Programa iniciado em 2011 arrecada 5 toneladas de material reciclável e, pelo sucesso da iniciativa, companhia planeja reproduzi-lo em suas 16 filiais
Janeiro de 2012– Quase 2,5 toneladas de papel e papelão, além de 2,28 toneladas de plásticos encaminhados para reciclagem, em 2011, é o resultado de uma iniciativa interna da Ativa Logística (www.ativalog.com.br), um dos maiores operadores logísticos brasileiros nos segmentos de medicamentos e cosméticos. Esse volume de material ajudou a preservar quase 90 metros quadrados de floresta, 49,2 mil litros de água e 2,28 mil litros de petróleo, que seriam utilizados para a produção desses materiais.
Iniciado na unidade paulista da companhia, na Vila Guilherme, o programa envolveu o treinamento de cerca de 300 colaboradores, por meio de palestras e exposição de vídeos. Eles se incumbem de separar e depositar todo o material reciclável (papelão, papel, plástico, borracha, ferro e óleo) em lixeiras específicas que, quinzenalmente, são encaminhadas a usinas e indústrias que fabricam sacolas plásticas, cadernos, guardanapos e papel toalha. “O nosso objetivo é incentivar os nossos profissionais a refletir sobre a importância da reciclagem, além de tornar essa atitude um hábito. É necessário ter consciência de que somos responsáveis pelo lixo que geramos”, comenta o diretor da Ativa Log&iac ute;stica, Newton Tosim, que tem planos de levar o projeto para todas as 16 filiais da companhia localizadas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina.
Com o programa de reciclagem, a Ativa Logística espera reverter todo o valor arrecadado com a venda do material encaminhado para reciclagem para o desenvolvimento de ações que aumentem ainda mais a qualidade de vida dos seus colaboradores.
Fonte: Brandpress
domingo, 22 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
MUSEU ÍNDIA VANUIRE RECEBEU 33.845 VISITANTES EM 2011
Em 2011, o Museu Índia Vanuíre, instituição da Secretaria de Estado da Cultura
administrada em convênio com a ACAM Portinari, recebeu cerca de 33.845
visitantes em Tupã. Durante o ano, a população do município e da região pôde participar
de 31 atividades realizadas gratuitamente pelo museu, entre palestras,
exposições temporárias, cursos de capacitação, oficinas e eventos culturais.
O primeiro semestre de 2011 foi marcado pelo lançamento das programações Todo
Dia é Dia de Índio e Em Cartaz no Museu, ações que têm como objetivo abordar o
cotidiano da comunidade indígena brasileira e incentivar a transmissão de sua
cultura para as novas gerações, além das Visitas Orientadas, que possuem
caráter pedagógico.
Em abril, a tradicional Semana do Índio bateu recorde de público com mais de
4.800 pessoas, um aumento de 37% em relação ao ano anterior (2010). Entre os
destaques, a programação da 39º edição da Semana contou com a exposição de
ilustrações José Lanzelotti, oficinas pedagógicas, exibição de documentários
sobre o tema e peça de teatro sobre lendas indígenas.
Seguindo a efervescência da primeira metade do ano, a programação do Museu
Índia Vanuíre para o segundo semestre foi recheada de atividades e exposições
temporárias, entre elas Harald Schultz – Olhar Antropológico, em parceria com
Museu Arqueologia e Etnologia da USP (MAE), e Cores do Xingu.
Outro evento que marcou o ano da instituição foi o lançamento do projeto de
acessibilidade para homenagear o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
(3/12). A proposta tem como objetivo facilitar o acesso de pessoas com
deficiência e mobilidade reduzida às exposições e ações oferecidas pelo museu.
“Tivemos um ano satisfatório, com atividades variadas e número considerável de
visitação. Nossas metas foram alcançadas. Agora temos
mais desafios este ano que, assim como 2011, acredito que será muito positivo”,
disse a gerente do museu Tamimi Borsatto.
A previsão para 2012 é de que o museu incremente ainda mais sua programação com
ações e atividades inéditas. Uma delas é o I Encontro Paulista de Questões
Indígenas, que será realizado pela instituição em abril.
Serviço:
Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre
Endereço: rua Coroados, nº 521, Centro -
Tupã-SP
Funcionamento: de terça a domingo,
das 9h às 17h
Entrada: gratuita
Informações: (14) 3491-2333
www.museuindiavanuire.org.br
Fonte: Brandpress
administrada em convênio com a ACAM Portinari, recebeu cerca de 33.845
visitantes em Tupã. Durante o ano, a população do município e da região pôde participar
de 31 atividades realizadas gratuitamente pelo museu, entre palestras,
exposições temporárias, cursos de capacitação, oficinas e eventos culturais.
