Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Inscrições para o primeiro Green Buildings Germany 2013 estão abertas

Interessados que se inscreverem até 1° de outubro terão 10% de desconto no pacote O primeiro Green Buildings Germany já está com as inscrições abertas. A missão de negócios, focada em construção sustentável, levará uma delegação brasileira para Munique, na Alemanha, para conhecer a BAU 2013 - Feira Líder Mundial de Arquitetura, Materiais e Sistemas e visitar empresas e empreendimentos “verdes” certificados pelo DGNB – Deutsche Gesellschaft für Nachhaltiges Bauen e.V., o Conselho Alemão de Construção Sustentáveis. O evento acontecerá de 14 a 21 de janeiro de 2013, em Munique, na Alemanha. Os interessados em participar poderão se inscrever no site oficial do Green Buildings Germany 2013 (http://www.greengermany.com.br). As inscrições realizadas até o dia 1° de outubro terão desconto de 10% no pacote, que inclui transfer aéreo e terrestre, hospedagem, acesso a feira e visitas técnicas pré-agendadas a empreendimentos e reuniões com empresas do setor. O foco da missão é a sustentabilidade. O objetivo é apresentar para empresários, engenheiros e arquitetos brasileiros inovações tecnológicas do setor, proporcionar networking e troca de conhecimentos nas áreas da construção civil, infraestrutura, materiais, projeto, planejamento urbano e paisagístico, métodos, processos e certificações em sustentabilidade. A viagem será acompanhada pelo Prof. Dr. Francisco Ferreira Cardoso, professor titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, (POLI – USP), responsável pela área de Tecnologia e Gestão da Produção na Construção Civil e coordenador do curso de Pós-Graduação lato sensu em Tecnologia e Gestão na Produção de Edifícios. Programação Ainda no Brasil, os delegados brasileiros participarão de um briefing, que acontecerá alguns dias antes da viagem, receberão informações práticas e aprofundarão seu conhecimento sobre construção sustentável e temas correlatos, o que os auxiliará nas visitas a edifícios "verdes" e nas reuniões com empresas alemãs. O programa prevê dois dias de visitação à BAU 2013. A feira bienal reúne cerca de 2.000 expositores de mais de 40 países. Os temas-chave da feira este ano são Sustentabilidade, “Energia 2.0”, Desenvolvimento Urbano no Século 21 e Construção para a Vida. O pacote inclui também ingresso à Long Night of Architecture, uma passeio noturno monitorado pelas mais importantes edificações de Munique. O tour faz parte da Programação de Suporte da BAU. Dois dias também serão dedicados às visitas técnicas a empreendimentos sustentáveis certificados pelo DGNB (Deutsche Gesellschaft für Nachhaltiges Bauen – Conselho Alemão de Construção Sustentável) e a empresas e entidades envolvidas no projeto, na construção ou no fornecimento de materiais e produtos para Green Buildings. As visitas estão sujeitas à disponibilidade das empresas. Os participantes viajarão com a LT Travel Lufthansa City Center, agência de turismo oficial da BAU 2013, que os acompanhará durante todo o tour. Mais detalhes sobre o programa podem ser encontrados no site oficial da missão. A BAU 2013 - Feira Líder Mundial de Arquitetura, Materiais e Sistemas (www.baumuenchen.com) acontece de 14 a 19 de janeiro de 2013, no centro de exposições Messe München, em Munique, na Alemanha. O evento espera atrair 2.000 expositores de mais de 40 países e aproximadamente 240 mil visitantes de todo o mundo. No espaço de 180 mil metros quadrados da feira estarão expostos soluções arquitetônicas, materiais e sistemas para construção comercial e residencial e equipamentos para interiores tanto para novas construções, quanto para reformas e modernizações. A cada dois anos este evento reúne líderes de mercado do setor para participar de uma única exposição internacional abrangendo todos os setores da construção civil. A BAU é também a maior feira de negócios para arquitetos e engenheiros projetistas, atrai por volta de 50 mil profissionais de projeto. Os expositores são organizados em áreas de acordo com o material de construção, produtos e áreas temáticas. Os principais tópicos para o futuro da indústria, como sustentabilidade e construção para vida desempenham um importante papel em todas as sessões da feira. SERVIÇO Green Buildings Germany 2013 Onde: Munique – Alemanha Quando: 14 a 21 de janeiro de 2013 Inscrições: http://www.greengermany.com.br, ou com Flavio Costa (LT Travel) pelo telefone +55 11 3125 2977 ou email flavio@lttravel.com.br Informações gerais: Larissa Haack - Blue Public Relations - Tel.: +55 11 9 9325 2772 larissa@bluepr.com.br Twitter: @GBGermany2013 Facebook: https://www.facebook.com/GreenBuildingsGermany2013

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Água de lastro: Tripoli quer informações sobre despejo irresponsável no Litoral Norte de SP

A Comissão de Meio Ambiente aprovou nesta quarta-feira (19), por unanimidade, requerimento do deputado Ricardo Tripoli (SP) solicitando informações aos Ministérios do Meio Ambiente; dos Transportes e da Defesa acerca do despejo de água de lastro, por parte de navios petroleiros, no litoral do município de São Sebastião (SP). FOTO-DENÚNCIA
Foto: Ronaldo Kotscho - A solicitação foi feita após o parlamentar receber em seu gabinete denúncias e fotografias recentes que demonstram estar em curso o derramamento da substância, por parte de embarcações de grande porte. Conforme as imagens, os navios João Candido; Knot e Nord Butterfly estariam despejando irresponsavelmente o material no canal de São Sebastião, a poucos metros da costa. Tripoli considera a denúncia grave, levando em conta que o município situa-se no Litoral Norte do Estado de São Paulo, região que guarda alguns dos mais importantes remanescentes de mata atlântica e de manguezais do país. Diante da situação, Tripoli quer saber se há conhecimento por parte dos Ministérios sobre o despejo ilegal da água de lastro; se houve contaminação do mar e quais providências já foram tomadas. PONTOS DE RISCO “Faltam fiscalização e regulamentações mais severas quanto a esse assunto. Os portos, como áreas fechadas, são pontos de grande risco. O despejo da água de lastro no mar é uma emissão crônica que afeta todo o equilíbrio do meio ambiente”, argumentou. A água de lastro é o líquido recolhido nos oceanos de todo o mundo e armazenado em tanques nos porões dos navios. O uso da água de lastro tem o intuito de dar estabilidade às embarcações quando elas estão navegando sem cargas. “O grande perigo é a ameaça ao ecossistema, podendo causar graves desequilíbrios marinhos, gerando sérios riscos para a biodiversidade e também para a população. Ao encher os tanques de lastro, as embarcações armazenam, junto com a água, organismos que pertencem ao local de onde a água foi retirada. Esses organismos reúnem espécies como peixes, algas, mariscos e outros pequenos invertebrados”, explicou.

