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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Supereco ouve a comunidade de São Sebastião para traçar diagnóstico socioambiental


No dia 3 de novembro, o Projeto Tecendo as Águas, do Instituto Supereco, iniciou um Diagnóstico Socioambiental e Sanitário na Bacia do Rio São Francisco, onde se encontra uma das captações de água que abastece parte de Caraguatatuba e São Sebastião, no litoral norte de São Paulo e que integra o sistema Porto Novo-São Francisco. Até meados de dezembro a equipe do Tecendo estará visitando moradias nos bairros São Francisco e Morro do Abrigo, ambos em São Sebastião, e aplicando um questionário que aborda tratamento de esgoto, tipos de moradias, abastecimento de água e destinação do lixo. Tudo isso para gerar um diagnóstico que permita caracterização do estado atual da bacia do Rio São Francisco, entendimento da situação dessas comunidades e a relação que elas possuem com os cursos d`água da região.
Com os dados que estão sendo coletados, a equipe do Instituto Supereco estará elaborando um documento e realizará uma devolutiva entre os meses de junho e julho de 2015. O mesmo estudo será apresentado em reunião com os parceiros envolvidos e lideranças comunitárias como a Prefeitura de São Sebastião, o CBH-LN (Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte) e a Sabesp, entre outros, para avaliação dos resultados, sugestões e validação. O diagnóstico socioambiental e sanitário servirá de base para a implementação e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a região já que mostrará as lacunas existentes nesses bairros e onde são necessários investimentos para a melhoria ambiental e da qualidade de vida da população.
Quem Faz
O Projeto “Tecendo as Águas” é realizado em parceria com a Chevrolet e o Instituto Educa Brasil, com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental e tem seis objetivos que se conectam no sentido de trabalhar a floresta, a água, educação, saúde, cultura, turismo, geração de renda e qualidade de vida: “Saberes das Águas”, “Se Ligue nas Águas”, “Conhecendo as Águas”, “Caminho das Águas”, “Águas da Mata” e “No Ritmo das Águas”. Conta também com o apoio do Comitê das Bacias Hidrográficas do Litoral Norte (CBHLN), das prefeituras de São Sebastião e de Caraguatatuba, do Instituto Trata Brasil, da rede Made In Forest, do Centro de Educação Ambiental de Guarulhos (CEAG) e da Organização Brasileira de Mulheres Empresárias (OBME).

Mercado aquecido para gestores ambientais


 O Centro Universitário Senac está com inscrições abertas para o vestibular 2015 e um dos destaques é o curso de Tecnologia em Gestão Ambiental. Que capacita profissionais capazes de atuar com os grandes temas que estão latentes na sociedade como projetos de intervenções ligados ao meio ambiente, gerenciamento e gestão de resíduos sólidos; planejamento ambiental, remediação de áreas contaminadas, implantação de sistemas de gestão ambiental, educação ambiental, uso racional de recursos naturais, entre outros. 
A relação do homem e o meio-ambiente ocupa cada vez mais espaço na execução de projetos e grandes obras. Por isso, a profissão de gestor ambiental vem ganhando destaque nos últimos anos. O curso superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, oferecido no Centro Universitário Senac – Santo Amaro, aborda a questão do meio ambiente de forma sistêmica e interdisciplinar, propiciando ao aluno o debate sobre os principais impactos socioambientais nos meios urbano, rural e natural e sobre as ferramentas que poderá adotar para melhorar o desempenho ecológico das diferentes atividades humanas.
“Formamos profissionais capazes de atuar com os grandes temas que estão latentes em nossa sociedade como projetos de intervenções ligados ao meio ambiente, gerenciamento e gestão de resíduos sólidos; planejamento ambiental, remediação de áreas contaminadas, implantação de sistemas de gestão ambiental, educação ambiental, uso racional de recursos naturais, entre outros” explica a coordenadora do curso Emilia Satoshi Miyamaru Seo.
O curso, com duração de dois anos, está com inscrições abertas para o vestibular do primeiro semestre de 2015. O tecnólogo em gestão pode trabalhar no planejamento e na implantação de um sistema de gestão ambiental, no desenvolvimento de um programa de educação ambiental, na elaboração de projetos ambientais, no gerenciamento de uma reserva ecológica, no gerenciamento de resíduos sólidos ou ainda na remediação de áreas contaminadas. “Enfim, o gestor ambiental é o profissional que promove o desenvolvimento sustentável, associando as três características fundamentais: economia, meio ambiente e fator social”, explica Emilia.
A tendência do setor é promissora, os órgãos públicos precisam do profissional para a elaboração e implantação de políticas públicas para o meio ambiente. E empresas privadas, para se adequar às exigências da legislação ambiental, da fiscalização e do mercado internacional. O profissional de gestão ambiental é qualificado para atuar em diferentes tipos de empresas, instituições de ensino, institutos de pesquisa, empresas de saneamento, planejamento e gestão ambiental, fundações, indústrias, consultorias, agências ambientais e órgãos públicos, aplicando métodos e técnicas de gestão ambiental. Dentre citados, maiores empregadores são; indústrias de transformação, indústrias de serviços, agências de ecoturismo e consultorias ambientais.

Vestibular 2015

O Centro Universitário Senac está com inscrições abertas para o vestibular do primeiro semestre de 2015. A instituição, que neste ano completa 25 anos de atuação no ensino superior, oferecerá 54 cursos, sendo 12 a distância e 42 presenciais. São 3.490 vagas para os cursos presenciais, ofertados nos campi Santo Amaro, em São Paulo, Águas de São Pedro e Campos do Jordão, ambos no interior do Estado e que contam com a estrutura dos hotéis-escola da instituição, e no Senac Tiradentes, também na capital.

Os candidatos ainda têm à disposição 1.500 vagas para os cursos de graduação a distância, possíveis aos interessados de todo o território nacional com disponibilidade para duas provas presenciais em São Paulo por semestre. Esses cursos serão ofertados por meio do portal Senac EAD – www.ead.senac.br. O diferencial no portfólio de cursos a distância são os lançamentos: Tecnologia em Gestão Pública e Tecnologia em Comércio Exterior. Divididas em cinco fases, as inscrições para o vestibular dos cursos a distância acontecem até 3 de fevereiro de 2015.

As novidades no portfólio de cursos presenciais são: Engenharia de Controle e AutomaçãoTecnologia em Banco de Dados e Engenharia de Energia. As inscrições para o vestibular presencial e mais informações podem ser obtidas pelo portal www.sp.senac.br/vestibular. A prova será realizada em 6 de dezembro e a taxa de inscrição é de R$ 80.

