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segunda-feira, 5 de março de 2012

Inovações tecnológicas ajudam a atender comunidades isoladas



Para chegar a comunidades isoladas, o programa Luz Para Todos usou novas tecnologias, como a substituição dos postes de concreto por outros de resina de poliéster reforçada com fibra de vidro. O modelo permitiu levar redes a locais de difícil acesso, pois a nova tecnologia é muito mais leve e o produto pode ser transportado por helicópteros no semiárido nordestino e canoas na Amazônia. Levar energia para comunidades isoladas implicou também investir em alternativas de geração, a partir das mini e micro centrais hidrelétricas; sistemas hidrocinéticos (rodas d’água flutuantes); usinas térmicas a biocombustíveis ou gás natural; usina solar fotovoltaica e torres eólicas.
A eletricidade gerada em miniusinas fotovoltaicas e distribuídas por minirredes estão funcionando, desde 2010, em 12 comunidades do Amazonas nos municípios de Novo Airão, Eirunepé, Beruri, Barcelos, Autazes e Maués, com investimento total de R$ 5,5 milhões para beneficiar 222 residências (cerca de 1.110 pessoas).
Além do uso de cabos subaquáticos que estão atendendo as ilhas fluviais e oceânicas, os postes de fibra foram desenvolvidos de modo a usar a própria floresta, na região Amazônica. Para evitar o desmatamento que seria necessário se a opção fosse fazer uma fileira de postes, os fios foram fixados nas árvores. Para isso, foi necessário usar cabos com blindagem para evitar acidentes com animais da mata.
Programa - A principal diferença entre o Luz para Todos e programas de eletrificação rural anteriores é que a instalação elétrica até a moradia é gratuita. Os recursos federais são da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e da Reserva Global de Reversão (RGR), repassados por meio de subvenção (fundo perdido) e financiamento, respectivamente. Os investimentos contratados passam de R$ 20 bilhões. Deste total, R$ 14,46 bilhões são do governo federal, que já liberou R$ 11,2 bilhões para as empresas de energia.
Estima-se que as obras do Luz para Todos tenham gerado 436 mil empregos diretos e indiretos e utilizado 1,07 milhão de transformadores, 7,3 milhões de postes e 1,4 milhão de quilômetros de cabos elétricos, que dariam 34 voltas ao redor da Terra. Na execução do programa é dada prioridade ao uso da mão de obra local e à compra de materiais e equipamentos nacionais que, onde possível, serão fabricados em áreas próximas às localidades atendidas.
Como conseguir energia
Os consumidores que ainda não têm energia elétrica em casa devem se dirigir à distribuidora local para fazer o pedido de instalação. Esta solicitação será incluída no programa de obras das distribuidoras e atendida de acordo com as prioridades estabelecidas no manual de operacionalização do Programa e pelo Comitê Gestor Estadual (CGE). Dessa forma, todos os projetos, ideias, avaliações e determinações são discutidos e definidos por esse colegiado. O objetivo é fazer com que o programa atenda de forma justa as demandas do beneficiário final.
Prioridades do Luz para Todos
● Projetos de eletrificação rural paralisados, por falta de recursos, que atendam comunidades e povoados rurais
● Municípios com Índice de Atendimento a Domicílios inferior a 85%, calculado com base no Censo 2000
● Municípios com Índice de Desenvolvimento Humano inferior à média estadual
● Comunidades atingidas por barragens de usinas hidrelétricas ou por obras do sistema elétrico
● Projetos que enfoquem o uso produtivo da energia elétrica e que fomentem o desenvolvimento local integrado
● Escolas públicas, postos de saúde e poços de abastecimento de água
● Assentamentos rurais
● Projetos para o desenvolvimento da agricultura familiar ou de artesanato de base familiar
● Atendimento de pequenos e médios agricultores
● Populações do entorno de Unidades de Conservação da natureza
● Populações em áreas de uso específico de comunidades especiais, tais como minorias raciais, comunidades remanescentes de quilombos e comunidades extrativistas

Mais de 53 mil filhotes de quelônios são soltos em Juruti


O Programa Quelônios da Amazônia (PQA), do Ibama, realizou a Soltura Oficial de filhotes de quelônios, no município de Juruti/PA, na Comunidade Nossa Senhora do Carmo, região do Igarapé das Fazendas. Foram devolvidos à natureza mais de 53 mil filhotes, um incremento de 112% em relação ao ano de 2010, 418% em relação a 2008 e 1.100% em relação ao ano de 2007.