SUSPEITA DE INCÊNDIO CRIMINOSO NA SERRA DA CANASTRA

O incêndio florestal que atingia há 12 dias o Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas, foi, finalmente, controlado. Segundo o chefe da unidade, Darlan de Pádua, 50 mil hectares de vegetação foram queimados. Isso equivale a 25% da área total do parque, que tem 200 mil hectares. Durante todos esses dias, o trabalho de combate às chamas foi feito pelos brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que tiveram o apoio do Ibama e do Corpo de Bombeiros do estado. Há a suspeita de que o fogo teria sido provocado pela ação humana, com motivação criminosa. Entre outras coisas, a chefia da unidade apurou que no dia 9 um vigilante que trabalha na administração do parque teria avistado luzes de motocicletas num local onde, logo depois, viriam a surgir quatro focos de incêndio. Nos próximos dias, as equipes de fiscais da unidade farão uma perícia no entorno da área queimada em busca de indícios que possam confirmar essa tese. Caso ela seja comprovada, a Polícia Federal será acionada para aprofundar as investigações. Com o fim do incêndio, o parque, que ficou fechado durante todo esse tempo, foi reaberto à visitação. “Para segurança dos visitantes e dos combatentes, bem como pela necessidade de utilização dos servidores que trabalham nas portarias, que passaram a ajudar na logística e na luta contra as chamas, o parque foi fechado até que o fogo fosse finalmente debelado”, explicou Darlan. Comunicação ICMBio/ FOTO DIVULGAÇÃO

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Combate ao fogo no Parque do Xingu recebe apoio de brigadistas indígenas

Uma série de focos de calor no interior do Parque Indígena do Xingu/MT, levou a Funai a acionar o Ibama para dar apoio às ações de combate aos incêndios florestais que estão ocorrendo ao longo dos rio Xingu e Suiá. Além dos brigadistas do município de Luciara/MT, a operação foi reforçada com brigadistas das Terras Indígenas Irantxe e Myky, do município de Brasnorte/MT, treinados e contratados pelo Ibama desde 2008. A atuação desses brigadistas promoveu uma redução drástica dos incêndios nestas Terras Indígenas. Um esquadrão destes brigadistas indígenas se dirige para o outro lado do estado, percorrendo aproximadamente 1.300 Km, para ajudar os companheiros na região do Xingu. O Prevfogo, em parceria com as prefeituras, tem realizado desde o início deste ano Oficinas de Queima Controlada para comunidades indígenas e para comunidades tradicionais que realizam trabalhos na lavoura de forma coletiva, o que também contribuiu para a redução dos incêndios florestais motivados por queima de roça. Além desta operação, o Prevfogo apóia a Funai, o Icmbio e os órgãos estaduais de meio ambiente em outras 13 operações de grande porte. Mas a atenção não está voltada somente para os grandes incêndios. Unidades de Conservação importantes como os Parques Nacionais de Chapada dos Veadeiros, Chapada Diamantina, Brasília, Emas e Nascentes do Parnaíba, dentre outras, apresentaram baixos índices de área queimada em 2012, apesar das condições climáticas críticas. O objetivo também é proteger estas áreas e evitar a formação de grandes incêndios florestais. Nicélio Silva/Ibama/MT/Prevfogo Foto: Sandro Vieira

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Aquecimento Global: verdade ou uma mentira conveniente?

A Revista RI deste mês trás na matéria de capa, a grande polêmica sobre o aquecimento global e a questão do papel do homem como protagonista da aceleração nas mudanças climáticas, e a consequente necessidade de adoção - ou não - de medidas urgentes para reduzir as emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa. A questão está no centro de um amplo debate sobre os investimentos públicos e privados em ações de sustentabilidade e coloca em questão o chamado mercado de Créditos de Carbono. A matéria aponta que por trás disso tudo, pode estar uma agenda oculta onde se escondem interesses de várias matizes. Para aprofundar a discussão a revista ouviu os maiores experts sobre o assunto no Brasil, como: o físico José Goldemberg, o climatologista Ricardo Felício, o especialista em governança sustentável Carlos Eduardo Lessa Brandão, o doutor em física atmosférica Paulo Artaxo, o especialista em sustentabilidade Marco Antonio Fujihara, entre outros, onde eles discutem as "verdades e mentiras" sobre as questões relacionadas ao aquecimento global. A revista, que chega as bancas na próxima terça-feira (18/09), já pode ser conferida na íntegra a partir de sua edição digital, disponível no site: www.revistaRI.com.br.

domingo, 16 de setembro de 2012

A “Onda Verde” renova o universo empresarial no Brasil

Por Otávio Ventura, Nos últimos anos, as discussões em torno do aquecimento global elevaram o tema da sustentabilidade entre as prioridades máximas de empresas em todo o mundo, desde pequenas companhias até gigantes multinacionais. A preocupação ambiental ajudou a despertar o interesse por métodos de construção e manutenção de imóveis adequados às novas necessidades de conservação do planeta, em harmonia com os padrões ecologicamente corretos. Na esteira dessa nova mentalidade, surgiram os chamados green buildings, ou “prédios verdes”, uma nova geração de edificações marcadas por modelos alternativos de funcionamento, como geração própria de energia e aproveitamento da água da chuva, entre outros. O universo corporativo vive uma fase histórica única em que aderir ao “movimento verde” traz grandes benefícios (diretos e indiretos), não somente para as empresas, mas também para a sociedade como um todo. Devido à constante evolução das tecnologias, o ambiente empresarial é atualmente capaz de funcionar com maior eficiência e menor burocracia com mínimos recursos físicos. Estudos indicam que o impacto ambiental de um edifício pode ser espantoso. Nos EUA, os prédios comerciais consomem 65% da energia elétrica distribuída no país e o principal “vilão” é o ar-condicionado, responsável por mais da metade do consumo de toda a energia. No Brasil, esse índice é de cerca de 50%. Na onda dos prédios verdes, o uso dos escritórios terceirizados é outra opção ecologicamente correta que se torna cada vez mais atraente. Conhecidos como escritórios inteligentes, representam mais um importante passo na transformação do mundo dos negócios, com impacto vantajoso crescente – ambiental, social e econômico. Criada em 1995, a Your Office é pioneira no setor de escritórios inteligentes. Também conhecidos como escritórios virtuais, os estabelecimentos oferecidos pela empresa são salas mobiliadas e amplamente equipadas, com total infra-estrutura de serviços, como telefonia, internet banda larga, secretariado, recepção, copa e cozinha, segurança, etc. As salas podem ser alugadas, sem burocracia, por qualquer período de tempo, por empresas de variados portes e áreas de atuação. As grandes vantagens da terceirização do espaço corporativo são imediatamente identificáveis: diminuição de custos fixos, além de maior organização racional do tempo e gerenciamento de funcionários. O principal benefício mensurável é, sem dúvida, a expansão dos balanços financeiros. Prova de que a terceirização não para de conquistar espaço, o grupo Your Office registra índices de crescimento da ordem de 20% ao ano no País. As vantagens da terceirização, no entanto, expandiram-se também graças à recente preocupação em torno da sustentabilidade. O escritório inteligente ou virtual traz vários ganhos em relação a outros modelos de negócios. Nele, ganha o empresário, ganha o cliente, ganha o funcionário, mas ganha também a sociedade quando o planeta é poupado. Um exemplo prático: a economia de gastos fixos de uma sala comercial com serviços públicos – como taxas pelo fornecimento de água e energia elétrica – também sinaliza que tais recursos, divididos entre os vários usuários de um escritório terceirizado, estão sendo mais bem utilizados. O uso conjunto da infra-estrutura é outro forte argumento a favor da terceirização em relação ao modelo corporativo tradicional. Ao compartilhar o escritório físico, as empresas se desfazem não só de parte de seus encargos financeiros como também de eventuais malefícios ambientais. A economia do empreendedor tende a ser maior em vários aspectos, a começar pela redução do aluguel do espaço devido ao rateio do seu valor integral. De ponto de vista sustentável, os escritórios virtuais podem diminuir o ritmo de construção de novos imóveis comerciais, ociosos na maior parte do tempo, e que apenas aumentam o número de edifícios nas grandes cidades - cada vez mais sacrificadas pela falta de planejamento urbano. A desorganização das cidades leva, por sua vez, ao aumento gradual das temperaturas, das distâncias a serem percorridas pelos trabalhadores, do uso dos meios de transporte (com a expansão dos congestionamentos, gastos de combustível e derivados do petróleo, poluição, desgaste do asfalto de ruas e avenidas, etc.). Isso sem somarmos os efeitos nocivos para a saúde dos cidadãos, que têm de conviver com acidentes, ar poluído, demora no tempo de locomoção, elevação dos níveis de estresse e perda de tempo contínua. As facilidades oferecidas pela terceirização ajudam o pequeno empresário a diminuir os custos operacionais, contribuem para que ele possa dedicar-se exclusivamente aos clientes, e ainda promove o bem-estar social e a conservação do meio ambiente.

