o chefe do CPB Leandro Jerusalinsky. Atualmente há apenas 1,3 mil exemplares da espécie na natureza e a espécie consta na lista de ameaças de extinção.

Para combater isto, em 2005 o Centro começou a construir o Plano de Ação Nacional para Conservação dos Muriquis (PAN Muriquis), composto por 10 metas e 54 ações de curto, médio e longo prazo. O documento foi concluído em 2010 e sua implementação vem sendo coordenada do CPB.

Algumas das principais populações dessa espécie estão protegidas em unidades de conservação federais gerenciadas pelo ICMBio, como o Parque Nacional Serra da Bocaina (RJ/SP), o Parque Nacional Serra dos Órgãos (RJ), a Reserva Biológica Augusto Ruschi (ES), a Reserva Biológica da Mata Escura/MG, o Parque Nacional Alto Cariri/BA, o Parque Nacional Caparaó/MG, o Parque Nacional de Itatiaia/RJ, além de RPPNs reconhecidas pelo ICMBio.

A espécie

De nome tupi-guarani significa 'gente que bamboleia, que vai e vem', a espécie ficou conhecida como o “povo manso” da floresta, em virtude de seus hábitos solidários e de permanencia em grupo. Ele é considerado o maior primata do continente americano e maior mamífero endêmico do país, podendo atingir até 1,5 m de altura.

Ele vive exclusivamente na Mata Atlântica e se divide em duas espécies: o muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus) que ocorre nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e sul da Bahia, e o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) que ocorre nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e parte do Paraná.

De hábito pacífico, raro entre primatas, não costuma competir diretamente por alimentos e fêmeas. Uma de suas características mais marcantes é o fato de gostarem de abraçar uns aos outros. Os animais costumam se abraçar em grupo, pendurados pelas caudas, num grande abraço coletivo.

Com grande importância ecológica como dispersor de sementes, o animal já foi escolhido como símbolo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) da Unesco e do Parque Estadual do Desengano.Ascom/ICMBio

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Oficina mostra boas práticas na extração de óleo de copaíba


Direcionada para comunitários residentes no rio Aripuanã, situado no Sul do Amazonas, a oficina ocorreu na Vila do Carmo, também conhecida como Matá-Matá, envolveu 22 extrativistas e teve o apoio da empresa Firmenich e do Centro Estadual de Unidades de Conservação – vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Ceuc/SDS).

A gestora do Mosaico do Apuí, Aldeíza Lago, explicou que a capacitação teve como objetivo incluir melhorias no processo de extração, manejo e transporte do óleo de copaíba encontrado na região. “A copaíba extraída aqui tem muita qualidade, mas os produtores ainda pecavam em alguns aspectos. Nosso intuito foi mostrar a eles que, com poucos cuidados, eles poderiam melhorar os processos, agregar mais valor ao produto e vendê-lo por um preço mais vantajoso”, declarou a gestora.
Entre outros assuntos, foram discutidos nos encontros a utilização correta de mangueiras, canos de PVC, galões de depósito de óleo e a maneira mais adequada de armazenar o produto antes da venda. As aulas reuniram extrativistas do Matá-Matá, mas também de comunidades vizinhas como Vila Batista e Bela Vista do Guariba.
Regatões e atravessadores
O analista de conservação do WWF-Brasil, Marcelo Cortez, afirmou que a oficina é um primeiro passo para quebrar o ciclo vicioso existente na região entre regatões e atravessadores. Eles compravam a copaíba a preços irrisórios, endividando os extrativistas, causando problemas sociais e empurrando esses profissionais para a prática de atividades insustentáveis. “Além de focarmos nos aspectos técnicos, falamos também de inventários, cuidados com a coleta e o armazenamento”, disse.
Marcelo declarou ainda que os próximos passos do trabalho desenvolvido em Apuí incluem a coleta de informações para a confecção de inventários de copaíba, visando a estruturação de um plano de manejo da espécie naquelas imediações.
“Neste curso, falamos sobre as técnicas de extração e tratamos dos cuidados que devem ser feitos com as espécies. De certa forma, este é o primeiro passo para o manejo da espécie e deixa os extrativistas mais seguros, sabendo de seus direitos e deveres nas futuras comercializações”, contou.
Medida de Desenvolvimento
A oficina está inserida no planejamento estratégico elaborado por uma série de instituições denominada Medida de Desenvolvimento (MD) – Produção Agroflorestal no município de Apuí (AM), cujo objetivo é fortalecer a cadeia produtiva da borracha e copaíba naquela região.
Por meio deste trabalho, a filial brasileira da empresa Firmenich se comprometeu a comprar o óleo de copaíba produzido na área. Além disso, diversas entidades, entre elas o WWF-Brasil, garantem que a produção e venda do produto ocorra sob padrões ambientalmente sustentáveis, garantindo renda justa às associações extrativistas e minimizando os impactos ambientais da atividade econômica na área.
Estão envolvidos na iniciativa o GIZ, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Apuí, o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam), o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), a Cooperativa Extrativista Florestal Familiar de Apuí (Ceffap) e a Associação dos Produtores Agroecológicos de Apuí (Aspoagro).
A gestora do Mosaico do Apuí, Aldeíza Lago, está com grandes expectativas para este trabalho. “A possibilidade da venda da copaíba por um preço justo e com condições mais benéficas para esses produtores trouxe um novo ânimo a essas comunidades, fez com que eles se entusiasmassem e vissem um novo horizonte para a produção sustentável aqui nesta região”, afirmou.