Serviço:
Inscrições para o Vestibular 2015 do Centro Universitário Senac
Cursos presenciais
Período: até  23/11/2014
Taxa de inscrição: R$ 80

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Livro infantil aborda ocupação desenfreada do litoral brasileiro




Em Alice no fundo do mar personagem se envolve em “histórias de pescador” e descobre das ações impensadas do ser humano

            De que maneira educar as crianças para que compreendam a importância do meio ambiente e o equilíbrio ecológico? No livro Alice no fundo do mar, publicado pelo selo Volta e Meia da editora Nova Alexandria, a socióloga Vanessa Labarrere chama a atenção para a ocupação desenfreada do litoral brasileiro e a falta de controle na produção e descarte de lixo, que compromete inclusive os oceanos.
            Filha de biólogo, a personagem inicia seu interesse pela natureza e vai descobrindo a influência da humanidade em cada lugar por onde passa e como as construções que desenvolve, nada sustentáveis, agridem toda forma de vida que os cerca.  Mas é ao lado da tartaruga marinha Madu, que a curiosa garota entra em contato com o mundo debaixo d’água e se interessa ainda mais pelos seres vivos do oceano.
            Guiada através das nadadeiras de sua nova amiga, Alice conhece o efeito devastador da poluição, que causa sérios danos também à vida subaquática. Ela se envolve em várias “histórias de pescador”, na tentativa de fazer uma faxina nos corais, em que é auxiliada por prestativos e inteligentes golfinhos.
            Indicada para crianças de seis a nove anos, a narrativa é leve e bem-humorada. A autora homenageia, nesta obra, o clássico da literatura infantil Alice no País das Maravilhas, do escritor inglês Lewis Carrroll (1832-1898), e, na vivência da garota que fala com os animais, se aproxima de outro personagem clássico, o Dr. Dolittle, criado pelo escritor inglês Hugh Lofting (1886-1947). O prefácio é do contista e pesquisador brasileiro Marco Haurélio.

Confira um trecho:
— Pai, por que as pessoas jogam essas coisas na água?
— A maior parte das vezes elas não jogam na água: elas deixam o lixo na areia mesmo, então, a maré sobe e leva tudo para o mar.
— E por que elas não jogam na lixeira, pai?
— Porque quase nunca há lixeiras por perto, e porque muitas pessoas não se educaram para recolher seu próprio lixo.
— Nossa!
— Mas não é só o lixo dos banhistas que poluem o mar, não. Outras vezes, o pessoal que trabalha nos navios joga o lixo no oceano e as correntes marítimas levam para praia. E também o lixo que as pessoas jogam no chão nas cidades pode vir para o mar.

Ficha Técnica:
Classificação indicativa: de 6 a 9 anos
Tamanho: 16X23cm
Páginas: 52
Preço: R$ 37,00

Sobre a autora:
Vanessa Labarrere é graduada em Sociologia e mestre em Linguística (ambos cursos pela UnB). Especialista em Educação Ambiental (Senac/AP), é também servidora pública, o que lhe permite exercer sua função em vários cantos do país. É brasiliense, mas está passando uma temporada em Macapá. É autora, além deste Alice no fundo do mar, de Interior Vermelho, publicado pela Audiolivro Editora. Participa ativamente de projetos culturais voltados à formação de leitores e profere palestras para professores, crianças e adolescentes.

Mais informações:
Barbara Ataide barbara@liliancomunica.com.br

(11) 2275-6787/ (11) 9-5798-0005

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

CRESCE BUSCA POR CERTIFICAÇÕES AMBIENTAIS EM CONSTRUÇÕES NO BRASIL



Finalmente parece que a balança custos X economia sustentável de longo prazo pesou para o lado do meio ambiente. Apesar de mais caras - o aumento do custo de uma obra com certificação ambiental varia entre 1% e 7% - obras que buscam selos como LEED e AQUA crescem no Brasil. É o que garante a MHA Engenharia, empresa há 39 anos no mercado, com mais de uma dezena de obras certificadas, como o Complexo Rochaverá, as Arenas Grêmio e Cuiabá, Avon Cosméticos, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, entre outros.

Entre os dois selos de maior destaque no Brasil, processo AQUA e LEED, os números crescem a cada ano, o que torna o Brasil o pais Sul-Americano de maior participação no mercado. Para o Processo AQUA, aproximadamente 150 empreendimentos estão certificados, e para o LEED cerca de 100 empreendimentos já foram certificados pelo US-GBC - US Green Building Council (Conselho Americano de Construções Verdes, que controla as certificações LEED). 871 registros para obtenção de selos LEED estão em processo de análise. Considerando que o primeiro edifício foi certificado em 2007, percebemos a expressiva aceitação do mercado brasileiro.

“Cada vez mais os empreendimentos já chegam para a MHA fazer o projeto com a premissa de serem certificados, ou que ao menos adotem conceitos de alguma certificação ambiental, mesmo que a certificação em si não seja o foco final”, diz Fabiana Frassetto, arquiteta da MHA.

A exigência acompanha esse desenvolvimento, e a consciência em relação às edificações certificadas vem ganhando forma no Brasil. Os primeiros empreendimentos tinham um apelo muito maior de marketing. “A partir dos primeiros, o mercado foi descobrindo que a obra era mais cara sim, mas não inviabilizava o empreendimento, e a economia potencial na operação valeria o investimento inicial”, garante Fabiana. “Com o novo conceito absorvido, os clientes estão mais informados, e já sabem o que querem em seus empreendimentos para gerar economia de recursos naturais e gerar um menor impacto ambiental”.

Começa no projeto

A busca pela certificação em uma construção começa no projeto, pois já existem muitas diferenças desde o papel. “São obrigatórias várias atividades ao longo do desenvolvimento do projeto para que haja o reconhecimento de sistemas de baixo impacto ambiental”, explica Fabiana. Um empreendimento sustentável atende ao tripé da sustentabilidade, ou seja, incorpora soluções voltadas ao ambiente físico, ao comprometimento social e também às questões econômicas. “Em um projeto com premissas sustentáveis o comprometimento com o uso dos recursos naturais, a racionalização da construção e a manutenção são muito discutidos, para que efetivamente o empreendimento preserve ou reduza os efeitos da ação humana no meio. Quando desenvolvemos um projeto com essas premissas procuramos produtos, materiais, sistemas e tecnologia de baixo impacto e comprometidos com o meio ambiente”, afirma Fabiana.