sábado, 15 de setembro de 2012

Grandes empresas optam pelos biolubrificantes vegetais

Fabricados pela VGBIO, empresa instalada em Campinas, interior de São Paulo, os biolubrificantes chegam às grandes indústrias nacionais trazendo inúmeros benefícios ao meio ambiente. Com previsão de investimentos da ordem de R$ 13 milhões, incluindo uma nova planta e laboratórios de pesquisa e desenvolvimento, faturamento de R$ 5 milhões em 2012 e previsão de R$ 25 milhões em 2013, a empresa verde já tem seus produtos utilizados pelas gigantes Embraer, Vale, ThyssenKrupp Elevadores, Quip Engenharia, Maquias SanMartin, ALL - America Latina Logística, Polimetal, Camargo Correa e Geosol. Primeira empresa no Brasil dedicada exclusivamente na fabricação de biolubrificantes de base vegetal, a VGBIO vem conquistado esse importante mercado e atraindo as maiores companhias de diversos segmentos , cada vez mais preocupadas com a nova economia de cadeia sustentável e para as quais a questão ambiental e produtos de alto desempenho são levados a sério. Com diferentes aplicações, empresas como a Embraer, Quip Engenharia, ThyssenKrupp Elevadores, Companhia Siderurgica do Atlantico, ALL, Polimetal, Camargo Correa, Maquinas Sanmartin, Superpesa e a WEG Motores, entre outras, já iniciaram a substituição dos lubrificantes e graxas minerais por produtos biodegradáveis e atóxicos de origem vegetal. Essa importante biotecnologia está inserida no restrito rol das patentes verdes do INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Das 500 patentes verdes que deverão ser concedidas pelo INPI em todo o Brasil, quatro já são da VGBIO. “Conseguimos produzir biolubrificantes e graxas que, além de apresentarem maior rendimento do que os lubrificantes minerais e sintéticos em diversas aplicações, não agridem o meio ambiente, pois a sua degradabilidade varia entre 28 e 40 dias. Outras vantagens são a economia em função do aumento do ciclo de vida do produto e a redução do descarte de resíduos, o fim das multas ambientais e todos os transtornos causados pelos produtos que agridem à saúde e à natureza”, explica o diretor executivo (CEO) da VGBIO, Roberto Uyvari Jr. Aplicações Os excelentes resultados na aplicação dos produtos vegetais induziram a empresa a novos estudos e pesquisas para o atendimento de diversos mercados e aplicações, entre elas o uso de óleos vegetais no setor de mineração, especialmente na aplicação de perfuração de rochas, e nos equipamentos e esteiras transportadoras de minério. No mercado de agronegócio o novo produto está sendo requisitado para os equipamentos de movimentação de terra (tratores, colheitadeiras, plantadeiras etc.). Nas usinas de álcool e açúcar, o produto pode ser utilizado em equipamentos de moenda para a fabricação de álcool e açúcar e nos equipamentos de colheita mecanizada. Nos portos, sua aplicação é recomendada nas esteiras transportadoras para embarque de grãos a fim de evitar a contaminação dos alimentos, pois o óleo vegetal, além de biodegradável, tem também a característica de atender a especificação de grau alimentício. Também a aplicação pode ser feita nas defensas de portos e cabos de aço dos guindastes que movimentam os containers, pois nestes locais existem sérios riscos de contaminação da água do mar. Além disso, um dos produtos da companhia, o VG-PRO, um biolubrificante protetivo, já está sendo exportado para a Oxifree Metal Protection, empresa norte-americana localizada no Texas. A VGBIO também está finalizando parcerias com empresas nos mercados norte-americano, europeu e asiático. ) Maior rendimento Os produtos da VGBIO têm obtido grande sucesso em diferentes segmentos nos quais o seu rendimento mostra-se superior ao dos óleos de origem mineral e sintética e por garantir uma série de benefícios econômicos e de produtividade para os seus clientes. Entre eles, Roberto Uyvari cita a eliminação do efeito tramping oil nas maquinas de usinagem de metais. o que gera custos adicionais com paradas para manutenção e limpeza, o descarte do resíduo e os problemas ambientais relacionados à destinação deste resíduo. “Na área de metal working (usinagem de metais) o rendimento é 30% maior do que os similares minerais e sintéticos. No caso de óleo para perfuração, o ECODRILL, o rendimento chega a 200%, além da grande vantagem de contribuir com redução da possibilidade da contaminação direta dos lençóis freáticos por ser um produto biodegradável e atóxico”, diz Roberto Uyvari Jr.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

OPERAÇÃO PARA LÂMPADAS EM SÃO PAULO

Equipe coletará e dará destino correto a lâmpadas fluorescentes queimadas e material eletrônico sem uso, como celulares, pilhas, baterias e carregadores No Brasil, são consumidas cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes por ano. Desse total, 94% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando o solo e a água, além de, se rompidas, liberarem vapor de mercúrio, que será aspirado por quem as manuseia. Como na Ecofit Club nenhum problema ambiental é deixado de lado, será realizada, no dia 22 de setembro, das 9h30 às 14h, a Operação Papa Lâmpada. Em parceria com a Sir Company e com a Naturalis Brasil, serão coletadas lâmpadas queimadas e material eletrônico sem uso, como celulares, pilhas, baterias e carregadores, para os quais será dado destino correto. Qualquer um pode participar do descarte, com o limite de 50 lâmpadas por pessoa. A campanha é mais uma iniciativa que segue a filosofia da Ecofit Club, a primeira academia ecológica do Brasil. O espaço foi construído com materiais reciclados. Toda a madeira usada é de demolição ou tem origem comprovada em áreas de reflorestamento. Seus 8,2 mil m² de área, divididos em oito andares, foram projetados com mais vidro do que paredes de concreto. O resultado é economia de energia e um ambiente naturalmente iluminado. A água de chuva e do gotejamento do ar condicionado é canalizada para um reservatório e utilizada na limpeza, na irrigação de plantas e na descarga dos vasos. A piscina, por ser tratada com ozônio, gera uma economia de mais de uma tonelada de cloro. Além disso, parte de seu aquecimento é feito pela captação de energia solar. Há, ainda, coleta seletiva de lixo, incluindo o cuidado com o óleo de cozinha e campanhas para o recolhimento de isopor, baterias, lâmpadas e lixo eletrônico. E os alimentos descartados pelo restaurante e refeitório têm destino certo: a composteira e o minhocário. Por fim, os clientes que preferem deixar o carro em casa contam com bicicletário no local e muitas campanhas sobre sustentabilidade são organizadas para os alunos. Juntando todas as economias previstas no projeto, o custo operacional fixo é 4% menor do que numa academia convencional. Com gastos sob controle, a Ecofit consegue cobrar mensalidades abaixo da média do setor. Além da preocupação com o meio ambiente, a qualidade do serviço não foi deixada de lado. Muito pelo contrário. A Ecofit Club oferece mais de 60 atividades diferentes, com programas voltados a diferentes perfis – adultos, crianças, adolescentes e terceira idade. “A Ecofit conquistou rapidamente muitos admiradores, que se identificam com a proposta, a missão e os valores da academia e hoje possui aproximadamente 2,7 mil alunos matriculados, dos quais 600 são crianças”, completa Antonio Gandra, um dos proprietários da Ecofit. Serviço Operação Papa Lâmpadas Quando: 22 de setembro, das 9h30 às 14h Onde: Ecofit (Rua Cerro Corá, 580 – Alto de Pinheiros)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Meio Ambiente-Destoxificação e Tolerância Imunológica- Há Uma Conexão?