O primeiro semestre de 2011 foi marcado pelo lançamento das programações Todo
Dia é Dia de Índio e Em Cartaz no Museu, ações que têm como objetivo abordar o
cotidiano da comunidade indígena brasileira e incentivar a transmissão de sua
cultura para as novas gerações, além das Visitas Orientadas, que possuem
caráter pedagógico.
Em abril, a tradicional Semana do Índio bateu recorde de público com mais de
4.800 pessoas, um aumento de 37% em relação ao ano anterior (2010). Entre os
destaques, a programação da 39º edição da Semana contou com a exposição de
ilustrações José Lanzelotti, oficinas pedagógicas, exibição de documentários
sobre o tema e peça de teatro sobre lendas indígenas.
Seguindo a efervescência da primeira metade do ano, a programação do Museu
Índia Vanuíre para o segundo semestre foi recheada de atividades e exposições
temporárias, entre elas Harald Schultz – Olhar Antropológico, em parceria com
Museu Arqueologia e Etnologia da USP (MAE), e Cores do Xingu.
Outro evento que marcou o ano da instituição foi o lançamento do projeto de
acessibilidade para homenagear o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência
(3/12). A proposta tem como objetivo facilitar o acesso de pessoas com
deficiência e mobilidade reduzida às exposições e ações oferecidas pelo museu.
“Tivemos um ano satisfatório, com atividades variadas e número considerável de
visitação. Nossas metas foram alcançadas. Agora temos
mais desafios este ano que, assim como 2011, acredito que será muito positivo”,
disse a gerente do museu Tamimi Borsatto.
A previsão para 2012 é de que o museu incremente ainda mais sua programação com
ações e atividades inéditas. Uma delas é o I Encontro Paulista de Questões
Indígenas, que será realizado pela instituição em abril.
Serviço:
Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre
Endereço: rua Coroados, nº 521, Centro -
Tupã-SP
Funcionamento: de terça a domingo,
das 9h às 17h
Entrada: gratuita
Informações: (14) 3491-2333
www.museuindiavanuire.org.br
Fonte: Brandpress
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
PARQUE DOS CORAIS DE BÚZIOS (RJ) – CENTRO DE VISITANTES

O Centro de Visitantes do Parque dos Corais de Búzios traz uma exposição imersiva, multimídia e interativa, sobre o parque natural, que envolve três núcleos principais: Bardot, João Fernandes e Tartaruga. Ele conta com a realização e operação do Projeto Coral Vivo e o patrocínio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental. Diante do mosaico de vídeos de impacto, em fragmentos inspirados em pólipos de corais, o público pode explorar como desejar o espaço e descobrir diferentes pontos de interação. E mais: ele ganha o poder de influenciar o lugar inteiramente. Há também vitrines de corais. Com o intuito de aliar informação ao lazer, o Projeto Coral Vivo pretende mobilizar turistas e população local para conservar a biodiversidade marinha da região e ressaltar a importância da preservação das comunidades de corais na manutenção da vida nos oceanos. Do lado de fora, fica um aquário com organismos encontrados no mar da região e cuidadosamente tratados por especialistas, além de lojinha com produtos exclusivos e bilheteria. A receita é destinada às ações do Projeto Coral Vivo em Búzios. Um verdadeiro presente para a Região dos Lagos Fluminense. Ele fica na rua das Pedras, 141, na histórica casa Colônia de Pescadores Z23.
Endereço: Ruas das Pedras, 141, Búzios (RJ).
Aberto ao público: Desde o dia 9 de dezembro de 2011.
Horários: De terça a domingo. Entre dezembro e março, das 11h às 0h. De abril a novembro, das 17h às 23h.
Ingresso: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada).
Forma de pagamento: Dinheiro. Cartões: Visa, Master, American Express.
Faixa etária: Livre.
Lojinha: Venda de produtos exclusivos do Projeto Coral Vivo: jogos americanos, ribanas, porta-copos, lápis, canetas, vídeos, entre outros.