Qualquer empresa pode desenvolver edifícios sustentáveis, pois a técnica os engenheiros já possuem. “A diferença é a experiência em fazer edificações certificadas, pois já aprendemos onde estão os maiores entraves, quais são as questões mais polêmicas”.

O desafio de construir com sustentabilidade é sair do convencional, deixar o rotineiro da engenharia de lado. Fazer um projeto diferente, pensar no lugar onde ele se insere de maneira efetiva, pensar no clima, na conexão urbana, na economia de recursos naturais, na construtiva, na manutenção e transpor os obstáculos, seja econômico, funcional ou técnico, com uma equipe de confiança onde todos estejam dispostos a colaborar e projetar um empreendimento mais eficiente.

Sobre a MHA Engenharia

No mercado há 39 anos, a MHA é uma empresa nacional especializada em engenharia consultiva, com experiência em projetos de engenharia e gerenciamento de obras, com alto nível técnico para projetar e gerenciar os mais complexos projetos da construção civil.

Com mais de 2800 obras em instalações elétricas, hidráulicas, climatização e cálculo estrutural, a MHA possui grandes projetos em diversas áreas como: Hospital Oswaldo Cruz em São Paulo, Cenpes Petrobras (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello), Complexo Industrial da Hyundai em Goiás, Shopping Pátio Higienópolis, Copacabana Palace, Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), Hospital Sírio Libanês, ICESP (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), Metalúrgica Nova Americana, Avon Cosméticos em Cabreúva- SP, Indústrias Romi, Hotel Hilton no bairro do Morumbi em São Paulo, Hotel Unique, Shopping JK Iguatemi, Shopping Paulista, Michelin, Mercedes Benz do ABC, Coca- Cola em Jundiaí, Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão Antonio Carlos Jobim, entre outros. www.mha.com.br



 Beatriz Minne Schauff

São Paulo

Rua Jequitaí, 43

Cep 04083-020 - São Paulo/SP

55 11 3085 6583

55 11 3083 2672

55 11 99581 6969



Goiânia

Av.T-63, 1296 - sala 604 - Ed. New World

Cep 74230-100 - Goiânia/GO

62 3609-3697

62 8180-7273



Rio de Janeiro

Praia do Botafogo, 501, Torre Pão de Açúcar, 1º andar

Cep 22250-040 – Rio de Janeiro/RJ

(21) 7254-4244




www.flotereschauff.com.br

CURSO A DISTÂNCIA DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA EM FLORICULTURA GRATUITO


      

  A partir da necessidade detectada pela Comissão Nacional de Fruticultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) está oferecendo no seu portal de ensino a distância um programa de Capacitação Tecnológica em Floricultura. O programa, totalmente gratuito, é destinado aos profissionais com formação técnica ou superior em Ciências Agrárias que já se dedicam ou queiram se dedicar ao cultivo de flores, buscam inovações, mas não podem frequentar aulas presenciais.

O consumidor exige cada dia mais qualidade        
          ​Vai longe o tempo em que o brasileiro enfeitava sua casa com flores colhidas no próprio jardim, rosas, margaridas, jasmins, gérberas, cravos, lírios, entre outros. Consumimos cada dia mais flores, porém, compradas em floriculturas ou supermercados. Com um crescimento médio de 15% ao ano na última década, a floricultura é a atividade agrícola que mais se expande no País. Mesmo em 2014, com a economia em baixa e a inflação em alta, estima-se que o avanço do setor seja de, no mínimo, 8%. Entretanto, dominada principalmente por pequenos produtores, a floricultura brasileira esbarra em uma grande dificuldade: encontrar pessoal qualificado para orientar, sobretudo, o cultivo.
O problema, hoje comum a diversos setores da economia nacional, torna-se ainda mais urgente em uma área que demanda muita mão de obra. Com uma extraordinária capacidade de geração de empregos, a floricultura exige, pelo menos, oito trabalhadores por hectare, mais que o dobro que a fruticultura, que requer três pessoas por hectare, e oito vezes mais que a soja, onde apenas um empregado é capaz de cuidar da mesma área.
Eduardo Costa, assessor técnico da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA, observa que o programa disponível no portal EaD SENAR é uma oportunidade inédita para instrutores agrícolas de todo o país terem acesso às mais modernas tecnologias e repassá-las aos floricultores. “Havia uma carência de iniciativas como essa para alinhar a metodologia dos instrutores com as inovações do setor.“
Altamente competitiva, a floricultura aplica tecnologias cada vez mais avançadas e cobra dos produtores grande conhecimento técnico para sobreviver no mercado. Costa observa que o floricultor vem buscando incessantemente impressionar um consumidor exigente, com novas cores, variedades e com a durabilidade das flores. “Tudo isso demanda alta tecnologia”.
Técnicas simples e sofisticadas
Com suas dimensões continentais, o Brasil desfruta do privilégio de apresentar  diversos microclimas favoráveis à produção de flores. Atualmente, produz mais de 350 espécies de flores e mais de três mil variedades. Cerca de oito mil floricultores estão espalhados por todas as regiões, mas concentram-se principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará – um dos maiores produtores de rosas.


Para Silvana o curso trouxe nova visão
Em Pernambuco, a instrutora do SENAR, Silvana Araújo, orienta os produtores no cultivo de rosas, crisântemos e diversas flores tropicais. Mesmo para quem tem larga experiência como ela, Silvana aconselha a capacitação tecnológica oferecida no Portal EaD SENAR. “Ninguém é formado por completo, sempre temos algo a aprender. O curso nos dá uma nova visão do que acontece no mercado e, além disso, nem sempre temos facilidade de acesso a programas com essa qualidade.” Silvana cita como novidades a sofisticada tecnologia do controle informatizado das estufas, mas também técnicas simples e eficazes para o aumento da produtividade, como a proteção do solo com malhas.
O programa de Capacitação Tecnológica em Floricultura da EaD SENAR é  dividido em três diferentes cursos: Sistemas Produtivos e Manejos Culturais na Floricutura; Produção de Flores de Corte, Flores de Vaso e Plantas Ornamentais; e Legislação, Planejamento e Mercado de Flores. Cada curso está estruturado em 20 horas-aula, que devem ser concluídas pelo aluno em um mês.
As aulas das primeiras turmas do curso Sistemas Produtivos e Manejos Culturais na Floricultura começam no próximo dia 9. Mas inscrições para novas turmas estão abertas no portal http://ead.senar.org.br/cursos. Para os outros dois cursos, as matrículas ainda não estão abertas. Além do programa de Floricultura, a EaD SENAR também já oferece capacitação tecnológica em Heveicultura, Silvicultura e Suinocultura.
Assessoria de Comunicação do SENAR
(61) 2109-4128
www.senar.org.br


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

AMPLIAÇÃO DO PORTO DE SÃO SEBASTIÃO (NÃO) - ATENÇÃO AOS AMANTES DO LITORAL NORTE




ATENÇÃO POPULAÇÃO DE SÃO SEBASTIÃO!