sábado, 5 de novembro de 2011

Estudantes promovem ação pela limpeza da Represa Guarapiranga


Cerca de 300 alunos de diversos colégios participarão da ação “Amigos da Guarapiranga” que será realizada no Parque Praia do Sol, no dia 08 de novembro, Dia Mundial do Urbanismo.

A orla da Represa Guarapiranga está passando por muitas transformações, a região está ficando cada vez mais bonita, porém a Represa também vem sofrendo com o lixo que é despejado nela. O potencial de turismo também está ameaçado, além do lixo afastar as pessoas, as lanchas das marinas que margeiam a região estão encontrando dificuldades para navegar devido ao lixo que enrosca nos motores.

Diante deste quadro, a AESUL – Associação Empresarial da Região sul, irá promover um ato simbólico a partir das 9h na Represa Guarapiranga, no Parque Praia do Sol, no próximo dia 08 de novembro, Dia Mundial do Urbanismo, em prol da preservação e limpeza da Represa. Esta é também uma forma de despertar nos jovens desde cedo à consciência pela preservação do meio em que vivem.

“Existe toda uma preocupação e cuidado com a orla da Guarapiranga, mas a água está muito ruim, daqui a pouco não tem mais barco, não tem mais turismo e o público vai deixar de frequentar”, destaca Renato Jardim, Presidente da AESUL.

Já confirmaram presença na ação “Amigos da Guarapiranga” 12 colégios com aproximadamente 300 alunos. Cada colégio participante irá plantar uma árvore na Praia do Sol para marcar o início deste movimento.

Programação:

9h – Concentração – Parque Praia do Sol – Avenida Atlântica, altura do nº 3.000 – próximo ao Mac Donald´s

10h15 – Abertura: Lançamento oficial do movimento “Amigos da Guarapiranga”.

10h30 – Caminhada: Deslocamento dos alunos pelas áreas reurbanizadas do parque.

10h45 – Plantio de uma muda de árvore na área reflorestada do parque, comemorativa do início do movimento.

11h30 – Coleta Simbólica de Resíduos nas margens da Represa Guarapiranga.

11h45 – Encerramento e dispersão

Fonte Brandpress

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

DILMA NO G20 FALA SOBRE ENERGIA E CLIMA


Ao discursar na manhã de hoje (4) sobre energia e clima em sessão de trabalho do G20, a presidenta Dilma Rousseff defendeu que os países desenvolvidos e em desenvolvimento assumam compromissos diferenciados em relação à emissão de gases de efeito estufa. Segundo ela, a Conferência do Clima das Nações Unidas (Cop 17), que acontece neste mês em Durban, na África do Sul, “não pode ser o insucesso de Copenhague”.