Mais informações: (22) 2623-2574 / contato@coralvivo.org.br / www.coralvivo.org.br / www.facebook/coralvivo / www.twitter.com/Coral_Vivo
FONTE: PMB
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Semana Verde discute agricultura e sustentabilidade

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, o secretário de Relações Internacionais, Célio Porto, e representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estarão em Berlim, na Alemanha, de hoje (18) até o próximo domingo (22) para participar da Feira Internacional Anual para Agricultura - Semana Verde 2012. Assuntos como segurança alimentar, crescimento agrícola, sustentabilidade ambiental, além de encontros bilaterais com ministros da Agricultura de países europeus fazem parte da agenda de debates
Paralelo à feira, será realizado o Fórum Global para a Alimentação e a Agricultura, com o tema Segurança alimentar através de um crescimento sustentável – A utilização agrícola de recursos escassos. O fórum reunirá ministros da Agricultura de 47 países e da União Europeia. Serão discutidos assuntos relacionados à crescente preocupação em produzir alimentos para atender à demanda mundial e como isso pode ser feito de forma sustentável, sem prejudicar o meio ambiente. O documento final, elaborado a partir das discussões do fórum, será submetido a debates na Conferência Rio +20, que acontece no próximo mês de junho, no Rio de Janeiro.
Durante o fórum, paineis e debates sobre pesquisa e desenvolvimento serão apresentados por ministros da Agricultura de todo o mundo. Entre os temas apresentados estão os requisitos para gerar aumento na produção agrícola sustentável e as técnicas tradicionais e inovadoras para o uso eficiente da água e do solo. Também serão abordadas quais as estruturas necessárias para garantir que a produção agrícola consiga atender à demanda por alimentos, técnicas eficazes que podem ser utilizadas para aumentar cada vez mais a produção agrícola e onde os investimentos precisam ser fortalecidos para aumentar a produção.
Exemplo brasileiro
O ministro Mendes Ribeiro Filho apresentará, durante sua participação no Fórum, o Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC). O plano ABC foi criado pelo Governo Federal para atender aos compromissos voluntários assumidos n a 15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 15), de redução significativas das emissões de gases de efeito estufa geradas pela agropecuária.
O plano pretende evitar a emissão de 165 milhões de toneladas equivalentes de CO2 nos próximos dez anos. Um dos componentes do Plano ABC é uma linha de crédito exclusiva – o Programa ABC – que busca facilitar ao produtor rural a implantação de sistemas de produção que reduzam as emissões de Gases Efeito Estufa (GEE).
O Plano também incentivo o uso de técnicas agrícolas tais como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), sistema que combina as atividades agrícolas, florestais e pecuárias, promovendo a recuperação de pastagens em degradação. Já o Plantio Direto promove o sequestro de dióxido de carbono da atmosfera e mantém a qualidade dos recursos naturais, como água e solo.
Outra técnica disseminado pelo ABC é o plantio de florestas comerciais, como eucalipto e pinus, que aumenta o seqüestro de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera. A Fixação Biológica de Nitrogênio é outra prática que tem como base o uso de plantas leguminosas, associado à cultura comercial, para suprir a necessidade de minerais necessários como adubação.
Você acha que um copo plástico é apenas um copo plástico?
Por Jimmy Cygler
Ontem fui ao laboratório fazer exames de saúde. Após ter as ampolas de sangue recolhidas e esfomeado por horas de jejum, resolvi visitar a lanchonete do local. Ao meu lado, uma mãe de cabelos brancos e quem parecia ser seu filho, barbudo, uns 40 anos, também sentavam-se para comer. Entre uma golada e outra de café, reparei no comportamento do rapaz quando se levantou para pegar mais suco. Em vez de um copo plástico, ele trouxe dois, um embaixo do outro - o que nem se justificava para aplacar uma eventual temperatura muito quente. Ao fim daquele lanche rápido, o que deveriam ser dois copos eram, na verdade, oito.
É muito possível que o meu companheiro de cantina não tenha consciência de que ele colaborou para que exista quatro vezes mais petróleo extraído das profundezas de nosso planeta; quatro vezes mais coleta de lixo; quatro vezes mais desperdício de energia para recolhê-lo; lixões quatro vezes mais abarrotados; quatro vezes menos tempo de vida para a Terra. Hoje, ainda não é possível responsabilizá-lo. Isso porque até agora, a humanidade seguiu os princípios da abundância para se firmar enquanto espécie. Ainda não conseguimos perceber que a água está acabando porque hoje ela escorre de forma abundante em nossos chuveiros, tanques e torneiras. Mas dentro de 20 anos, a demanda por água será 40% maior do que a sua oferta. Daqui para frente, portanto, é preciso adotar um princípio de vida exatamente oposto se quisermos sobreviver enquanto espécie: o da escassez.