Agora é a hora!
A Justiça caçou a Licença Prévia para o atual projeto de ampliação do Porto de São Sebastião. Mas a liminar que caça a licença pode cair, e o projeto ser desenvolvido, devastando nossa cidade e o Litoral Norte. Não podemos deixar isso acontecer! 

Para isso, precisamos todos comparecer, em manifestação pacífica e silenciosa, à última audiência Jjdicial que está analisando a emissão ou a cassação da Licença Prévia! A audiência é aberta ao público!

Vamos todos! Comerciantes, ambientalistas, servidores, velejadores, pescadores, portuários, surfistas, empresários, arquitetos, urbanistas, TODOS!

Será no Observatório Ambiental da Rua da Praia!
Quarta-feira, 12 de Novembro, às 9h da manhã!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Vencedores do 5º Prêmio Instituto 3M para Universitários inauguram casa sustentável feita com garrafas PET



Uma casa ecologicamente correta, que oferece maior conforto térmico e ainda é mais barata que uma construção tradicional em alvenaria. Esse foi o projeto CASA PET, que rendeu a conquista do 5º Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários 2013 para uma equipe dez alunos da FATEC de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

 A ideia, nascida em 2012, começou a ganhar forma quando o grupo de estudantes – monitorados por três professores – se inscreveu e venceu em 2013 a quinta edição do concurso com o projeto da CASA PET. “Fomos premiados e, com isso, ganhamos R$ 30 mil para transformar a proposta em realidade no prazo de um ano. Sem dúvida, um desafio ainda maior”, conta a estudante Adriana Roberta Mendonça.

Com o troféu na mão e o dinheiro na conta, a equipe colocou a mão na massa. Em outubro de 2013, os alunos iniciaram a construção de uma casa de 24m² – incluindo uma sacada – no campus da FATEC de Presidente Prudente, com o uso de 4 mil garrafas PET preenchidas com areia lavada e solo cimento (uma mistura de terra com 10% de cimento), que substituíram os tijolos desde as fundações até o teto. A estrutura da edificação, como as colunas de sustentação, é a mesma de uma residência de alvenaria. “Da maneira como foi feita, a obra fica tão resistente quanto as casas comuns”, explica a professora Camila Pires Cremasco Gabriel, da UNESP de Tupã, uma das coordenadoras do projeto.

Além da reciclagem das embalagens PET, outro grande benefício do projeto implementado pelos alunos da FATEC é a economia. Enquanto uma obra com as mesmas medidas erguida com tijolos gasta 10 sacos de cimento, a CASA PET só precisa de quatro. Contabilizando a mão de obra, material e acabamento (pintura, instalações elétrica e hidráulica) o custo foi de R$ 15 mil, ou seja, 30% a menos do que seria gasto em um projeto igual com uso dos materiais tradicionais.

“O projeto CASA PET é de fundamental importância, pois prova que uma construção ecologicamente correta feita de embalagens PET é uma alternativa econômica viável e que pode ser utilizada por pessoas de baixa renda”, avalia Camila.

As vantagens não param ai. Além da economia, a estimativa é que os cômodos que substituem tijolos por garrafas PET sejam 20% mais frescos. Isso porque as paredes são bem mais espessas: 35 cm de largura, enquanto as convencionais têm, em média, 13 cm. “Com a obra concluída e entregue, o grupo de estudantes começa agora a fase de medições de temperatura dentro da residência, com o objetivo de comprovar esta tese. Esse trabalho deverá ser concluído no segundo semestre de 2015”, completa Camila.

Desde sua criação, o Prêmio Instituto 3M para Estudantes Universitários já ajudou a tirar do papel várias ideias inovadoras. Uma delas, por exemplo, é o Projeto Bambu, desenvolvido por alunos da UNESP de Bauru, com o objetivo de capacitar agricultores da cadeia produtiva do bambu a gerarem renda por meio da produção de artesanato. A 6º edição do concurso ocorrerá no primeiro semestre de 2015 para estudantes universitários de todo o País.


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Calçadas arborizadas ganham destaque na primavera


Seja em casa, em áreas comuns de condomínios ou espaços comerciais, as árvores fazem toda a diferença
É indiscutível que as árvores deixam as áreas urbanas mais bonitas e mais inspiradoras, principalmente na época de primavera, quando as flores deixam os ambientes ainda mais graciosos. Porém, a plantação de árvores vai além da beleza, trazendo também qualidade de vida, causando melhoria do ar com diminuição da poluição, mais sombreamento e frescor, o que permite uma temperatura mais agradável; as árvores também reduzem o excesso de ruídos das grandes cidades ou regiões próximas a rodovias. 
Mesmo assim, ninguém pode sair plantando qualquer espécie nas calçadas. Se for dentro do terreno de uma casa, o plantio de árvores é livre; em condomínios residenciais e comerciais o plantio de árvores pode ser feito se for de comum acordo dos proprietários. Nestes dois casos, o ideal é a contratação de um paisagista, que faça um projeto que se encaixe no perfil do local, nas condições de solo, insolação e outras preocupações que devem ser levadas em conta, como jardins sobre lajes de garagem e a altura das copas das árvores - que podem reduzir a claridade interna nos apartamentos mais baixos. Já em calçadas de ruas de bairros ou cidades é necessário consultar o departamento de meio ambiente regional ou consultar as regras da prefeitura ou subprefeitura, que podem variar dependendo da localidade. 
O planejamento ornamental no plantio de árvores exige cuidado e conhecimento técnico para que elas não se tornem impróprias ao local, depois de crescidas. Para isso, as espécies devem ser muito bem escolhidas, pois a ausência de um plano antecipado pode ocorrer na quebra da calçada, danos à rede elétrica e no comprometimento de edificações. Caso a calçada não seja feita totalmente com cobertura vegetal e tenha pisos ou cimento, ela pode prejudicar o desenvolvimento da espécie. Os canteiros para plantio de árvores em calçadas devem ser permeáveis para um melhor desenvolvimento da planta. O espaço deixado para a raiz e o tronco se desenvolverem deve ser de pelo menos 1 m x 1 m, variando de acordo com a espécie, pois geralmente canteiros menores acabam prejudicando o crescimento da planta e das raízes. 