Este é o tema de umas das palestras que será proferida pelo Nutricionista Clínico Funcional Dr. Gabriel de Carvalho no VIII Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional, que tem início nesta quinta-feira 13 e vai até 15 de setembro no Centro de Convenções Frei Caneca em São Paulo Na palestra o nutricionista explicará como os fatores pouco falados como poluentes do ar, do diesel, dioxinas (presente no ar e em alimentos), plásticos (plastificantes), bisfenol A (encontrados em latas de alimentos, resinas dentárias, garrafas plásticas), agrotóxicos, metais tóxicos (chumbo, mercúrio), solventes (produtos de limpeza, tintas, entre outros resíduos) alteram o sistema imunológico, influenciando na predisposição a alergias desde o período fetal (intra uterino), contribuindo para aumento das alergias em criança e adulto, por toda a vida. A segunda palestra de Gabriel de Carvalho abordará as deficiências de vitaminas A e D, deficiência de glutationa e na falta de flavonóides (presentes em todas as frutas verduras, chás, e no cacau) e uso de verduras brássicas e alguns suplementos no tratamento das alergias Palestras: Dia 13/9 Workshop: Alergias e Hipersensibilidades – desordens relacionadas ao glúten. 15h15 às 16hs – Caso clínico: evidências científicas e práticas Dia 14/9 -Meio Ambiente, Destoxificação e Tolerância Imunológica- Há Uma Conexão? Das 15h30 às 16h30 A Chocolife empresa da qual o Dr. Gabriel de Carvalho é Consultor estará participando com estande de 13 a 15 de setembro no VIII Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional no Centro de Convenções Frei Caneca www.chocolife.com.br O Dr. Gabriel de Carvalho é Nutricionista, introdutor da Nutrição Funcional no Brasil em 1999. Farmacêutico Bioquímico, Diretor do Instituto de Nutrição Avançada - www.INavançada.com.br Editor do www.funcional.ntr.br, Consultor da Chocolife - www.chocolife.com.br Sobre o Congresso – Organizados e promovidos pela VP Consultoria Nutricional, o Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional, em sua oitava edição, e o Congresso Brasileiro de Nutrição Esportiva Funcional, em sua sétima edição, vão acontecer nos dias 13, 14 e 15 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O programa pode ser conferido no site: www.vponline.com.br/congresso

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

NOSSAS RESERVAS AMBIENTAIS ESTÃO EM CHAMAS

Elmano Augusto – Dezesseis unidades de conservação (UCs) federais pegavam fogo no final da tarde desta terça-feira (11) em vários estados, no que parece ser o momento mais crítico da atual temporada de incêndios florestais no país, segundo boletim divulgado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Os casos mais graves são os dos parques nacionais da Serra da Canastra, em Minas, e do Araguaia, no Tocantins, além das UCs que ficam ao longo da BR-163 (Cuiabá-Santarém), em áreas do Pará, como a Reserva Biológica da Serra do Cachimbo e a Floresta Nacional de Jamanxim. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, também entrou na lista, vítima de três incêndios simultâneos, um criminoso e dois provocados por acidente de trânsito na rodovia que dá acesso ao parque. Além dessas unidades, há registro de incêndios florestais de nível II (médio porte) no Parque Nacional Nascentes do Rio Parnaíba, no Piauí, onde o fogo não dá trégua há mais de duas semanas. Outras dez unidades sofrem com incêndios de nível I (pequeno porte), algumas já há alguns dias e outras com focos mais recentes. ICMBio mobiliza aparato e parceiros O ICMBio, que administra 312 UCs federais, mobiliza grande aparato para combater os incêndios na vegetação. São mais de dois mil brigadistas equipados com bombas costais e abafadores, seis aviões air tractor (que lançam água sobre o fogo) contratados para atuar nos vários pontos, carros-pipas e de transporte de tropa, além de viaturas menores para deslocamentos rápidos. Como, segundo a meteorologia, não há sinais de chuva nas regiões Norte, Centro-Oeste e parte do Sudeste e Nordeste, onde se concentram as unidades de conservação em chamas, a tendência é que a situação se agrave nos próximos dias. Por isso, o ICMBio busca ampliar os parceiros nas áreas federal e estaduais para reforçar o combate ao fogo, como o Ibama e os corpos de bombeiros militares, entre outros. De acordo com critérios técnicos que definem os níveis de complexidade de combate ao fogo, os incêndios florestais de nível I são considerados de pequeno porte. Nesse caso, o combate é feito unicamente pelas brigadas da unidade. Os de nível II, médio porte, são incêndios maiores e exigem o apoio de parceiros em nível local ou regional. Já os de nível III são grandes incêndios. Para debelá-los, é preciso uma articulação de forças mais ampla, envolvendo a União, os estados e os municípios. Comunicação ICMBio

terça-feira, 11 de setembro de 2012

RESERVA NO PARÁ PROMOVE OFICINA SOBRE MANEJO DO AÇAÍ

A Reserva Extrativista (Resex) Terra Grande-Pracuúba, no Pará, acaba de realizar ciclo de capacitações no manejo do açaí, casas de farinha, oficinas de organização social e gênero e também a validação da relação de beneficiários do Incra e das listas do Programa Bolsa Verde da UC. A Resex, que tem ao todo 23 comunidades, com aproximadamente 700 famílias, iniciou neste mês a nova gestão, centrada na manutenção e extensão das capacitações nas comunidades. A nova chefe, Aline Simões, participou das atividades. Houve um trabalho específico sobre o manejo do açaí com oficinas teóricas e práticas, com foco na segurança do trabalhador, pois existe um grande número de acidentes relacionados ao trabalho que não chegam a ser computados. As oficinas buscaram trabalhar com o foco na prevenção a acidentes de trabalho, inserindo essa temática no cotidiano das pessoas. Foram usados kits de EPI’S,– capacetes, botas, terçados – preparados para que a prática faça parte da realidade das comunidades. As ações foram realizadas nas comunidades de São Sebastião, São Joaquim, Nazaré e Portugal, no Rio Guajará. Durante os trabalhos, foi definida mais uma vaga para o curso de tomada de decisão em Manejo Florestal Comunitário, que acontecerá em Paragominas, no Centro de Treinamento do Instituto Floresta Tropical (IFT). O curso contará com quatro representantes da Resex. As atividades aconteceram com o apoio dos colaboradores do CNS/GIZ, da Medida de Desenvolvimento do Marajó e Emater/Curralinho, nas oficinas de manejo de várzea, assistência técnica e oficinas de organização social. “Os servidores da Resex pretendem percorrer todas as 23 comunidades da unidade para fazer um diagnóstico da realidade local, levando um conjunto de atividades para sensibilizar as lideranças e apresentar a nova gestão. “Nesta primeira etapa, contamos com a participação efetiva das comunidades visitadas, demonstrando o entusiasmo e vontade de participar, isso traz mais motivação para gestão também””, afirmou Aline Simões, chefe da unidade. As próximas atividades deverão ocorrer entre novembro e a segunda quinzena de dezembro, contando com ações de capacitação técnica, introdução de estudos para o turismo de base comunitária na região e iniciativas de cunho cultural, com oficinas de esporte, música e teatro, para buscar uma maior participação das crianças e jovens nesse processo de construção e fortalecimento da identidade de pertencimento coletivo. fONTE:Comunicação ICMBio