Na Conferência, os países em desenvolvimento vão oferecer contribuição, mas a redução das emissões deve ser compatível com a redução da pobreza, disse a presidenta, lembrando o compromisso voluntário assumido pelo Brasil, em Copenhague, de redução de emissões de 36% a 39% em relação à projeção de 2020.

“Os efeitos perversos sobre a emissão de gases de efeito estufa exigem iniciativas urgentes, sem por obrigações financeiras adicionais aos países em desenvolvimento. A responsabilidade pública dos países desenvolvidos é central e deve ser combinada com a participação da iniciativa privada. Na questão do financiamento, não pode haver obrigações intransponíveis para os países em desenvolvimento.”

Dilma Rousseff destacou ainda que na Rio 92 o mundo tomou conhecimento da questão ambiental. Na visão dela, na Rio+20 – que será realizada em 2012 no Brasil – os países voltarão a discutir o modelo de desenvolvimento que as nações querem para o futuro.

“A reunião não é somente sobre meio ambiente; é também sobre economia verde, erradicação da pobreza e governança internacional para o desenvolvimento sustentável.”

Nascente do Rio Ipitanga recebe cinco mil novas árvores

A nascente do Rio Ipitanga, em Simões Filho, está recebendo esta semana o plantio de cinco mil novas árvores, todas de mudas nativas típicas da região da Mata Atlântica, em uma área de três hectares. A iniciativa da Concessionária Bahia Norte conta com a parceria do Projeto Fábrica de Florestas, desenvolvido pelo INCECC – Instituto Corredor Ecológico Costa dos Coqueiros – e vai envolver moradores através da realização de um Seminário de Restauração Ecológica Comunitária em Nova Esperança, uma das comunidades pertencentes ao Sistema BA-093. A ação foi iniciada na segunda-feira, dia 31 de outubro, e pretende formar um corredor ecológico entre a Área de Proteção Ambiental (APA) Joanes-Ipitanga e o Rio Sauípe. “Nosso objetivo é formar o Corredor Ecológico Costa dos Coqueiros, que se estenderá até o Rio Sauípe, recuperando áreas bastante impactadas pela ocupação desordenada, e possibilitando o trânsito da fauna e da flora nesta região, contribuindo para a diversidade de espécies”, enfatiza Loyane Borges, engenheira florestal do projeto.


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PROJETO “PH DO PLANETA"

Representantes do Grupo Basequímica realizaram uma ação em comemoração ao Ano Internacional da Química com alunos do Cemei João Gilberto Sampaio. A atividade foi desenvolvida a partir da coleta de amostras de água no lago da USP de Ribeirão Preto para medir e avaliar o pH, utilizando soluções indicadoras coloridas.

O exercício faz parte de uma série de propostas do projeto “pH do Planeta”, oferecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) em comemoração ao Ano Internacional da Química. Atividades como essa estão sendo realizadas por órgãos e representantes da química brasileira em todo país. O resultado e a média dos valores obtidos serão inseridos no banco de dados nacional do experimento global, sob os cuidados da Sociedade Brasileira de Química (SBQ).

De acordo com um dos responsáveis pela ação na escola, Ivan Cenzi, do departamento técnico da Basequímica, essas atividades experimentais são importantes para mostrar para os alunos os impactos causados pelo homem ao meio ambiente: “O exercício prático é para que as crianças entendam o que são essas alterações na natureza de que tanto ouvem falar na mídia. Eles interagiram bastante durante o experimento e buscaram informações, o que na minha avaliação foi muito positivo”, comentou Cenzi.

Para a aluna do Cemei Mirelli de Almeida Silva, de 14 anos, a experiência trouxe novos conhecimentos.“Foi bem legal analisar a água, saber o que estamos ingerindo é muitointeressante. Nunca tínhamos feito isso aqui na escola”, disse a aluna.