A definição das espécies de um projeto paisagístico dependerá do clima da região, do tamanho do local e do objetivo da área verde. Para evitar problemas com fiações subterrâneas, são recomendados espécies com raízes menos agressivas.  Algumas árvores frutíferas podem ser uma boa opção, por exemplo, a laranjeira, a mexeriqueira, a pitangueira e a romãzeira que são menores; já a macieira, o kiwizeiro ou a amoreira são mais rústicas com raízes invasivas. 
Cada jardim pode ter um estilo diferente, como o “clássico”, composto por mudas podadas, como buxinhos, murtas e azaleias, além de pinheiros como a kaizuca, mais solicitada neste tipo de paisagismo. Outro estilo muito utilizado é o “tropical”, com espécies de folhas largas e flores em boa parte do ano, onde são utilizadas palmeiras, alpinas, helicônias, philodendros, dentre muitas outras classes tropicais. A escolha de diferentes espécies com alturas diversas tornam o paisagismo visualmente agradável e harmonioso, inclusive em relação à arquitetura da construção. 
Mas não basta plantar, é necessário fazer uma manutenção com podas corretas mensais para conter o crescimento. Por questão de segurança, quando as copas das árvores próximas à rede de energia estiverem sem manutenção há muito tempo, e estiverem atingindo os fios elétricos, deve-se chamar a Concessionária de energia da cidade solicitando a poda. Hoje é possível contratar um trabalho especializado de manutenção terceirizado, que cuida para que o paisagismo permaneça sempre bonito e verdinho.
Artigo de:
Daniela Sedo
Arquitetura e Paisagismo

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Curso de horta caseira pode ser feito on-line

Destinado às pessoas que não possuem horários fixos e disponibilidade de deslocamento para realizarem um curso presencial, a Fundação Mokiti Okada, em conjunto com a Faculdade Messiânica, oferece o curso on-line Programa Horta em Casa & Vida Saudável, que ensina o plantio natural de hortaliças em casas e apartamentos, desde o preparo do solo até a fase da colheita. O curso é dividido em 11 videoaulas conduzidas por um biólogo com especialidade em Agricultura Natural que explica como cultivar uma horta em vasos e canteiros. Além disso, o material pode ser acessado em qualquer lugar do Brasil durante 30 dias. Os interessados podem fazer a inscrição pelo www.faculdademessianica.edu.br/hortaemcasa. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 5087-5184.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Estão abertas as inscrições para o mestrado profissional, mestrado e doutorado da Escola Nacional de Botânica Tropical

Inscrições ficam abertas de 7/10 a 8/11 Mestrado profissional em ecologia aplicada O curso Ecologia Aplicada: Biodiversidade em Unidades de Conservação busca atender profissionais com nível superior que lidam com Unidades de Conservação públicas ou privadas e que necessitam de melhor qualificação técnica para avaliação, monitoramento, manejo e gestão da biodiversidade, além de outros profissionais em busca de maior qualificação para ingresso ou recolocação no mercado de trabalho. Para se inscrever clique aqui. Mais informações: 3875-6202 ou mp_enbt@jbrj.gov.br Programa de Pós-graduação em Botânica da ENBT - seleção de Mestrado e Doutorado A Coordenação do Programa de Pós-graduação em Botânica da Escola Nacional de Botânica Tropical torna pública a abertura de inscrições para o exame de seleção para os cursos de mestrado e doutorado no período de 07/10 a 08/11 de 2013. Esse ano o processo seletivo poderá ser realizado nas cidades de Medellín, Colômbia, e Belém do Pará. O Edital, os modelos de curriculum e carta de aceitação para candidatos ao mestrado ou doutorado podem ser obtidos em Downloads Edital ou Formulários: Currículo Mestrado ou Doutorado, Carta de Aceitação Mestrado ou Doutorado no site. As inscrições podem efetuadas pelos links Mestrado e Doutorado Mais informações: 3875-6201 ou e-mail:ppgenbt@jbrj.gov.br A Escola Nacional de Botânica Tropical fica na Rua Pacheco Leão, 2040 - Solar da Imperatriz – Horto.

SERRA DA BOCAINA SELECIONA VOLUNTÁRIOS

Thais Alves
Estimular os voluntários a exercer a cidadania, a participação da sociedade na gestão e sensibilizar sobre a importância da unidade de conservação são os objetivos do Programa de Voluntariado do Parque Nacional da Serra da Bocaina, que abre inscrições para a sétima fase de implementação. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição até o dia 23 de outubro. A previsão de divulgação dos selecionados está marcada para 31 de outubro e o período de atividades será de 14 a 17 de novembro. Nesta nova fase, são dez vagas para uso público, sendo duas vagas destinadas para moradores de Paraty (RJ). Os voluntários participarão de operações de ordenamento do Parque Nacional da Serra da Bocaina nas cidades cariocas de Trindade e Paraty. Mais informações pelo e-mail voluntariado.pnsb@icmbio.gov.br ou pelo telefone (24) 3371-3056. Comunicação ICMBio

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A AGRICULTURA AMEAÇADA!