Todos os dias, 250 mil bebês nascem em todo o mundo, enquanto a média de mortes gira em torno de 150 mil. No último Dia das Bruxas, a Terra ultrapassou a marca dos 7 bilhões de habitantes. Até 2100, segundo o último relatório do Fundo de População das Nações Unidas, devemos passar dos 10 bilhões e até chegar perto dos 15. Esses dados são alarmantes se pensarmos que, apenas com o número de moradores atual, o planeta demora 18 meses para repor os recursos consumidos em 12 meses. E pouca gente sabe que a elevação da temperatura global, causada pelo incessante envio de CO2 à atmosfera, está diretamente ligada à uma possível falta de alimentos para a população terrestre no futuro. Se o clima médio do planeta ficar 5,8 graus mais quente nos próximos cem anos, conforme foi previsto pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, as plantações de arroz, soja e milho serão reduzidas pela metade. Essa quantidade de comida pode ter que ser suficiente para alimentar o dobro de indivíduos que existem agora.
Para cada quilo de plástico produzido, seis quilos de CO2 são liberados na atmosfera. Tudo está interligado em uma mesma lógica ambiental que funciona de forma praticamente matemática e explica por que o meu companheiro de cantina não tem o direito de pegar oito copos diferentes para beber o mesmo suco com a sua mãe. Fazendo isso, ele está cooperando para que a crise mais séria de fome que a humanidade já enfrentou até o presente momento realmente exista. Ele está colaborando, sem saber, para que o derretimento das geleiras promova desastres ecológicos que podem fazer cidades inteiras sumirem para sempre. E para que as crianças que nasçam daqui a cem anos encontrem um planeta muito menos habitável do que é a Terra hoje.
Você já jogou fora a garrafinha de água mineral que comprou na rua hoje? Se não, guarde-a na bolsa e enchaem casa. Nãoé isso que vai salvar o planeta, mas acredite: é uma bela ajuda.
*Jimmy Cygler é presidente da Proxis, foi professor do MBA da ESPM por 13 anos, lutou em quatro guerras em Israel (principalmente no deserto do Negev) e publicou pela editora Elsevier o livro Quem Mexeu na Minha Vida.
Fonte: Brandpress
Ontem fui ao laboratório fazer exames de saúde. Após ter as ampolas de sangue recolhidas e esfomeado por horas de jejum, resolvi visitar a lanchonete do local. Ao meu lado, uma mãe de cabelos brancos e quem parecia ser seu filho, barbudo, uns 40 anos, também sentavam-se para comer. Entre uma golada e outra de café, reparei no comportamento do rapaz quando se levantou para pegar mais suco. Em vez de um copo plástico, ele trouxe dois, um embaixo do outro - o que nem se justificava para aplacar uma eventual temperatura muito quente. Ao fim daquele lanche rápido, o que deveriam ser dois copos eram, na verdade, oito.
É muito possível que o meu companheiro de cantina não tenha consciência de que ele colaborou para que exista quatro vezes mais petróleo extraído das profundezas de nosso planeta; quatro vezes mais coleta de lixo; quatro vezes mais desperdício de energia para recolhê-lo; lixões quatro vezes mais abarrotados; quatro vezes menos tempo de vida para a Terra. Hoje, ainda não é possível responsabilizá-lo. Isso porque até agora, a humanidade seguiu os princípios da abundância para se firmar enquanto espécie. Ainda não conseguimos perceber que a água está acabando porque hoje ela escorre de forma abundante em nossos chuveiros, tanques e torneiras. Mas dentro de 20 anos, a demanda por água será 40% maior do que a sua oferta. Daqui para frente, portanto, é preciso adotar um princípio de vida exatamente oposto se quisermos sobreviver enquanto espécie: o da escassez.
Todos os dias, 250 mil bebês nascem em todo o mundo, enquanto a média de mortes gira em torno de 150 mil. No último Dia das Bruxas, a Terra ultrapassou a marca dos 7 bilhões de habitantes. Até 2100, segundo o último relatório do Fundo de População das Nações Unidas, devemos passar dos 10 bilhões e até chegar perto dos 15. Esses dados são alarmantes se pensarmos que, apenas com o número de moradores atual, o planeta demora 18 meses para repor os recursos consumidos em 12 meses. E pouca gente sabe que a elevação da temperatura global, causada pelo incessante envio de CO2 à atmosfera, está diretamente ligada à uma possível falta de alimentos para a população terrestre no futuro. Se o clima médio do planeta ficar 5,8 graus mais quente nos próximos cem anos, conforme foi previsto pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, as plantações de arroz, soja e milho serão reduzidas pela metade. Essa quantidade de comida pode ter que ser suficiente para alimentar o dobro de indivíduos que existem agora.