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

AMMA PROMOVE AÇÕES EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO CERRADO

Foto: RONALDO KOTSCHO Bioma apresenta extensa biodiversidade e necessita ser preservado Como forma de mostrar a importância do bioma cerrado, bem como preservá-lo, a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) realiza amanhã, 11, às 9 horas, no Parque Municipal Leolídio di Ramos Caiado, no Setor Goiânia 2, ações de educação ambiental e conscientização em comemoração ao Dia do Cerrado. Participam do evento 60 crianças do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmeis) da região e na sede da Amma serão distribuídas mudas nativas do cerrado para a população. Para a presidente da Amma, Mayza Margareth Toledo Constantino, a importância das riquezas naturais do bioma cerrado precisam ser conhecidas para o desenvolvimento da conscientização e preservação. “O cerrado possui características bem marcantes como o clima seco, as árvores possuem troncos tortuosos, com cascas espessas que servem de proteção para o calor e a baixa umidade, além de florações exuberantes, como os ipês, que podem ser vistos nessa época em toda a cidade. Há nele também presença de grande quantidade de água, sendo considerado o berço das águas por abrigar nascentes dos rios de vital importância para o país, que são o Tocantins, Araguaia e o São Francisco”, pontua. Em comemoração ao dia do cerrado será realizado um plantio simbólico com mudas nativas do bioma no parque, além de palestras com distribuição de cartilhas e entrega do certificado de cuidador do cerrado para as crianças participantes. Já na Amma serão distribuídas mudas de jatobá, ipês e bálsamo pelo Programa Plante a Vida, visando à conservação e preservação com plantio de mudas nativas. O cerrado constitui o segundo maior bioma do país ocupando cerca de 24% do território nacional com grande biodiversidade de fauna e flora favorecido pelo elevado potencial aquífero. Abrange os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, o Distrito Federal e partes de São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Piauí e Bahia. Além da importância ambiental, o cerrado também possui grande relevância social devido ao extenso aproveitamento dos recursos naturais. São diversas espécies com propriedades medicinais, exemplares arbóreos que podem ser usados na recuperação de áreas degradadas, bem como diversos frutos comestíveis, como o pequi, a mangaba, cagaita, barú, cajuzinho, dentre outros. Contudo, diversas espécies presentes no cerrado, tanto de fauna quanto de flora, estão ameaçadas de extinção pela interferência humana, como o tamanduá, tatu-bola, capivara, onça-pintada, lobo guará, entre outros. As árvores passíveis de extinção são araeira-do-sertão, arnica-da-serra, jacarandá intricata, etc., resultando em 131 espécies de exemplares arbóreos nessas condições, conforme dados do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Informações: Assessoria da AMMA - 3524-1117

sábado, 8 de setembro de 2012

Corumbá é a cidade com mais focos de queimada no Brasil

O Estado do Mato Grosso do Sul está sob influência dessa forte massa de ar seco que vem atuando no interior do Brasil. Os dias tem sido muito quentes, especialmente no noroeste do Estado. Ontem, às 16 horas, a estação automática do Inmet, registrou temperatura de 38,2°C em Corumbá. Ainda, segundo o órgão, a última chuva ocorrida na cidade foi no dia 22 de junho e foi registrado um volume de aproximadamente 13 milímetros. Com o tempo seco e quente, a umidade no solo também diminuiu e está perto de zero. Isso contribui para o aumento do número de focos de fogo. Segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), na cidade de Corumbá, apenas nos primeiros 4 dias de setembro já foram contabilizados 283 focos de fogo. Esse índice a torna a cidade com mais focos de queimada no Brasil De acordo os meteorologistas da Climatempo, não há previsão de chuva significativa para os próximos 15 dias.

Desativamento energético é uma ameaça sobre a mudança climática, afirmam especialistas

Tucson, Arizona. Milhares de mulheres foram acusadas de serem bruxas e queimadas na fogueira nos tempos medievais por seus esforços em proteger suas comunidades contra o mau tempo, declara Jane Orient, MD, Presidente da Physicians for Civil Defense. Essa tentativa não funcionou, pois a Europa continuou a sofrer muito durante a Pequena Era do Gelo. E os seres humanos ainda não têm o poder de controlar o clima, afirma a doutora. Orient discursou na 30ª reunião anual Doctors for Disaster Preparedness (http://www.ddponline.org/2012/03/08/2012-ddp-meeting-july-27-29/), defendendo a proteção contra todos os perigos, com base em precisas informações científicas. Desde que a astrofísica Sallie Baliunas falou sobre "Bruxas, whiskey e mau tempo", em 2005, http://www.ddponline.org/ddp-audio-2005.php, o "aquecimento global" tem mantido a sua lacuna de 15 anos, mas em nome da "mudança climática" global, os políticos ainda estão tentando encerrar a produção de energia a partir de combustíveis de hidrocarbonetos. Por exemplo, na plataforma de 2012 do Partido Democrata lê-se: "Nós sabemos que a mudança climática global é uma das maiores ameaças desta geração - uma catástrofe econômica, ambiental e de segurança nacional em formação. Respaldamos a ciência da mudança climática, comprometemo-nos a reduzir significativamente a poluição que provoca o aquecimento global, e sabemos que temos que enfrentar este desafio por meio de políticas inteligentes que levem a um maior crescimento na geração de energia limpa e que resultem em uma série de benefícios econômicos e sociais . " As alterações climáticas têm ocorrido constantemente ao longo da história do planeta, impulsionado por poderosas forças naturais. Não há evidências consistentes para se especular que as emissões humanas de dióxido de carbono podem causar efeitos climáticos significativos, e temos, por outro lado, abundância de provas contra isso. Ainda assim, as forças políticas que demonizam o dióxido de carbono são tão bem financiadas e poderosas que qualquer jovem aspirante a uma carreira académica não se atreveria a expressar discordância, de acordo com Richard Lindzen, de Massachusetts Institute of Technology, que falou sobre "Aquecimento Global Alarmante: O Que Acontece Com A Ciência Na Esfera Pública? " "O dióxido de carbono é parte do ciclo da vida, não um poluente," explica Orient. "Todos os seres vivos são feitos de carbono que já foram por sua vez dióxido de carbono atmosférico." A tecnologia medieval, como os moinhos de vento, não pode substituir o carvão, gás natural e petróleo no fornecimento da eletricidade e do combustível para transporte, dos quais depende a sociedade moderna. Cortes drásticos nas emissões de dióxido de carbono teriam, no máximo, um efeito pouco significante sobre a temperatura da Terra, mas prejudicaria a agricultura, medicina, indústria e defesa, ressalta Orient. "A pobreza energética devido a uma política equivocada, baseada em uma ciência deficiente, é uma das maiores ameaças para esta geração. Não o dióxido de carbono.", afirma a doutora. A organização Physicians for Civil Defense, www.physiciansforcivildefense.org, divulga informações para ajudar a salvar vidas em caso de desastres naturais, terrorismo ou guerras. Dados de Contato: Physicians for Civil Defense 1601 N. Tucson Blvd. Suite 9 Tucson, AZ 85716 (520) 325-2680 www.physiciansforcivildefense.org