A Agricultura Ameçada por João Sereno Lammel * O perigo ronda o campo. Um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira está exposto ao feroz ataque de novas pragas e doenças que, sem formas adequadas de controle, infestam lavouras nas mais importantes regiões agrícolas do País. A lagarta Helicoverpa armígera, até poucos meses desconhecida da maioria dos pesquisadores, já devorou, apenas na safra deste ano, cerca de 1 bilhão de dólares das lavouras de soja e algodão do Mato Grosso e Bahia. Especialistas acompanham o rastro da praga e constatam que ela já se instalou em áreas do Paraná e franjas das regiões Sudeste e Nordeste. A Helicoverpa praga se soma a outras, como a mosca branca, a broca do café e a ferrugem asiática – esta já tendo causado, nos últimos dez anos, de acordo com a Aprosoja, prejuízo superior a 25 bilhões de dólares. As perdas se alastram a lavouras de café, algodão, feijão e hortaliças. De acordo com a Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária, pelo menos quinze outras pragas do mesmo potencial destrutivo rondam as lavouras. Os efeitos podem ser devastadores – às plantações e à economia do País. O agronegócio foi responsável, nos últimos dez anos, por 27% do PIB nacional. Tal resultado se deve, em grande medida, à geração de novas tecnologias, a partir de investimentos vultosos de empresas públicas e privadas. É o caso, por exemplo, dos novos defensivos agrícolas, mais eficazes e seguros: as plantações não protegidas por modernas tecnologias perdem, em media, 40% de sua produção. Traduzindo-se: para a safra brasileira deste ano, aguardada em 186 milhões de toneladas, sem a adoção desta tecnologia não chegariam às mesas dos brasileiros e do mundo cerca de 75 milhões de toneladas de alimentos, além de fontes de energias renováveis. Ou então: caso fossem retirados 40% das exportações apenas do complexo soja, seriam menos R$ 10,5 bilhões na balança comercial brasileira. Ainda mais drástico: se o impacto de tais perdas fosse debitado do Valor Bruto da Produção, VBP, apenas das culturas de soja, cana-de-açúcar e milho – que somarão R$ 166 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura –, significa que o país deixaria de arrecadar R$ 66,5 bilhões. A lentidão do sistema de defesa fitossanitária tem se mostrado tão assustadora quanto a voracidade dos insetos, doenças e ervas daninhas, de acordo com a revista Exame (“A praga difícil de vencer”, 13/09/13). De fato, é inconcebível a parcimônia com que é tratada, em certos setores do governo federal, uma das principais tecnologias demandadas pelos agricultores e para a sustentabilidade da agropecuária. É urgente e inadiável, portanto, ampliar a infraestrutura funcional de modo a conferir celeridade e eficiência os três encarregados regulamentação da defesa fitossanitária: Ministério da Agricultura; Ibama; e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa. A lentidão do sistema é assustadora, como acusam os números. Em 2008, foram aprovados 11 novos princípios ativos; em 2009, reduziu para 8 novos ingredientes ativos. Em 2010, as aprovações caíram drasticamente para 3 ativos novos; em 2011, foram registrados apenas 2 novos produtos. Finalmente, no ano passado, a de morosidade atingiu o fundo do poço: apenas e tão somente 1 produto novo foi registrado. A correção nos rumos do atual marco regulatório oferecerá um horizonte de maior previsibilidade às empresas definirem seus planos de investimentos. Mas, sobretudo, trará confiança para trabalho dos agricultores – afinal, os maiores responsáveis pelos alimentos em nossas mesas. *João Sereno Lammel é engenheiro agrônomo; presidente do Conselho Diretor da Associação Nacional de Defesa Vegetal, Andef. Fonte: Artigo originalmente publicado na Revista Agroanalysis VOL 32 Nº 08 Agosto 2013

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

DIA DO RIO TIETÊ, PARA SE LEMBRAR QUE ELE AINDA EXISTE!

Em comemoração ao Dia do Rio Tietê (22 de setembro), o Departamento Hidroviário do Estado de São Paulo, abriu na última terça-feira (17) a exposição ‘Hidrovia Tietê-Paraná’, na Assembléia Legislativa de São Paulo. A mostra acontece do dia 17 ao dia 27, das 8h às 18h e é aberta ao público. A exposição ‘Hidrovia Tietê-Paraná’ tem objetivo educativo e visa divulgar o funcionamento da hidrovia, seu potencial comercial e turístico e sua importância para o meio ambiente. É composta por 30 painéis fotográficos que retratam a nascente e foz do rio Tietê, os terminais hidroviários de embarque e desembarque de cargas, o aproveitamento múltiplo do rio para lazer, turismo, piscicultura, geração de energia elétrica e negócios. Além dos painéis, a exposição traz modelos reduzidos de embarcações e cargas transportadas, maquete de terminais hidroviários intermodais, usinas e eclusas, amostras de águas colhidas em vários pontos do rio. Atividades em Barra Bonita e Salesópolis O Departamento Hidroviário também organiza, na Semana do Tietê, de 23 a 28 de setembro, atividades com estudantes da rede pública de 113 municípios das bacias Tietê-Jacaré e Tietê-Batalha, que englobam municípios como Araçatuba, Bauru, Jaú e José Bonifácio. Os alunos participaram do concurso de frases e redações sobre a preservação e importância do rio Tietê. No dia 23 (segunda-feira) está programado um passeio de barco a Barra Bonita com 350 alunos que redigiram as melhores frases sobre o Tietê. Na sexta-feira 28, outros 86 alunos que participaram do concurso de redações farão uma visita à nascente do rio, em Salesópolis e ao Museu de Energia, na mesma cidade.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Impactos do transporte nas mudanças climáticas

Por Marina Dall’Anese O setor de transportes é apontado como um dos maiores emissores de gases causadores do aquecimento global, não somente no Brasil, mas em todo o mundo. Estima-se que este setor esteja entre os cinco maiores emissores de gases de efeito estufa. A principal causa para estes elevados índices é a utilização massiva de combustíveis fósseis para o transporte de matérias-primas, produtos e pessoas. Segundo o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, na sigla em inglês), as emissões do setor de transporte foram estimadas em mais de 06 GtCO2e, representando cerca de 13% das emissões globais. Além disso, as previsões apontam para um rápido crescimento do transporte nos próximos anos, o que levaria a um aumento significativo nas emissões de gases de efeito estufa. Para exemplificar a significância da contribuição deste setor para o aquecimento global, o levantamento final da pegada de carbono da Copa do Mundo da FIFA de 2010, na África do Sul, apontou que cerca de 67% das emissões foram referentes ao transporte internacional, basicamente ao transporte aéreo - ainda que nos cálculos tenham sido considerados a construção dos estádios e o uso de eletricidade em estádios e acomodações. O cenário não deve ser muito diferente na Copa do Mundo que será realizada no Brasil no ano que vem. Estimativas preliminares da FIFA apontam que 83,7% das emissões de gases de efeito estufa do evento serão referentes ao transporte. Devido a este cenário crítico, diversas pesquisas tem sido realizadas com o intuito de reduzir as emissões referentes ao transporte, principalmente do transporte aéreo. O IPCC aponta três diferentes caminhos para conquistar esta redução: evitar viagens com veículos motorizados, alterar os meios de transporte para aqueles com menores impactos e melhorar a eficiência energética dos meios de locomoção. Ao redor do mundo tem se percebido o aumento do transporte urbano em bicicletas e veículos coletivos e, consequentemente, o aumento da infraestrutura para estes modais de transporte nas grandes cidades - ainda que isso ocasione transtornos ao trânsito de veículos individuais, como ocorrido em São Paulo nas últimas semanas. Mas apesar da alteração de comportamento individual ser muito importante para a melhora do cenário atual do transporte mundial, sem o incentivo à pesquisa e tecnologia para o aumento da eficiência energética e desenvolvimento de novas alternativas de transporte, a redução de emissões pode não ser suficiente para evitar as graves consequências das mudanças climáticas. No setor aéreo, alternativas relacionadas ao aumento da racionalização do tráfego aéreo, redução do peso das aeronaves e aumento da capacidade de carga estão sendo desenvolvidas, mas seus impactos na redução das emissões deste modal somente devem ser percebidos em longo prazo. Por isso, a possibilidade apontada é a utilização de combustíveis renováveis, pois poderá trazer resultados de curto a médio prazo. Em março de 2012 foi realizado o primeiro vôo comercial na América Latina em uma aeronave cujo combustível apresentava uma porcentagem de biocombustível, reduzindo assim as emissões de carbono. Outras iniciativas semelhantes estão sendo desenvolvidas ao redor do mundo, levando-se em consideração que para as mesmas serem adotadas em larga escala a adaptação para a utilização dos biocombustíveis não pode ser drástica ou muito onerosa, pois isso inviabilizaria sua adoção. Com estas alternativas, a projeção é de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa do transporte no mundo até 2050 - um cenário mais promissor do que o apontado inicialmente pelo IPCC. A boa notícia é que as previsões para as emissões de outros setores podem também se apresentar no mesmo sentido da redução, uma vez que a pressão da sociedade, a pressão exercida por acordos internacionais e o desenvolvimento de tecnologias mais limpas deverá estimular a adoção de comportamentos mais sustentáveis. Talvez não seja possível interromper o aquecimento global em 2°C, mas talvez não soframos com um aquecimento maior do que 6°C. Só o tempo dirá.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