O PQA funciona em Juruti por meio do Programa de Manejo Integrado de Quelônios (PMIQ), implantado como resultado da cooperação do instituto com a Alcoa e parceria da Prefeitura de Juruti. O local escolhido para a soltura foi definido por consenso pelas 25 comunidades participantes do PMIQ.

O crescimento exponencial no número de filhotes soltos demonstra o aprimoramento das metodologias de manejo e dos ajustes no monitoramento técnico e educativo realizado pelo Ibama. O PQA de Juruti dá treinamentos de educação ambiental e ensina metodologias de manejo de quelônios a representantes de cada comunidade, que passam a ser chamados Parceiros da Natureza. São beneficiadas com conhecimentos e informações sobre as práticas de conservação e manejo dos quelônios 1.254 famílias com 7.579 pessoas.

O PMIQ é uma ação governamental que tem como premissa a integração e o desenvolvimento de práticas sustentáveis por meio de projetos que despertem valores e oportunidades locais para as comunidades da Amazônia Legal. A Soltura Oficial de Quelônios é um momento de valorização das comunidades no seu envolvimento com o Programa Quelônios da Amazônia.

A solenidade contou com a presença de autoridades locais e federais, e de representantes das comunidades. O Clubinho da Tartaruga, do Ibama, proporcionou momentos de sensibilização educacional com a oficina “Roda da Mãe Terra” e as crianças da comunidade Santa Terezinha realizaram apresentação artística musical sobre o “Canto dos Quelônios”.

PQA Ibama

domingo, 4 de março de 2012

ICMBIO DISCUTE RETOMADA DA PRODUÇÃO DA BORRACHA

O Núcleo de Gestão Integrada, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em Santarém, no Pará, acaba de promover reunião técnica para a retomada da produção de borracha na região oeste paraense.

A região já foi uma dos maiores produtoras de borracha do Brasil e do mundo. Há registros de comercialização de até 256 toneladas borracha natural por mês, durante período de safra. Um estudo recente da Universidade de Brasília (UnB), realizado no município de Santarém e arredores, aponta um potencial de mais de 100 toneladas de borracha nos meses de safra.

No encontro, que reuniu vários grupos de produtores formais e informais, representados por lideranças, órgãos públicos e entidades que ligadas diretamente à cadeia produtiva da borracha e representantes das usinas de borracha natural, foram assinados termos de compromissos entre o grupo de produtores e os usineiros, garantindo a retomada da produção e garantia de compra de toda produção.

O primeiro lote de borracha foi comercializado no encerramento da reunião. A transação foi feita com base nos novos termos acordados e assinados nesse encontro. Foram vendidas três toneladas de borracha natural da Resex Tapajós Arapiuns e Flona do Tapajós para uma das usinas participantes do evento.

Segundo Maurício Santamaria, gestor da Resex Tapajós Arapiuns e um dos organizadores do encontro, a reunião foi um sucesso. “Conseguimos atingir todos objetivos almejados. Todos se sentiram contemplados, produtores e compradores. No entanto, o trabalho está apenas iniciando. Para que tudo se concretize, temos que colocar todo planejamento em prática, e isso requer muita dedicação de todos envolvidos.”

Na reunião, ficou acordado que a Cooperativa Mista da Floresta Nacional do Tapajós (Coomflona) e a Organização das Associações da Reserva Extrativista Tapajós Arapiuns (Tapajoara) terão papel fundamental na reativação da cadeia de produção da borracha. Elas terão a responsabilidade de organizar o entreposto de compra, assim como mobilizar novos grupos de produtores. O ICMBio dará todo apoio logístico inicial.