A Sociedade Brasileira de Química está apresentando um conjunto de ideias e ações destinadas à melhoria da educação e da pesquisa em química no país. O experimento faz parte desse conjunto de ações que são uma maneira de contribuir ativamente para o desenvolvimento de nossa sociedade e a preservação da Terra, tendo como tema “Química Para um Mundo Melhor”.

Fonte:.Brandpress

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Sorocaba é destaque ambiental na Itália


Grupo HL4 Ambiental, SEBRAE e Governo do Estado de São Paulo representarão o Brasil em estande da Italcam – Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura,
na ECOMONDO, uma das principais feiras ambientais do mundo, que acontece na Itália
O sorocabano Herivelto Lopes, presidente do Grupo HL4 Ambiental, tem muitos motivos para comemorar. Depois de anunciar a realização da ECOFAIR – Feira Ambiental de Inovações Regionais, em Sorocaba, entre 16 e 20 de maio de 2012, o grupo acaba de fechar parceria com a Italcam – Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura
“A parceria com a Italcam proporcionará a todas as empresas expositoras e ao município de Sorocaba, uma troca muito rica de experiências”, afirma Herivelto Lopes.
A primeira ação em conjunto das duas entidades deve ocorrer entre 9 e 12 de novembro, durante a ECOMONDO, uma das principais feiras ambientais do mercado, que acontece em Rimini, na Itália. Nessa ocasião, o Grupo HL4 representará o Brasil, juntamente com a INVESTE SÃO PAULO (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, do Governo do Estado de São Paulo) e com o SEBRAE, no estande da Italcam.
A iniciativa tem por objetivo apresentar os trabalhos já desenvolvidos pelo Brasil na área de sustentabilidade e promover o intercâmbio de oportunidades para novas soluções entre as empresas dos dois países. Durante a ECOMONDO as empresas italianas também terão oportunidade de conhecer o excelente trabalho e os resultados que o município de Sorocaba vem conquistando, por meio da apresentação da ECOFAIR.
Para Eduardo Morelli, gerente de marketing institucional da Italcam, a participação do Grupo HL4 na ECOMONDO é uma maneira muito positiva e próxima de mostrar as possibilidades de parceria para as empresas italianas que têm interesse pelo mercado de sustentabilidade no Brasil.
“Além de promover o intercâmbio entre empresas, a ação entre a Italcam e o Grupo HL4 Ambiental, para a ECOFAIR, visa oferecer oportunidades de negócios e parcerias comerciais de sucesso. O potencial de economia sustentável de Sorocaba reforça que a iniciativa tem tudo para abrir muitas portas”, comenta Eduardo.
Nos próximos meses, além da ECOMONDO, tanto o Grupo HL4 Ambiental como a Italcam estarão presentes em outros eventos do setor.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Convênio garante realização dos XI Jogos dos Povos Indígenas

O Ministério do Esporte e o Comitê Intertribal Memória e Ciência Indígena (ICT) assinaram na última sexta-feira (28) um convênio que destina o repasse de R$ 1,3 milhão para realização dos XI Jogos dos Povos Indígenas. Os jogos são o maior evento indígena das Américas.

O convênio esta em conformidade com o Decreto nº 7.568 de 16 de setembro de 2011, assinado pela presidenta Dilma Rousseff, que estabelece novo padrão de conveniamento entre o governo federal e entidades privadas. Entre as exigências do decreto estão a assinatura do convênio por ministro de Estado e realização de seleção pública.

Com o repasse assegurado pelo Ministério do Esporte, será possível viabilizar a montagem da arena dos jogos, a alimentação e o transporte dos indígenas das aldeias de origem a Porto Nacional, no Tocantins, onde acontecerá a 11ª edição dos jogos, de 5 a 12 de novembro, na Ilha Real, ponto turístico da cidade.