RIO DE JANEIRO RECEBE CONFERÊNCIA GLOBAL SOBRE O FUTURO DAS CIDADES

A Conferência Urban Age: Transformações Urbanas reunirá em outubro, na cidade do Rio de Janeiro, líderes da cidade e de outras partes do mundo, especialistas, acadêmicos e representantes da sociedade civil para um debate sobre problemas enfrentados pela população urbana e sobre soluções possíveis. A conferência Urban Age 2013, organizada pela London School of Economics and Political Science e pela Alfred Herrhausen Society, do Deutsche Bank, será realizada no Rio de Janeiro de 23 a 25 de outubro de 2013. Como em todos os eventos anteriores, realizados em Londres, Istambul, Hong Kong, Mumbai, Cidade do México, Nova Iorque, Chicago, São Paulo, Berlim, Johannesburgo e Xangai, a conferência do Rio contará com líderes municipais, investidores, designers, acadêmicos e ativistas para discutir questões chave enfrentadas atualmente pela sociedade urbana. O foco principal em discussão na conferência Urban Age: Transformações Urbanas será a maneira como projetos de grande e pequena escalas estão afetando – de forma positiva e negativa – o bem estar social e econômico das populações urbanas. Poucas cidades no mundo estão mudando no mesmo ritmo e escala do Rio de Janeiro, que está enfrentando os problemas e oportunidades do crescimento econômico e das mudanças sociais. O Rio está investindo em grandes projetos desenvolvidos para melhorar a acessibilidade, a infraestrutura urbana, a segurança e a integração social para o futuro – tudo em meio aos holofotes internacionais da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. A conferência Urban Age 2013 abordará estas questões diretamente com alguns dos principais agentes atualmente envolvidos em transformações urbanas em nível mundial. Junto com o prefeito do Rio, Eduardo Paes, estarão presentes o diretor executivo da UN Habitat, Joan Clos e lideranças municipais de Barcelona, Bogotá, Medelin e Nova Iorque atentos para discutir como transformações urbanas podem ser melhor administradas. Arquitetos conceituados mundialmente, que atendem clientes públicos e privados – incluindo Bjarke Ingels, a força dinâmica por trás do escritório BIG Architects, e Amanda Burden, diretora de planejamento de Nova Iorque – explicarão como suas visões transformaram bairros inteiros em Londres, Nova Iorque, Hamburgo, Barcelona, Buenos Aires e Rio de Janeiro. O antropologista Luis Soares e o fundador da Transparency International, Peter Eigen, explorarão as principais questões sociais e políticas que vêm emergindo com os recentes debates sobre o desenvolvimento futuro do Rio e suas diversas comunidades. Tessa Jowell, ministra britânica para os Jogos Olímpicos e responsável pela organização dos bem-sucedidos Jogos de Londres em 2012, trocará idéias com Maria Silvia Bastos Marques, presidente da Empresa Olímpica Municipal, e Henk Ovink, mentor dos planos do governo holandês para a candidatura olímpica pós 2028. Líderes de órgãos públicos do Rio, universidade, empresas e sociedade civil – como Celso Athayde, presidente da Favela Holding, e Washington Fajardo, assessor do prefeito Eduardo Paes para assuntos urbanos, estarão envolvidos em uma discussão com seus pares em Mumbai, Cidade do Cabo, Medelin, Londres e Nova Iorque. “Na medida em que as cidades ganham espaço na determinação do futuro da sociedade, precisamos entender melhor como torná-las mais equitativas e integradas. A conferência Urban Age: Transformações Urbanas fará exatamente isto, proporcionando o encontro de agentes globais em governança urbana, design e desenvolvimento em uma das cidades mais dinâmicas do mundo, que agora se prepara para megaeventos globais enquanto se debate com o processo de pacificação de favelas. A Urban Age proporcionará uma plataforma estimulante para debate e intercâmbio”, considera Ricky Burdett, diretor da LSE Cities e da Urban Age. O evento contará com a presença de 150 representantes de várias partes do mundo e as suas sessões situarão as transformações urbanas no contexto do crescimento econômico e investimentos internos, equidade social e desenho das cidades. Paralelamente à conferência, será realizada no Rio de Janeiro a entrega do sexto Deutsche Bank Urban Age Award. Coincidindo com a conferência Urban Age, este ano o prêmio será entregue a um projeto desenvolvido na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O júri independente, formado por membros da comunidade internacional de líderes urbanos e designers, assim como empresários, mídia e agentes sociais, avaliará todas as inscrições para determinar o vencedor do prêmio de US$ 100.000. A organização da conferência Urban Age: Transformações Urbanas conta com a parceria da Prefeitura do Rio de Janeiro e com o apoio da Rede Band.