Comunicação ICMBio

sábado, 3 de março de 2012

FOTO DO DIA: CRIME AMBIENTAL NA ILHABELA (SP)


FOTO RONALDO KOTSCHO

Unipli oferece palestra gratuita sobre gestão de clínica de pequenos animais

Evento será realizado no auditório da instituição;

inscrições no site www.promoveeducacional.com.br

Os Médicos Veterinários possuem diversas possibilidades de atuação no mercado de trabalho. Uma das vertentes, que mais atrai os profissionais do ramo, é exercer suas atividades em assistência clínica e cirúrgica de animais domésticos e silvestres. Pensando neste promissor mercado e com o intuito de capacitar ainda mais os seus alunos e profissionais da área, o Centro Universitário Plínio Leite (Unipli), mantido pela Anhanguera Educacional, realizará a palestra gratuita “O impacto da gestão estratégica na carreira e na clínica veterinária”.

O evento, que possui parceria da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais do Rio de Janeiro (ANCLIVEPA RJ) e da empresa PROMOVE Ciência Animal, tem o objetivo de desenvolver a habilidade dos participantes na gestão de clínica veterinária de pequenos animais.

A palestra acontecerá no dia 6 de março, às 19h30, no auditório da instituição, e será ministrada pelo médico veterinário Renato Campello Costa, formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestre na Área de Clínica Médica de Pequenos Animais pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Atualmente é o Médico Veterinário responsável pelo Canil do Departamento de Polícia Federal do estado do Rio de Janeiro.

Para os interessados, as inscrições devem ser feitas no site: www.promoveeducacional.com.br.

Serviço:



Palestra “O impacto da gestão estratégica na carreira e na clínica veterinária”



Dia: 6 de março

Horário: Das 19h30 às 21h

Local: Centro Universitário Plínio Leite (Unipli)

Endereço: Avenida Visconde do Rio Branco, 123, bloco D, 8º andar – Centro – Niterói/RJ.

Fonte: .Brandpress

sexta-feira, 2 de março de 2012

Livro que resgata cultura de municípios lindeiros ao Lago Itaipu será lançado em Foz do Iguaçu (PR)

Obra de 180 páginas resgata, por meio do artesanato, cultura de municípios lindeiros ao Lago Itaipu; evento acontece no próximo dia 8, às 19 horas, no auditório Cesar Lattes, dentro do PTI

Um trabalho coletivo que agrega criatividade, multiplicidade cultural e resgate histórico, de uma região bastante conhecida do oeste paranaense, será apresentado oficialmente na próxima semana. Agora, oito dos municípios que compõem a região lindeira ao Lago Itaipu têm registrado, em um livro, um pouco de seus costumes, origens e identidade, representados por meio da arte e do artesanato local.

O lançamento da obra, intitulada “O Sol é Lindeiro”, acontece no dia 8, às 19 horas, no auditório Cesar Lattes, que fica dentro do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu. O evento, de apresentação da publicação, pretende reunir os mais de 80 artesãos que ajudaram a compor as 180 páginas, além da imprensa regional, equipe técnica, representantes de entidades ligadas à cultura e demais parceiros e artesãos envolvidos com o Ñandeva - Programa Trinacional de Artesanato.

Segundo a consultora do Sebrae/PR, Ana Lúcia de Sousa, a publicação é o resultado de uma das etapas do Programa, a realização das Oficinas Criativas nas cidades de Foz do Iguaçu, Guaíra, Itaipulândia, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Santa Helena, Santa Terezinha de Itaipu e Pato Bragado. “Nas oficinas, os artesãos da cidade, acompanhados por uma profissional de design, eram instigados a resgatar a história local e criar peças específicas, com características do município”, explica a consultora.

“As descobertas, nos momentos da oficina, foram incríveis. Com isso, os artesãos passaram a criar peças que representam a cidade onde moram, com uma identidade única, repleta de história e cultura. Dessa maneira, quando o turista adquire uma peça dessas cidades, que participam do Ñandeva, levam para casa não só um artefato feito à mão, mas algo que conta a história local, uma vez que o artesão incorporou sua própria cultura nas peças”, enfatiza Ana Lúcia de Sousa.

O livro “O Sol é Lindeiro”, complementa a consultora do Sebrae/PR, retrata os processos dessas oficinas criativas, as descobertas históricas dos artesãos e as imagens do produto final, das peças feitas a partir do resgate cultural dos municípios. “O livro fecha um ciclo, de aprendizado e conquista. E, principalmente, registra a metodologia e serve de exemplo para que outros municípios possam aplicar as mesmas técnicas para o artesanato, nacional ou internacionalmente.”