Os Jogos dos Povos Indígenas têm apoio do governo do estado de Tocantins. A parceria garantiu repasse no valor de R$ 300 mil para a construção de 32 ocas, uma espécie de Vila Olímpica Verde que abrigará as delegações representadas por mais de 1,3 mil índios de 38 etnias nacionais.

O maior evento indígena das Américas também tem a colaboração da prefeitura de Porto Nacional. A administração municipal colocou à disposição dos jogos sua infraestrutura local. O Comitê Intertribal é uma organização indígena criada em 1991 com a finalidade de promover a cultura, a espiritualidade e o esporte tradicional indígena. Idealizador dos jogos, o ITC também é responsável pela participação indígena na Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) – Rio + 20, que será realizada no Rio de Janeiro em junho de 2012.

Fonte:

Ministério do Esporte

sábado, 29 de outubro de 2011

CDL Uberlândia realiza mais um workshop Empresa Cidadã 2011

A CDL de Uberlândia realizou na última quarta-feira (26) duas palestras. A ação faz parte do Consciência Ecológica, projeto de extensão do Empresa Cidadã. O objetivo do projeto é despertar a consciência ecológica das empresas quanto à necessidade de se preservar os recursos naturais e de se ter uma postura ética em relação ao meio ambiente e contempla a visita em empresas associadas para o levantamento de informações sobre as ações do cotidiano e, com base nas suas maiores necessidades. A técnica do curso de Engenharia Ambiental da UFU, Márcia Regina Batistela de Moraes, falou sobre Gerenciamento de Resíduos Sólidos e a engenheira agrônoma, gestora ambiental e coordenadora do Núcleo de Educação Ambiental da Prefeitura Municipal de Uberlândia, Mônica Diene Rodrigues Oliveira, sobre “Educação Ambiental e Sustentabilidade”. Além de conferências relacionadas ao meio ambiente, o Workshop recebeu a exposição “Viva Arte” da Associação de Catadores e Recicladores de Uberlândia (ACRU).

FonteBrandpress

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Brasil reciclou 97,6% de latas de alumínio produzidas em 2010


28/10/2011

O Brasil reciclou 97,6% das latas de alumínio produzidas para embalagens de bebidas em 2010, um total de 239 mil toneladas de sucata, o equivalente a mais de 17 bilhões de unidades de latas. De acordo com a Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), que divulgaram nesta quinta-feira (27) os resultados, os números de 2010 mostram crescimento de 20,3% na reciclagem e de 21% na produção, em comparação com 2009.

O índice mantém o Brasil na liderança da reciclagem de latas de alumínio para bebidas. No mesmo período, o Japão reciclou 92,6% da produção e a Argentina, 91,1%. Nos Estados Unidos, o índice foi 58,1%, mas o volume de produção é muito maior, cerca de 100 bilhões de latas por ano.

Em 2010, a reciclagem de latas no país movimentou cerca de R$ 1,8 bilhão. Desse total, R$ 555 milhões foram injetados diretamente na coleta. De acordo com o empresariado, o volume de latas de alumínio coletado em 2010 equivale à geração de pelo menos 251 mil empregos no setor.

O MARANHÃO DE SARNEY NÃO TEM JEITO?

Ibama embarga mais de mil hectares de áreas de proteção permanente (APP) no sul do Maranhão

Cerca de 540 km de de bordas de chapada na bacia hidrográfica do rio Mearim, no sul do Maranhão foram vistoriadas pela equipe de fiscalização do Ibama ao longo do mês de outubro. As áreas de chapada destinadas à preservação permanente foram avaliadas e verificou-se a conversão de uso do solo indevida em mais de mil hectares.

Além de embargar as atividades e os produtos existentes nas propriedades, o Ibama aplicou multas que variaram entre R$ 5 e 50 milhões. Essa região é intensamente ocupada por pecuária e por grandes plantações de soja e cana de açúcar.

Ibama/Imperatriz/MA

Foto: Ibama/MA

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

LIMINAR DETERMINA DESOCUPAÇÃO DE BELO MONTE

A Juíza Cristina Collyer Damásio, da 4ª Vara Cível de Altamira, concedeu liminar em favor da Nesa (Norte Energia S.A.) na qual determina a imediata desocupação do principal canteiro de obras da usina hidrelétrica de Belo Monte (PA).