Cresce busca por crédito para projetos sustentáveis

Desenvolve SP financiou R$ 32 milhões em projetos de Economia Verde para PMEs no 1º semestre de 2013. Valor é 208% superior ao liberado no mesmo período do ano anterior. A busca por crédito para a realização de investimentos sustentáveis está crescendo entre as pequenas e médias empresas paulistas. No primeiro semestre deste ano, a Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista financiou R$ 32 milhões em projetos de Economia Verde, um aumento de 208% em relação ao mesmo período de 2012. A indústria ainda lidera os financiamentos tomados, com 69% do total, mas a participação do setor de serviços cresceu e hoje responde por 31% do montante financiado, no ano passado eram 23%. De acordo com o levantamento, no acumulado geral do semestre, os investimentos realizados por meio da Linha Economia Verde representam 21% dos R$ 149,6 milhões já liberados pela instituição em 2013. “Os empresários estão cada vez mais conscientes sobre a importância de se adequarem aos padrões de sustentabilidade, seja na construção civil de seus empreendimentos ou na adaptação dos processos produtivos já existentes. A responsabilidade ambiental já não é apenas um diferencial de mercado, mas sim condição obrigatória para o sucesso das empresas”, diz Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP. Criada em 2010, a Linha Economia Verde financia empresas que queiram investir na redução da emissão dos gases de efeito estufa e conta com a menor taxa de juros da instituição: 0,41% ao mês (+IPC/Fipe) e prazo de até 10 anos para pagar, incluindo o período de carência de 24 meses. Entre os itens financiáveis pela linha estão a substituição de fontes de energia não renováveis; geração de energia elétrica ou térmica com biogás de aterro; troca de combustível fóssil por combustível mais limpo para transportes públicos e privados; criação e recuperação de áreas verdes; recomposição de matas ciliares e nascentes com espécies nativas; reflorestamentos para compensação de emissões, entre outros. Atualmente, os projetos sustentáveis financiados pela Desenvolve SP totalizam R$ 69,3 milhões para pequenas e médias empresas das cidades de Araraquara; Campinas; Cotia; Lins; Olímpia; Orlândia; Osasco; Piracicaba; São José dos Campos; São Paulo e Viradouro. Renova SP O Programa de Incentivo à Renovação da Frota de Caminhões (Renova SP), iniciativa pioneira da Desenvolve SP, também está contribuindo para a melhoria das condições do meio ambiente. Com o objetivo de retirar de circulação caminhões acima de 30 anos que prejudicam a qualidade do ar, o trânsito e a vida do caminhoneiro, o projeto-piloto do programa está sendo realizado na Baixada Santista com caminhões que prestam serviço no Porto de Santos. Já foram entregues 25 caminhões, somando R$ 6 milhões. Por meio da Desenvolve SP, o caminhoneiro tem a oportunidade de financiar a JUROS ZERO, subsidiado pelo Governo do Estado de São Paulo, a compra de um caminhão novo que atenda todas as suas necessidades desde que, em troca, o caminhão velho seja entregue para reciclagem e suas peças inutilizadas, retirando o veículo de circulação definitivamente. O prazo é de 96 meses para pagar com carência máxima de 6 meses.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Projeto de economia de água de São Paulo já poupou água que abasteceria São Caetano do Sul por dois anos

Em quase duas décadas de existência, o Projeto C.U.R.A. (Consumo e Uso Racional da Água) já trouxe uma economia de água capaz de abastecer por dois anos, um grande centro urbano, como São Caetano do Sul,. Para se ter uma ideia, o município consome, em média, pouco mais de 5,3 milhões de metros cúbicos de água por ano. - O Projeto C.U.R.A.. é a solução racional para o consumo de água, trazendo economia para quem o implementa que varia de 15% a 60% na conta de água. O projeto vem investindo em tecnologias de ponta para desenvolver peças e sistemas hidráulicos próprios que visam preservar o Meio Ambiente e oferecer economia para locais de grande consumo, como grandes empresas, prédios comercias e públicos, hotéis, shoppings, escolas, hospitais, etc. - O Projeto C.U.R.A. consiste na substituição de torneiras, descargas de paredes e mictórios, vasos sanitários com caixas acopladas e duchas que, juntas, resultam na economia de água e dinheiro. - O Projeto C.U.R.A. não tem custos para quem o implementa. O custo final do Projeto acaba sendo pago pela concessionária de água da região. Isso acontece, pois o contratante não paga nada para o Projeto C.U.R.A.. ser instalado. O que é pago ao C.U.R.A.. nada mais é do que uma parte daquilo que for economizado na conta de água. - Em 19 anos de atividade, o Projeto C.U.R.A. já foi instalado em mais de 1000 locais diferentes em quase todo território nacional, por onde projeta ter reparado mais de 5 milhões de pontos hidráulicos. - O Projeto C.U.R.A. jamais obteve resultado de economia inferior a 15%, sendo que na maioria das vezes este resultado é maior do que 30%. - O Projeto C.U.R.A.. também disponibiliza vasos sanitários mais econômicos e modernos feitos em ABS, material cinco vezes mais leve e oito vezes mais resistente em relação ao de louça utilizado nos vasos convencionais. O vaso do C.U.R.A.. utiliza apenas 2 litros de água, enquanto os comuns gastam de 6 a 10 litros. - No Projeto C.U.R.A. as torneiras comuns são substituídas por torneiras temporizadoras com sistema Slow Flux, que atingem 90% de economia; já as caixas acopladas (quando não há a troca do vaso) têm substituídas vários componentes internos para torná-las inteligentes, fazendo-as funcionar com acionamento misto para líquidos e sólidos com um único botão; nas descargas de parede são aplicados dispositivos controladores de vazão, adequando-as ao design do vaso a ela acoplado para seis litros sem trocar o vaso; por fim, nos mictórios é feita a substituição dos registros de volantes por Push Button, um temporizador de fechamento automático. - Não há necessidade de quebra de pisos, azulejos e paredes para a instalação do Projeto C.U.R.A. Razões para implantar o Projeto C.U.R.A.: Redução de 20% a 50% no valor da sua conta de água; 100% custeado pela concessionária de água; Sem custo para o contratante; Sem quebra de piso, parede ou azulejo; Alarme de nível de caixa de água (escassez ou excesso); Vídeotelemetria do hidrômetro (relógio da SABESP); Empresa com 19 anos de experiência; Sempre em busca de aperfeiçoar os serviços; O contratante pode se orgulhar de, comprovadamente, contribuir para a preservação do Meio Ambiente.