Tecnologia social

A gerente do Centro de Tecnologias Sociais para o Mercosul e ex-coordenadora do Programa Ñandeva Ana Cristina Nóbrega acrescenta que as oficinas criativas duraram cerca de um ano e meio, com aproximadamente 80 horas de trabalhos em cada um dos municípios representados no livro. “Quando falamos na costa-oeste do Paraná, imaginamos uma região única, mas a ideia foi justamente resgatar e dar visibilidade às características que diferenciam um município do outro”, comenta.

No livro, destaca Ana Cristina Nóbrega, está contida a identidade de oito municípios, mas a metodologia está disponível para ser compartilhada e reaplicada em outras cidades ou em outros estados. “Esse foi um projeto-piloto, experimental e que já rendeu muitos frutos. Percebemos que, junto com a produção artesanal, vem uma importante opção de geração de renda e, principalmente, o fortalecimento da autoestima, com um sentimento de pertencer ao lugar, com o que é legítimo. Ao falar da trajetória do artesanato em cada cidade, o livro faz ainda menção a alguns artesãos de destaque, que pela sua produção significativa para o município, possuem um reconhecimento regional”, relata Ana Cristina.

Com base nas dinâmicas das oficinas criativas, o Programa Ñandeva foi inscrito no Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social e reconhecido, em 2011, como um dos três programas certificados da região sul do Brasil. Assim, com metodologia certificada com o selo de Tecnologia Social pela Fundação, pode ser repassada para todo o Brasil. No total, 1.116 projetos concorreram ao Prêmio nacionalmente.

“Para a região, o livro demonstra o que foi realizado nas cidades, a iconografia, a identidade cultural de cada uma delas. É a documentação do trabalho dos artesãos e o reconhecimento de seus trabalhos. Já a premiação mostra o quanto os esforços foram e serão importantes”, assinala a coordenadora do Programa Ñandeva no Brasil, Sandra Finkler.

“Pequenas sementes foram plantadas para que novas ações surjam e deem continuidade ao trabalho”, projeta Sandra Finkler ao afirmar que, nos próximos meses, o livro também terá versão online, no site do Ñandeva (www.nandeva.org), para livre consulta de toda a comunidade.

Encontro

O lançamento oficial do livro, reforça Ana Lúcia de Sousa, do Sebrae/PR, faz parte da programação do IX Encontro Trinacional de Artesanato Ñandeva, realizado até três vezes por ano, cada vez em um dos países que compõem o Programa. “Esse será o primeiro encontro de 2012, marcado para os dias 8 a 10 de março. Na programação, além do lançamento do livro, estão palestras e oficinas integradas e visitas técnicas na cidade-sede, no caso, Foz do Iguaçu”, salienta.

Como o Ñandeva tem abrangência trinacional, diz a consultora, a ideia é integrar atividades que possam ser utilizadas pelos três países, sem mexer, neste momento, com as particularidades. “Outro objetivo dos encontros coletivos é fazer com que os artesãos conheçam as cidades que fazem parte do Programa. Em Foz, visitarão o Parque Itaipu, o Ecomuseu e o Refúgio Biológico, por exemplo. É importante que se reconheçam tanto como grupo, quando em suas características distintas”, aborda.

O IX Encontro Trinacional de Artesanato Ñandeva inicia no próximo dia 8, com abertura oficial seguida do lançamento do livro “O Sol é Lindeiro”, assinatura do acordo de resultados de 2012 e coquetel. Na sexta-feira, dia 9, os artesãos passarão o dia em atividades, oficinas e palestras no PTI e, no sábado, pela manhã, farão os passeios para conhecer alguns dos atrativos de Foz do Iguaçu. A programação termina com almoço de integração e entrega de certificados.

Gestores

O Conselho Gestor do Programa Ñandeva é formado pela Fundação Parque Tecnológico Itaipu Brasil (FPTI BR); Sebrae/PR; Fundacion Artesanias Misioneras (FAM), entidade gestora do Programa na Argentina; Universidad Nacional de Misiones (UNaM); Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, entidade gestora no Brasil; Centro de Cultura e Tecnologia para o Artesanato (CCTA); Fundação Parque Tecnologico Itaipu Paraguai (PTI PY), entidade gestora no Paraguai; e Instituto Paraguayo de Artesanía (IPA).