Incentivo ao conhecimento do Meio Ambiente


Com o objetivo de contribuir com os valores culturais da comunidade da região de Sorocaba, o Grupo HL4 Ambiental fará uma ação institucional de doação de livros para a Biblioteca Municipal de Sorocaba. A iniciativa, que acontece com o apoio da Editora IMPETUS, Editora Cortez e Editora Senac, adicionará livros sobre temas diversos e Gestão Ambiental ao acervo da biblioteca, que diariamente oferece uma chance à população do município para desvendar e aprender com o hábito da leitura.
“Ampliar o conhecimento por meio da leitura é uma das coisas mais prazerosas que existem. O livro nos traz oportunidade de ampliarmos nosso vocabulário, sair do lugar comum, dar asas a nossa imaginação e conhecer hábitos e dados de culturas muito diferentes. E tudo isso contribui para nossa melhoria interior”, comenta Herivelto Lopes, presidente do Grupo HL4 Ambiental.
A ação faz parte do cronograma de atividades que antecedem a ECOFAIR - Feira Ambiental de Inovações Regionais (promovida pelo Grupo HL4 Ambiental), em Sorocaba, um dos principais municípios paulistas com grande potencial de economia sustentável. O evento, que apresentará serviços, tendências, cases e propostas focados em Meio Ambiente e Sustentabilidade, acontece entre 16 e 20 de maio de 2012, com a participação de mais de 100 empresas e deve receber cerca de 10 mil pessoas.

PRORROGADO PRAZO PARA RECEBIMENTO DE PROJETOS AO FUNDO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE


por Maria Borba
Ascom/MMA

Brasília (24/10/2011) - O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) prorrogou o prazo limite para inscrições de projetos. A Demanda Espontânea 2011 vai ficar disponível até 4 de novembro. Os interessados deverão acessar a página do Fundo (www.mma.gov.br/fnma) e a do Sistema de Convênios do Governo Federal (Siconv) (www.convenios.gov.br) para obter orientações e instruções detalhadas de como efetuar a inscrição. Uma das chamadas é para o apoio à implementação de Planos de Ação para conservação de comunidades de espécies da fauna ameaçados de extinção.

Este ano, o Fundo vai destinar R$ 3 milhões para os 10 projetos a serem selecionados. Cada um vai receber entre R$ 200 mil e R$ 300 mil e deverá ser executado em 12 meses.Todo ano o conselho lança a Demanda Espontânea com dois temas para apoio a projetos pelo FNMA. Os proponentes deverão ser instituições públicas e instituições privadas sem fins lucrativos.

O FNMA é o fundo de fomento de projetos socioambientais mais antigo da América Latina. Criado em 1989, ele já apoiou mais de 1.400 projetos. Seus recursos são oriundos do Tesouro Nacional e também de 20% das multas de infrações ambientais arrecadadas pelo Ibama e pelo ICMBio.



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

UMA DUCHA NA PRAIA COM ÁGUA DO MAR QUE VIRA ÁGUA DOCE


Instalada no ponto médio entre a maré e o calçadão, em média a 1,50m de profundidade, a Ducha Refresh Brasil suga a água salobra a partir do acionamento manual, beneficia os banhistas, e devolve a água imediatamente a natureza ainda mais pura. A água, naturalmente filtrada pela areia, passa por três escalas de tratamento e cloração, oferece banhos, ilimitados, com a sensação de água doce e reduz 95% da salinidade, 99% das bactérias e coliformes e 10% do pH.

A ducha possui Certificação Sócio-Ambiental e recomendação do IBAMA de Santos/SP. Ecológica, sustentável, leve, desmontável, portátil, estas, entre outras qualidades atraíram um grupo de investidores de São Bernardo do Campo, assim, nos últimos meses, a Refresh Brasil adquiriu personalidade empresarial e linha de produção industrial.