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Expoflora une sustentabilidade e solidariedade em ação com a Renovias

FOTO: Humberto de Castro. Os lacres das latinhas de bebidas depositados nos recipientes disponibilizados nos restaurantes, lanchonetes, quiosques e nas praças de alimentação serão destinados para reciclagem. A campanha permitirá a doação de cadeiras de rodas para entidades assistenciais da região de Campinas Para quem não crê na história que doar lacres de alumínio das latas de bebida pode render cadeiras de rodas, os 21 equipamentos já entregues pela Renovias a 13 entidades assistenciais da região de Campinas provam que esse tipo de campanha existe e é realizada com seriedade. Desde o ano passado, quando o projeto foi lançado em escolas públicas de Mogi Guaçu, a Renovias recolheu mais de 4 milhões de lacres, auxiliando deficientes físicos e pessoas com dificuldade de locomoção. Para intensificar a ação socioeducativa, a Renovias decidiu envolver os grandes eventos realizados em sua área de concessão, como a Expoflora, por exemplo, multiplicando não só a coleta dos lacres, mas, principalmente, a conscientização da população. A Expoflora, maior evento de flores e plantas ornamentais da América Latina, será realizada de 30 de agosto a 23 de setembro, de quinta-feira a domingo, das 9h às 19h, em Holambra. A expectativa é que o evento atraia cerca de 300 mil visitantes. Se cada um deles consumir apenas uma bebida e depositar o lacre da latinha em um dos coletores instalados nas praças de alimentação, o dinheiro arrecadado com a venda desse alumínio será suficiente para a compra de quase duas cadeiras de roda. Parece pouco, mas a ação envolve apenas o pequeno lacre que, em vez de encaminhar para a reciclagem, muita gente prefere jogar no lixo comum, cujo destino são os aterros sanitários. Isoladamente podem não ser tão ofensivos ao meio ambiente, mas, em quantidade, prejudicam muito a natureza. De acordo com o IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, o tempo de decomposição do alumínio varia de 100 a 500 anos. Além disso, o reaproveitamento de cada tonelada de alumínio evita a extração de cinco toneladas de bauxita, além de economizar 95% de energia elétrica. O valor de uma cadeira de rodas equivale à coleta de 140 garrafas pets que comportam, cerca de 1.500 lacres. Na Expoflora os coletores dos lacres estarão instalados nas 16 lanchonetes, nos quatro restaurantes e nos dois quiosques que comercializam bebidas em lata, além de dois grandes recipientes nas duas praças de alimentação. O Econauta, mascote das ações de sustentabilidade da Renovias, estará no evento para um trabalho de conscientização ambiental e para incentivar a doação dos lacres de alumínio. Folhetos explicativos da campanha serão distribuídos nas praças de pedágio da Renovias junto com produtos Ypê, empresa patrocinadora do evento. “A coleta de lacres de latas de alumínio é uma iniciativa simples e de grande importância. É uma ação sustentável, porque reutiliza o alumínio. Também é social, pois proporciona a doação de cadeiras de rodas para entidades assistenciais. A parceria com a Expoflora para difundir esse projeto certamente é muito positiva, pois o evento reúne milhares de visitantes de diversas partes do Brasil”, destacou Roberto de Barros Calixto, presidente da Renovias. As 21 cadeiras de rodas foram doadas para 13 entidades assistenciais que atuam em Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Águas da Prata, Casa Branca, Mococa e Vargem Grande do Sul. Para adquiri-las, nas campanhas realizadas pela Ronovias foram recolhidos mais de 680 kg de alumínio, apenas com a coleta dos lacres das latinhas A coleta dos lacres é apenas uma das ações do amplo Projeto de Sustentabilidade da Renovias. O material recolhido é vendido para a empresa TGATech, sendo toda a receita revertida para a compra das cadeiras de rodas doadas às entidades. Após a Expoflora, os interessados também podem contribuir com a campanha. Informações sobre os postos de coleta pelo telefone (19) 3814-2000 (ramal 2600), ou pelo e-mail econauta@renovias.com.br. Sustentabilidade Ações de sustentabilidade são incentivadas na Expoflora em suas mais diversas atrações. Na exposição de Arranjos Florais e na Mostra de Paisagismo e Jardinagem, por exemplo, os decoradores, arquitetos, engenheiros agrônomos e designer de interiores, entre outros, dão bons exemplos ao sugerirem ao público a utilização de vasos biodegradáveis, de fibra de coco, de folha de bananeira, feitos com garrafas pet e de vidro, ou, ainda, a criar móveis produzidos a partir de pallets, madeira de demolição ou reflorestamento. Também são incentivas práticas sustentáveis, como o uso da compostagem, que aproveita folhas, galhos de árvores e resíduos do próprio jardim como adubo orgânico. Serviço: 31ª Expoflora Data: de 30 de agosto a 23 de setembro, de quinta-feira a domingo Horário: das 9h às 19h Localização: Holambra, SP 340, rodovia Campinas-Mogi Mirim, saída 140. Ingressos R$ 30,00. Crianças de até cinco anos de idade, acompanhadas dos pais ou responsáveis, não pagam. Informações sobre a Expoflora: 19 3802-1421 - expoflora@expoflora.com.br