Para cada quilo de plástico produzido, seis quilos de CO2 são liberados na atmosfera. Tudo está interligado em uma mesma lógica ambiental que funciona de forma praticamente matemática e explica por que o meu companheiro de cantina não tem o direito de pegar oito copos diferentes para beber o mesmo suco com a sua mãe. Fazendo isso, ele está cooperando para que a crise mais séria de fome que a humanidade já enfrentou até o presente momento realmente exista. Ele está colaborando, sem saber, para que o derretimento das geleiras promova desastres ecológicos que podem fazer cidades inteiras sumirem para sempre. E para que as crianças que nasçam daqui a cem anos encontrem um planeta muito menos habitável do que é a Terra hoje.
Você já jogou fora a garrafinha de água mineral que comprou na rua hoje? Se não, guarde-a na bolsa e enchaem casa. Nãoé isso que vai salvar o planeta, mas acredite: é uma bela ajuda.
*Jimmy Cygler é presidente da Proxis, foi professor do MBA da ESPM por 13 anos, lutou em quatro guerras em Israel (principalmente no deserto do Negev) e publicou pela editora Elsevier o livro Quem Mexeu na Minha Vida.
Fonte: Brandpress
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
PARQUE NACIONAL DO ITATIAIA APRESENTA A EXPOSIÇÃO XAMÃS

por Taís Alves
Os visitantes que passarem pelo Parque Nacional do Itatiaia no período de férias e feriado de Carnaval, poderão contemplar além dos atrativos naturais da unidade de conservação (UC), um atrativo cultural. É a exposição Xamãs, do artista plástico Rafael Fioratto. As obras ficam expostas até o dia 26 de fevereiro, de terça a domingo, de 8h às 17h.
A exposição conta com quatro pinturas e 17 esculturas. São totens e máscaras inspirados na Mata Atlântica, além de quatro pinturas com animais encontrados na floresta do Itatiaia, onde o artista utilizou a temática da biodiversidade e criou as obras também levando em consideração suas pesquisas antropológicas.
Rafael Fioratto nasceu no município de Resende, no Rio de Janeiro, e reside em Itatiaia. É licenciado em Artes Visuais e especialista em Teatro. Seu trabalho como autor e diretor teve início em 1999 e sua mais recente peça autoral foi “Conflitos”, que dialogava as artes visuais e a psicologia com a cena teatral.
Sobre o Parque
Administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a unidade de conservação foi o primeiro Parque Nacional do país criado em junho de 1937. O Parque Nacional do Itatiaia está localizado na divisa entre os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, na Serra da Mantiqueira. Fica ao sudoeste do Rio de Janeiro, no município de Itatiaia, e a sudoeste de Minas Gerais, abrangendo os municípios mineiros de Itamonte, Alagoa e Bocaina de Minas.
Fonte: Ascom ICMBio
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Manejo florestal tende a se fortalecer com demanda por produtos sustentáveis

Manejo florestal tende a se fortalecer com demanda por produtos sustentáveis
Mercado interno, que consome cerca de 80% da madeira produzida na Amazônia, dá sinais de maior preocupação com origem legal. Extração planejada, por meio do manejo, conserva a floresta.
O manejo florestal, que é o uso planejado e sustentável da floresta para obter madeira e produtos como óleos e sementes, tende a ganhar força como estratégia de proteção delas. É o que afirma o diretor do diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Antônio Carlos Hummel, por ocasião do Dia de Proteção às Florestas, comemorado em 17 de julho.
Segundo Hummel, essa tendência é impulsionada, entre outros fatores, pela exigência crescente de madeira legal, originada do manejo. "O mercado interno, que consome quase 80% da madeira processada na Amazônia, mostra sinais de consumo mais consciente, como a existência de acordos, principalmente no estado de São Paulo, para a obtenção de madeira de fontes legais".
As exportações de madeira, embora representem uma fatia menor do mercado, estimulam a produção legal, pois os principais compradores - que são Estados Unidos e Europa -, exigem comprovação de origem. Em 2009, norte-americanos e europeus importaram em torno de 70% da madeira destinada ao exterior.
POLÍTICAS PÚBLICAS - Ao lado da influência exercida pelo mercado, Hummel destaca as políticas de comando e controle e de fomento ao uso sustentável das florestas desenvolvidas pelo governo federal, entre elas, as concessões florestais, em que a única forma de produção permitida é o manejo. "Existe uma tendência forte da fiscalização, o que inibe a extração ilegal e predatória e favorece o manejo", diz.
Há mais de 1 milhão de hectares de floresta previstos em pré-editais, editais e contratos de concessão florestal federal. Por meio das concessões, empresas, cooperativas e associações têm acesso à floresta para produzir madeira de forma sustentável, em contratos de até 40 anos de duração.