Genuinamente brasileira, a Ducha de Praia Ecológica foi a projetada e pateteada por Armando Fantini, atual gestor técnico da marca, que em exemplo calcula a economia de mais de 1, 8 milhões de litros de água, por dia, na época de alta temporada.

Para Bruno Cardoso, investidor e gestor responsável pela Refresh Brasil, “o que falta são as prefeituras e patrocinadores acreditarem no produto, a ponto de enxergar a viabilidade da ducha no apelo ecológico perante a população, a economia e ao turismo. A nossa ducha oferece economia real, palpável, sem o desperdício da água tratada que em média nacional custa R$ 22,70, pela quantia mínima de dez metros cúbicos, dispensa também o investimento em encanamentos”.

“A questão das duchas nas praias, para as Prefeituras, é um problema muito sério porque, por mais que se invista em sistemas que corte o jato, as duchas acabam estragando e a água vai embora. Na região sul que o inverno é rigoroso, quando chega o frio as pessoas não usam as praias e os equipamentos acabam vandalizados, daí a opção da Refresh Brasil é interessante porque as duchas podem ser retiradas e utilizadas no próximo verão” ressalta Bernardi, do Bandeira Azul no Brasil.

A certificação das praias e marinas, nos países europeus, tornou-se referência para a prática do turismo. A parceria Refresh Brasil e Bandeira Azul visa estimular o turismo em benefício às praias brasileiras enquanto vitrine da ducha de praia ecológica e de novos produtos derivados que estão por vir, como o irrigador de praia para quadras de vôlei, tênis e futebol de areia.

Para especialista, lixo passará de ameaça a oportunidade


Brasil perde cerca de R$ 8 bilhões por ano com a falta de reciclagem. O conceito de Central de Tratamento de Resíduos chega para reverter esta situação

Após duas décadas tramitando no Congresso, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada em agosto de 2010, representa um importante consenso envolvendo as partes dos ciclos da produção de resíduos sólidos no Brasil, além de governo e sociedade civil.

Para Julius Stepansky, diretor de Operações da Haztec, o estabelecimento de um marco regulatório para a gestão desses materiais proporcionará benefícios ambientais, sociais e econômicos sem precedentes. “Segundo o IBGE, mais de 70% dos resíduos gerados no Brasil são destinados a lixões ou similares, sem qualquer tipo de tratamento”, ressalta o executivo. “Com a nova lei, a partir de agosto de 2014 nenhum lixo poderá ser despejado a céu aberto em todo o país”.

A PNRS determina outras metas ambiciosas e necessárias, como a implantação de coleta seletiva em todos os municípios brasileiros e a geração de trabalho, emprego e renda. No caso da coleta, dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB/2008) revelam que 994 cidades dispõem desse serviço, ou seja, apenas 18% dos municípios em todo o território brasileiro.

Além dos benefícios ambientais e sociais, existe o valor econômico dos resíduos. Em estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, descobriu-se que o país perde cerca de R$ 8 bilhões por ano com a falta de reciclagem.

Segundo Stepansky, o manejo racional e eficiente dos resíduos sólidos deixou de ser uma solução distante, futurista e ignorada. “A cada dia, estamos mais próximos de uma realidade onde o lixo passará de ameaça para oportunidade. No Brasil, está se popularizando o conceito de Central de Tratamento de Resíduos (CTR), considerada como a solução mais segura, moderna e eficiente para tratar diversos tipos de resíduos e para permitir a extinção definitiva dos lixões”, observa Stepansky.

Uma CTR é formada por um conjunto de tecnologias que evitam a poluição do solo, ar e água. Formada basicamente por um aterro sanitário que traz consigo um eficiente sistema de impermeabilização do solo, uma CTR tem a capacidade de transformar o chorume em água de reuso e o biogás gerado pelo metano em energia elétrica. Une-se a essas soluções a possibilidade de tratar resíduos da saúde, da indústria e entulho e ainda de abrigar ações de educação ambiental.