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

NO DIA DO AMAZONAS CONHEÇA A SUA BIBLIOTECA VIRTUAL

Hoje 5 de Setembro é o dia da Amazônia. Para festejar a data, o Linha Verde convida seus leitores a conhecer a biblioteca virtual da região. Nela vocês irão encontrar o maior acervo amazônico e poderão fazer diversos tipos de pesquisa. O endereço é: http://www.bv.am.gov.br/portal/conteudo/acervo/digitalizado/index.php?Letra=A A HISTÓRIA DA BIBLIOTECA A história da Biblioteca Virtual do Amazonas está estreitamente ligada á preocupação do governo em resgatar o acervo documental da Biblioteca Pública do Amazonas e do Instituo Geográfico e Histórico do Amazonas, que são possuidores de um acervo documental que contempla todas as áreas do conhecimento, e em particular, boa parte das fontes da historiografia do Amazonas. Com o objetivo de preservar os originais e divulgar informações tão valiosas nesses documentos é que no ano de 2000 se formulou um primeiro projeto geral de resgate, tratamento e registro em suporte magnético, resguardando os originais e colocando á disposição do interessado um produto de consulta fácil, em ambiente amigável, inicialmente em CD-ROM, posteriormente na Internet. Em 28 de Novembro de 2001 tornou-se realidade a divulgação através da Internet. Neste mesmo ano, o governo adquiriu a coleção do Prof. Arthur César Ferreira Reis, que se constitui de documentos raros e relevantes da história do Amazonas, aumentando assim os horizontes da Biblioteca Virtual. A partir desta experiência se abriu a possibilidade de inserção de outros acervos. Entretanto, a meta é inserir acervos tais como arquivos, bibliotecas e centros de documentação, desde que desejem participar deste projeto. OBJETIVOS DA BIBLIOTECA VIRTUAL Promover o acesso universal e gratuito do seu acervo; Coletar e disponibilizar fontes documentais sobre o Amazonas e Amazônia; Preservar em suporte digital os acervos das instituições que dela participarem com seus conteúdos, fornecendo posteriormente o produto final, para uso nas próprias instituições. CONSTITUIÇÃO DO ACERVO Seu acervo tem como base os acervos de domínio público da Biblioteca Pública do Amazonas, Biblioteca Arthur Reis e Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas. No entanto, não se resume somente a documentos que se encontram em domínio público, há outros que foram elaborados especificamente para entrar no site. Compõe-se de uma coletânea de livros, com ênfase no Amazonas, assim como publicações de cunho universal. DISPONIBILIZAÇÃO DO ACERVO O acervo é disponibilizado gratuitamente aos seus usuários. No entanto, a Biblioteca reserva-se ao direito de manter serviços e áreas de acesso restrito a projetos e grupos de usuários. Esta página possibilita você fazer o downloads das obras. Para isso, você deverá ter o programa Winzip 8.0. Reservamo-nos ao direito de retirar do site qualquer conteúdo que motive reclamações de usuários, questionando a veracidade das informações veiculadas, assim como aqueles cujo tempo por nós estipulado tenha terminado. Publicamos artigos e colaborações que venham acompanhadas da correta identificação do autor e expressa autorização para sua utilização, seja em nosso site, ou por qualquer outro suporte. Os termos e condições de disponibilização são única e exclusivamente válidos para o site “Biblioteca Virtual do Amazonas”, usuários, parceiros e colaboradores, não se aplicando aos site de terceiros, mesmo que seu conteúdo seja acessado “in frame” em nosso site. Não assumimos nenhuma responsabilidade sobre a veracidade ou as opiniões emitidas por nossos usuários, parceiros e colaboradores nem pela utilização que será dada aos mesmos, incluindo seus resultados. São de inteira responsabilidade dos próprios usuários, parceiros e colaboradores os conteúdos e informações que enviarem para serem disponibilizados, bem como estes serão os únicos e exclusivos a responderem pelos fatos e atos gerados pelos seus atos, incluindo-se nesta responsabilidade eventuais reparações cíveis ou ações penais. Os usuários, parceiros e colaboradores assumem ter conhecimento de que não é possível se verificar se todos os materiais estão ou não infringindo os termos da Lei nº 9.610/98 (Direitos Autorais), em especial nas colaborações. Alertamos aos usuários que queiram usufruir os Conteúdos para seu uso pessoal, citar a fonte, ou seja, de onde o texto foi retirado. Há leis que restringem o uso, sendo proibido, publicar, vender, plagiar, distribuir, objetivando lucro, por qualquer meio os Conteúdos, em parte ou totalmente. Em nenhuma hipótese, administradores da Biblioteca Virtual serão responsáveis por quaisquer danos direitos ou inderetos, especiais incidentais ou de conseqüência, oriundos do conteúdo enviado e disponibilizado nesse site, para acesso irrestrito de seus usuários. RESPEITO AOS DIREITOS AUTORAIS Todas as imagens ou textos, acessíveis neste site, estão protegidos pela Lei de Direitos Autorais, sendo expressamente proibida qualquer utilização, distribuição, difusão ou transmissão, cópia, reprodução, modificação, venda ou qualquer outro uso, total ou parcial, comercial ou não comercial, quaisquer que sejam os meios utilizados, salvo com autorização expressa do autor ou da adminsitradora do site.

CURSO SOBRE RESÍDUOS SÓLIDOS NO SINDICATO DOS JORNALISTAS SP

A nova política irá transformar e modificar radicalmente os atuais modelos de produção e descarte em todo o país, o curso pretende informar e capacitar, em especial, os jornalistas para que dê sua efetiva contribuição para a melhor cobertura e aprofundamento do tema A aula será no dia 15 de setembro, sábado, das 9h00 às 18h00 no Auditório do Sindicato. Programa: panorama do consumo de matérias-primas (esgotamento dos recursos naturais, consumo exagerado de insumos básicos); Desperdícios e armazenamento de lixo (sociedade do consumo e do descartável, o colapso do armazenamento do lixo nas grandes cidades); conhecendo as origens de um produto (ciclo de vida e cadeia produtiva, consequência dos descartes irresponsáveis, panorama geral da coleta seletiva); a Lei dos Resíduos Sólidos (principais pontos e desafios, o que e quando será implementada); Novos negócios e novas oportunidades (empreendedorismo em alta, catadores de resíduos e sua capacitação, projetos em parceria com o Poder Público). Docente: Reinaldo Canto. Reinaldo é jornalista há 31 anos com passagens pelas principais empresas de televisão e rádio do Brasil. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace Brasil, coordenador de comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e colaborador do Instituto Ethos de Responsabilidade Social. Colaborador da Envolverde e colunista da Carta Capital. A programação completa pode ser acessada em www.jornalistasp.org.br Matrículas até 13 de setembro de 2012 Valores: R$ 120,00 (à vista ou 2 de R$ 60,00) para jornalistas sindicalizados e estudantes de Jornalismo pré-sindicalizados e de R$ 180,00 (à vista ou 2 de R$ 90,00) para os jornalistas e estudantes de Jornalismo não sindicalizados e demais interessados. Os que já fizeram cursos (exceto os gratuitos) no Sindicato têm descontos: 20% para sindicalizados e pré e 10% para os não sindicalizados.

ANALISTA DO ICMBIO ORGANIZA LIVRO SOBRE O CARIRI CEARENSE

por Dandara Santos A analista ambiental Quitéria Cavalcanti Pereira, da Área de Proteção Ambiental (APA) Chapada do Araripe, no Ceará, é uma das organizadoras do livro “Gestão Ambiental: Foco no Cariri Cearense”. A coletânea de artigos de profissionais de gestão ambiental, publicada pela Faculdade Vale do Jaguaribe (FVJ), será lançada nesta quarta-feira (5), às 15h, no salão de atos da Universidade Regional do Cariri (URCA), situada em Crato (CE). O trabalho aborda temas como a gestão participativa em unidades de conservação federal, gestão de recursos hídricos, plano de manejo florestal sustentável, resíduos sólidos, saúde ambiental e modelos de eficiência na comunicação voltada à gestão ambiental. Os textos têm como enfoque e fonte de inspiração o Cariri Cearense, uma microrregião localizada no Sul do estado do Ceará, composta por oito municípios que, juntos, ocupam uma área de aproximadamente 6.340 km², vista como um tipo de oásis no sertão tanto pelo ponto de vista ecológico, como climático e hidrográfico. No aspecto cultural, o Cariri Cearense é classificado como uma região especial, diferente dos ambientes típicos da cultura sertaneja. Chefe-substituta da APA, Quitéria é graduada em Engenharia da Construção Civil e Direito e tem pós-graduação em Gestão Ambiental (Auditoria e Perícia Ambiental). Comunicação ICMBio