Estimativas do Serviço Florestal mostram que a atividade produtiva sustentável em 10 milhões de hectares de florestas públicas em flonas poderia atender 20% da demanda por madeira tropical. "É necessário disponibilizar mais 20 a 25 milhões de hectares para concessão, de florestas hoje não destinadas, para termos uma economia madeireira sustentável na Amazônia, pois as concessões ordenam a atividade madeireira, combatem o desmatamento e evitam a grilagem", afirma.
Os estados também estão mobilizados para realizar concessões. O Pará concluirá em breve o processo de concessão para uma área de 150 mil hectares e estados como Amapá e Acre se articulam para adotar esse instrumento. Já o manejo feito por comunidades ganhou apoio com o Programa Federal de Manejo Comunitário e Familiar.
Segundo Hummel, o manejo florestal é uma das principais alternativas para manter a floresta em pé frente às pressões exercidas por outras atividades econômicas sobre os biomas, principalmente a Amazônia. "O manejo mostra que floresta pode valer mais em pé. Manejo é um caminho sem volta, associado ao pagamento dos outros serviços que a floresta oferece", diz.
FOTO RENATA KOTSCHO
domingo, 15 de janeiro de 2012
Vila de Itatinga (Bertioga SP), passeio que encanta os visitantes

Construída em 1910 com o objetivo de fornecer energia ao Porto de Santos por meio da Usina Hidrelétrica, a Vila de Itatinga, localizada em Bertioga, município que fazia parte do território santista, é um excelente passeio para quem deseja aliar conhecimento histórico ao bem-estar físico, com direito a caminhada e trilha pelo local.
Além disso, os visitantes também fazem a travessia do Rio Itapanhau e realizam passeio de trenzinho, num trajeto de 7,5km que percorre riachos e a vegetação da Mata Atlântica, tudo com acompanhamento de monitores ambientais especializados.
A Vila é composta por 70 casas, em estilo inglês, além de posto médico, escola, clube, padaria e a Capela de Nossa Senhora da Conceição.
Neste domingo será possível fazer este passeio, organizado pela agência de ecoturismo Harpyia, num percurso que totaliza, somando as trilhas, 4,5 km.
Se você ficou interessado, mas não pode ir neste momento, serão realizados dois passeios em fevereiro e dois em março. Informações podem ser obtidas pelo telefone 3227-2000, ou ainda pelo site www.harpyia.com.br
BAZAR VENDE ARTEZANATO FEITO POR IDOSOS EM SANTOS (SP)

Produtos de qualidade e preços acessíveis, feitos por idosos, podem ser encontrados no Bazar Arte & Fatos, que comercializa bijuterias e peças de decoração, entre outros itens. A iniciativa faz parte de projeto de geração de renda da prefeitura, sob responsabilidade da Seas (Secretaria de Assistência Social), envolvendo cerca de 20 pessoas da terceira idade, inclusive da área continental.
"Idosos que trabalhavam sozinhos agora atuam em grupo, um apoiando o outro. Eles contam com lugar fixo para vender os produtos e complementar a renda familiar", diz Gelásio Ayres Fernandes Junior, coordenador de equipamentos e desenvolvimento social.
O bazar funciona na Rua Bahia, 196, Gonzaga, de segunda-feira a sábado, das 10h às 19h. Idosos que fazem trabalhos manuais podem entrar em contato com a coordenadoria pelo telefone 3221-8654.
FONTE PMS
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Ibama realizará reintegração de grupo de macacos guaribas na natureza em Goiás
O Centro de Triagens de Animais Silvestres do Ibama em Goiás (Cetas/GO) realizará experimento pioneiro em Goiás, ou seja, a reintegração na natureza de um grupo social de macacos-guariba (Alouata caraya), em Aragoiânia/GO (Fazenda Cachoeirinha), às 09h, no sábado, dia 07 de janeiro de 2012.
O grupo social é formado por um macho e três fêmeas, e todos estes animais chegaram ao Cetas/GO em 2010/2011 vítimas de ferimentos causados por eletrochoques nas redes de alta tensão da região metropolitana de Goiânia.
Em decorrência dos ferimentos, foram operados, mas infelizmente tiverem algum dos membros amputados. O macho não possui uma das pernas; uma das fêmeas, uma mão; outra fêmea parte de uma perna, enquanto a última fêmea não teve sequelas, porém perdeu a mãe quando esta foi eletrocutada em um poste.
Acidentes com eletrochoques em animais silvestres, quase na totalidade, com primatas na região metropolitana de Goiânia sugerem que, com o crescimento da cidade e a expansão imobiliária, os animais que outrora permaneciam nas matas ciliares e manchas de floresta que circundavam a metrópole, foram deslocados.