terça-feira, 4 de setembro de 2012

RESIDÊNCIA DE ALTO PADRÃO ABUSA DE ENERGIAS ALTERNATIVAS E SEGUE A NOVA TENDÊNCIA DAS CASAS SUSTENTÁVEIS

Marco Aurélio Gimenez fez curso técnico de eletrônica e sempre foi um estudioso em energias alternativas. Em sua adolescência, em meados de 1978, foi premiado em um trabalho de colégio, cujo tema principal foi Fontes Alternativas de Energia Elétrica. Sempre procurou dados sobre o assunto e estuda desde esta época sobre energias alternativas. Hoje, diretor de uma indústria, localizada no interior de São Paulo, passou a aplicar seu conhecimento em soluções para seus equipamentos, utilizando energias renováveis. Por conta de todo esse envolvimento com o assunto, Gimenez começou a construir sua residência, de 400 metros quadrados, no ano de 2008, e acabou optando por todas as alternativas sustentáveis possíveis para a sua obra. Desde que começou a construção, já foi possível prever algumas ações e iniciar todo o processo para economizar e ainda preservar o meio ambiente. Em sua vida, em seu trabalho e como previsão para o futuro: tudo para Marco Aurélio Gimenez tem ligação direta com a sustentabilidade e com energias alternativas. Até julho de 2012, Gimenez fez um investimento da ordem de R$ 20 mil, com aquecimento de água para banhos e torneiras, uso de energia solar fotovoltaica para iluminação de jardins, captação de água de chuva, deck com madeira plástica reciclável e uso excessivo de vidros para aproveitamento de iluminação natural. E Gimenez não para por aí: seu próximo desafio é produzir sua própria eletricidade com energia solar comprando menos energia da concessionária, reduzindo assim sua conta de luz. Este sistema de geração chama-se On-Grid. Gimenez conta que inúmeros estudos atuais mostram que esse tipo de geração On-Grid é projetado para produzir eletricidade durante 25 anos. Sendo que em 10 anos, todos os investimentos feitos são recuperados. "Espero passar de consumidor para fornecedor de energia no ano de 2013, pois os custos de todos os equipamentos relacionados a energia alternativa têm sofrido baixas expressivas em seus custos, de alguns anos para cá. Para Gimenez, a tecnologia ainda não foi disseminada por conta do Brasil não dominar completamente o assunto. "Além de aumentar os projetos sustentáveis da minha casa, a ideia é desfrutar de tudo isso e economizar, daqui pra frente." Gimenez sentiu-se motivado por uma regulamentação da Aneel, em abril de 2012, permitindo sistemas solares conectados à rede - micro-geração caseira. "Penso em vender energia para companhias de energia elétrica, futuramente, como já acontece hoje em alguns Países da Europa", diz Gimenez. Ele sabe que ainda não é possível no Brasil, mas garante que este será o seu futuro. "Quero gerar mais energia do que irei consumir para o restante jogar na rede para que outras pessoas possam consumi-la". Para ele, deveríamos seguir no Brasil uma cultura diferente, a começar pelo Governo. "É necessário incentivar esse tipo de prática, criando linhas de crédito e divulgação das formas como adquirir esse tipo de sistema."
- CASA PROJETADA PARA ILUMINAÇÃO COM LUZ DO SOL NOS AMBIENTES O arquiteto que projetou sua casa havia previsto mais alvenaria do que vidro para o layout de sua residência, porém, Gimenez já tinha em mente todas as formas construtivas que poderiam contribuir com o meio ambiente e para o seu bolso. Por isso, modificou parte dos desenhos do profissional que criou seu layout e inseriu vidro em grande parte de sua residência. Algumas construções são realizadas sem a devida atenção ao posicionamento do sol e influência dos raios na entrada da casa. "Não quero de forma alguma ter de ligar a energia em dias claros e/ ou com sol."
- AQUECIMENTO SOLAR PARA ÁGUA DE BANHOS, LAVATÓRIOS E PIA DA COZINHA Tecnica amplamente utilizada onde utiliza quatro coletores solares, mas Gimenez garante que esse espaço é fácil de ser encontrado, pois esses equipamentos ficam armazenados normalmente em espaços não utilizados pelos moradores da casa - no telhado. Os coletores solares captam energia do sol e transformam em calor, capaz de aquecer a água passada pelos coletores e levar água aquecida para os chuveiros, lavatórios e para a pia da cozinha. - AQUECIMENTO SOLAR PARA GERAÇÃO DE ENERGIA PARA ILUMINAÇÃO DE JARDINS E LUZ DE EMERGÊNCIA Módulos fotovoltaicos, com potência instalada de 250 watts, para geração de eletricidade para iluminação de jardins e iluminação de emergência, caso haja interrupção da energia vinda da rede elétrica. O trabalho dos módulos solares é transformar radiação solar em eletricidade distribuído energia para luminárias com lâmpadas LED em 10 pontos da residência. De acordo com a orientação do Gimenez, esse tipo de sistema não requer manutenção e nem limpeza. "Os módulos solares, por exemplo, são fabricados de modo que não necessite de limpeza contínua e frequente."
- GERADOR EÓLICO O gerador eólico complementa a geração, que converte a energia dos ventos em eletricidade, sua potência é de 300 watts, posicionado também no telhado da casa do Gimenez, gera eletricidade para carregar as baterias que geram energia para auxiliar as placas que enviam energia para a iluminação do jardim. Ele trabalha em conjunto com os módulos solares. Este equipamento pesa cerca de seis quilos, com um metro e vinte centímetros de diâmetro.
- CIRCUITO ELÉTRICO MOVIDO A ENERGIAS SOLAR E EÓLICA Circuito elétrico e carregador de baterias, com energia elétrica, proveniente dos módulos solares e gerador eólico.
- BATERIAS PARA ARMAZENAMENTO DE ENERGIA As baterias são utilizadas para armazenar a energia captada nos módulos solares e no gerador eólico. Essa energia será utilizada automaticamente ao escurecer ou a noite na falta de energia da rede para iluminação de jardins e emergência.
- ILUMINAÇÃO TIPO LED NOS JARDINS Iluminação LED nos jardins, seguindo como soluções mais econômicas. Esse tipo de lâmpada consome menos energia do que as normalmente utilizadas em residências. - ILUMINAÇÃO TIPO LED NAS DEPENDÊNCIAS INTERNAS DA CASA A iluminação de emergência é acionada somente quando acaba o fornecimento de energia elétrica da rede. Ao invés do sistema captar energia da rua, capta internamente através da energia vinda dos módulos solares e/ou do sistema eólico. As luzes de emergência também são vistas em lâmpadas de LED, acionadas somente a noite, automaticamente, quando há falta de energia. - AQUECIMENTO DA ÁGUA DA PISCINA
Piscina de 30 mil litros, aquecida com energia solar. Todo o sistema é alimentado desta forma, 100% com energia solar. BOMBA DE CIRCULAÇÃO MOVIDA A ENERGIA SOLAR Com o sol, temos calor e eletricidade. Assim, a bomba de circulação da Anauger é alimentada pelo módulo solar fotovoltaico e faz circular a água da piscina nos coletores para aquecimento, a um custo zero de eletricidade e maior tempo de uso da piscina durante o ano. - CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Locais de localização da Cisterna, cuja capacidade de água é de 10 mil litros. Trata-se da captação de água de chuva, coletada do telhado da residência, com cerca de 200 metros quadrados. Toda a água da chuva captada através das calhas é armazanada na cisterna. O líquido captado passa por um filtro, sendo aproveitado 95% desse volume captado. O restante (5%) é descartado para a rua levando as impurezas mais pesadas. Essa água é utilizada, na casa de Gimenez, para descargas de banheiros e os moradores da casa garantem que não há diferença alguma na aparência da água vinda da rede externa. A cisterna desta residência foi instalada abaixo do deck da piscina, portanto não ocupa espaço algum do terreno. O sistema de captação de água de chuva foi instalado há 3 anos na casa de Gimenez e já foi possível ter o retorno de seu investimento. Somente com o processo de captação de água de chuva, foi gasto um valor de cerca de R$ 7 mil. No ano passado, teve um período de falta de chuva de aproximadamente 30 dias. A conta de água da residência, neste período de estiagem, apresentou o valor de R$ 200. Em períodos em que o sistema de captação da água de chuva funciona normalmente a conta chega no máximo de R$ 60. - DECK PRODUZIDO COM MATERIAL PLÁSTICO (IMITAÇÃO DE MADEIRA) Deck de madeira plástica reciclada composta de materiais plásticos descartados que deveriam estar na natureza. Trata-se de um material 100% plástico, imitando com perfeição a madeira, baixa manutenção e dizem que o plástico dura 100 anos na natureza.