Neste deslocamento em busca de novo hábitat, por terem comportamento arborícola, os primatas preferem utilizar o que mais se aproxima da imagem de uma árvore e seus galhos: a rede elétrica de Goiânia. Houve um aumento na frequência de primatas com este tipo de ferimento que chegam ao Cetas/GO nos últimos dois anos.
Apesar das deficiências dos animais, eles passaram por reabilitação, formação do grupo social e monitoramento pré-soltura. A equipe de biólogos e veterinários do Cetas/GO constatou após os testes que as funções de locomoção, captura de alimento, defesa de território e fuga de predadores não sofreu decréscimo significante que poderia impedir a sua reintegração à natureza.
Desta forma, foi idealizado este experimento pioneiro, no qual será utilizado o método de soltura branda. Após a soltura, os animais serão monitorados por uma equipe de biólogos e estudantes por 10 dias consecutivos e, depois, mensalmente, para estimar a área de vida pós-soltura do grupo, e o comportamento em vida livre.
Este monitoramento é uma das etapas mais importantes do projeto, pois serão coletados dados que concluirão pelo sucesso ou não do projeto. O objetivo é pelo estabelecimento do grupo social na área de soltura (apta a receber os animais) e a consequente reprodução dos indivíduos em vida livre.
Ascom Ibama/GO
O grupo social é formado por um macho e três fêmeas, e todos estes animais chegaram ao Cetas/GO em 2010/2011 vítimas de ferimentos causados por eletrochoques nas redes de alta tensão da região metropolitana de Goiânia.
Em decorrência dos ferimentos, foram operados, mas infelizmente tiverem algum dos membros amputados. O macho não possui uma das pernas; uma das fêmeas, uma mão; outra fêmea parte de uma perna, enquanto a última fêmea não teve sequelas, porém perdeu a mãe quando esta foi eletrocutada em um poste.
Acidentes com eletrochoques em animais silvestres, quase na totalidade, com primatas na região metropolitana de Goiânia sugerem que, com o crescimento da cidade e a expansão imobiliária, os animais que outrora permaneciam nas matas ciliares e manchas de floresta que circundavam a metrópole, foram deslocados.
Neste deslocamento em busca de novo hábitat, por terem comportamento arborícola, os primatas preferem utilizar o que mais se aproxima da imagem de uma árvore e seus galhos: a rede elétrica de Goiânia. Houve um aumento na frequência de primatas com este tipo de ferimento que chegam ao Cetas/GO nos últimos dois anos.
Apesar das deficiências dos animais, eles passaram por reabilitação, formação do grupo social e monitoramento pré-soltura. A equipe de biólogos e veterinários do Cetas/GO constatou após os testes que as funções de locomoção, captura de alimento, defesa de território e fuga de predadores não sofreu decréscimo significante que poderia impedir a sua reintegração à natureza.
Desta forma, foi idealizado este experimento pioneiro, no qual será utilizado o método de soltura branda. Após a soltura, os animais serão monitorados por uma equipe de biólogos e estudantes por 10 dias consecutivos e, depois, mensalmente, para estimar a área de vida pós-soltura do grupo, e o comportamento em vida livre.
Este monitoramento é uma das etapas mais importantes do projeto, pois serão coletados dados que concluirão pelo sucesso ou não do projeto. O objetivo é pelo estabelecimento do grupo social na área de soltura (apta a receber os animais) e a consequente reprodução dos indivíduos em vida livre.
Ascom Ibama/GO
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Itanhaém (SP) é a primeira cidade a receber a exposição “A Mata Atlântica é aqui” em 2012
Entre os dias 11 e 15 de janeiro, a cidade de Itanhaém receberá o projeto “A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante”, da Fundação SOS Mata Atlântica. Durante cinco dias, o caminhão, totalmente adaptado pela ONG, estará estacionado na Praça Narciso de Andrade, Centro da cidade, para promover atividades de educação ambiental gratuitas com a população. O projeto estará aberto das 15h às 21h de quarta a sábado, e das 12h às 18h no domingo, com o objetivo de levar mais informações sobre a Mata Atlântica – o Bioma mais ameaçado do país. A iniciativa conta com o patrocínio de Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões e Ônibus.
A exposição está em seu terceiro ciclo anual, com novo layout e atividades que destacam o relacionamento das pessoas com o meio ambiente, mesmo em grandes cidades, e incentivam a adoção de pequenas ações importantes para a conservação da Mata Atlântica. Desde o início do projeto, em maio de 2009, mais de 80 cidades brasileiras já o receberam. Neste novo ciclo, o projeto passará por 44 municípios das regiões sul, sudeste e centro-oeste. Itanhaém é a primeira cidade a receber o caminhão em 2012. Em seguida, ele seguirá para o município de Guarujá.
SERVIÇO
Projeto: A Mata Atlântica é Aqui - Exposição Itinerante do Cidadão Atuante.
Realização: Fundação SOS Mata Atlântica.
Data: 11 a 15 de janeiro de 2012.
Local: Praça Narciso de Andrade, no Centro – Itanhaém (SP)
Horários: De 11/1 a 14/1, das 15h às 21h e 15/1, das 12h às 18h.
Informações para o público: www.sosma.org.br/blog ou itinerante@sosma.org.br.
Telefone: (11) 3262-4088 ramal 2218.
Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público em geral.
A exposição está em seu terceiro ciclo anual, com novo layout e atividades que destacam o relacionamento das pessoas com o meio ambiente, mesmo em grandes cidades, e incentivam a adoção de pequenas ações importantes para a conservação da Mata Atlântica. Desde o início do projeto, em maio de 2009, mais de 80 cidades brasileiras já o receberam. Neste novo ciclo, o projeto passará por 44 municípios das regiões sul, sudeste e centro-oeste. Itanhaém é a primeira cidade a receber o caminhão em 2012. Em seguida, ele seguirá para o município de Guarujá.
SERVIÇO
Projeto: A Mata Atlântica é Aqui - Exposição Itinerante do Cidadão Atuante.
Realização: Fundação SOS Mata Atlântica.
Data: 11 a 15 de janeiro de 2012.
Local: Praça Narciso de Andrade, no Centro – Itanhaém (SP)
Horários: De 11/1 a 14/1, das 15h às 21h e 15/1, das 12h às 18h.
Informações para o público: www.sosma.org.br/blog ou itinerante@sosma.org.br.
Telefone: (11) 3262-4088 ramal 2218.
Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público em geral.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
EXPOSIÇÃO DE FOTOS DE PARQUES NACIONAIS VOLTA AO CARTAZ
Moradores de Brasília, ou turistas que estiverem na cidade, têm mais uma chance de apreciar a exposição fotográfica Patrimônios Naturais – Parques Nacionais Brasileiros. A mostra está em cartaz no Jardim Botânico de Brasília, que fica no Setor de Mansões Dom Bosco, Conjunto 12, Lago Sul. A mostra fica aberta ao público de terça a domingo, das 9h às 17h e vai até o dia 30 de janeiro.
O visitante tem motivos de sobra para apreciar este importante trabalho fotográfico sobre os mais belos cenários brasileiros. Afinal, são 23 painéis, que trazem visões marcantes dos nossos parques nacionais. Como a mostra não poderia retratar cada uma das 310 unidades de conservação federais, pertencentes às 12 categorias administradas pelo Instituto Chico Mendes, buscou-se dar uma visão representativa dessas áreas.
Os cenários reunidos na mostra fotográfica, com curadoria do fotógrafo profissional João Paulo Barbosa, não só revelam a exuberância das infindáveis possibilidades de vida e sua interdependência, como também comprovam os resultados de uma política de proteção ambiental que, por extenso, implica preservação e conservação da biodiversidade e de paisagens, e valorização do homem e sua cultura - o que representa uma aposta no futuro.
Ascom/ICMBio
O visitante tem motivos de sobra para apreciar este importante trabalho fotográfico sobre os mais belos cenários brasileiros. Afinal, são 23 painéis, que trazem visões marcantes dos nossos parques nacionais. Como a mostra não poderia retratar cada uma das 310 unidades de conservação federais, pertencentes às 12 categorias administradas pelo Instituto Chico Mendes, buscou-se dar uma visão representativa dessas áreas.
Os cenários reunidos na mostra fotográfica, com curadoria do fotógrafo profissional João Paulo Barbosa, não só revelam a exuberância das infindáveis possibilidades de vida e sua interdependência, como também comprovam os resultados de uma política de proteção ambiental que, por extenso, implica preservação e conservação da biodiversidade e de paisagens, e valorização do homem e sua cultura - o que representa uma aposta no futuro.
Ascom/ICMBio
A FALTA DE CUIDADO COM AS NOSSAS PRAIAS

O Linha verde mostra uma mensagem do Face que mostra bem o "cuidado" que muitos turistas tem com as praias do Litoral Norte. Esperamos que ao mostrar a realidade, as pessoas tomem mais cuidado com o meio ambiente.
por Greta Rauen (texto e foto)
Obrigada
Turistas e moradores
Por terem tanto carinho e cuidado com a nossa praia!
Que vergonha, hein?
Faz isso na tua casa também???
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