Fonte:.Brandpress

quinta-feira, 1 de março de 2012

Governo assegura direitos do quilombo Rio dos Macacos

Em reunião realizada na última terça-feira (27), no Quilombo do Rio dos Macacos, na Bahia, representantes do governo federal asseguraram que “todos os direitos da comunidade serão preservados”, segundo informativo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

Nos últimos dias, o Movimento Negro Unificado e a Frente Nacional em Defesa dos Territórios Quilombolas divulgaram nota protestando contra uma ordem de reintegração de posse de terras à Marinha, ação que estava para ser executada no próximo domingo.

“Os moradores do território tiveram também a garantia de que a ordem de reintegração de posse emitida pela Marinha do Brasil, prevista para ser cumprida em 4 de março, está suspensa por cinco meses até a conclusão do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra)”, informa a Seppir, através do seu site oficial.

Essas terras ficam nos limites dos municípios de Salvador e Simões Filho e nela vivem 50 famílias. “Trata-se de pessoas que estão vivendo nestas terras há mais de cem anos”, diz a nota do Movimento Negro e da Frente Nacional Quilombola.

“A Constituição garante, no artigo 68 das disposições transitórias, a demarcação, titulação e posse das terras ocupadas por remanescentes quilombolas, possibilitando a continuidade destas comunidades, que devem ser consideradas como a prova maior do símbolo de luta contra a escravidão, no passado, e o racismo, no presente”, argumentam as entidades.

Participaram da reunião de conciliação representantes da comunidade, da Secretaria Geral da Presidência da República, da Seppir, do Incra, da Fundação Palmares e Secretaria de Promoção da Igualdade do Estado da Bahia.

Fonte: Ascom/Consea

SFB levanta informações do setor florestal na região Sul


Objetivo é avaliar meios para fomentar atividade florestal na região

Um levantamento realizado pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), por meio da Unidade Regional Sul (UR Sul), reuniu informações dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná sobre como o setor florestal está estruturado, quais são os programas de fomento, de assistência técnica, como se dá o acesso ao crédito e quais as características do mercado, entre outros.
Segundo o diretor-geral do SFB, Antônio Carlos Hummel, os dados ajudarão a avaliar e discutir uma estratégia de fomento florestal do órgão na região. “O setor florestal é uma das atividades econômicas mais importantes no Sul e as informações nos mostram um cenário em que podemos analisar qual será nossa atuação”, diz.
O documento mostra a força da área florestal na região. Só no Rio Grande do Sul, o faturamento anual do setor é de cerca de R$ 8,2 bilhões, ou 4% do PIB. Em Santa Catarina, os produtos florestais representam o terceiro item de pauta nas exportações e, no Paraná, cerca de 750 mil empregos diretos e indiretos estão ligados ao setor.
Os estados do Sul estão ainda entre aqueles com as maiores áreas de florestas plantadas. Somadas, contam mais de 2 milhões de hectares, o que equivale a aproximadamente metade do território de países como a Suíça. Os produtos derivados dessas matérias-primas, como madeira serrada, celulose, papel, compensados e móveis estão entre os principais produtos de exportação desses estados.
Crédito
Foram identificados pelo menos cinco linhas de crédito federais que financiam atividades como o plantio de espécies florestais com fins energéticos, implantação de viveiros, reflorestamento e sistemas agroflorestais.
Apesar de haver recursos disponíveis, produtores ouvidos no levantamento apontam dificuldades para acessá-las. Parte dos entraves estaria na relação com as instituições financeiras, causada pela falta de divulgação dessas linhas e pelo calendário de liberação de financiamento estar direcionado ao calendário agrícola, apesar de a atividade florestal trabalhar com prazos produtivos diferentes.
Sobre assistência técnica, o levantamento aponta que, no caso do Paraná, a atividade envolve cinco fases de treinamento para os produtores, do primeiro contato até a fase pré-colheita. Mudas e formicidas são financiados e, em alguns casos, adubos também. A empresa fomentadora tem preferência na compra e pratica preços de mercado.
Em relação à formação de profissionais, a região Sul conta com 15 cursos de engenharia florestal ou industrial madeireira (dos cerca de 55 existentes no país), nos quais ingressam quase 900 alunos por ano. Os estados do Paraná e Rio Grande do Sul também contam com programas de mestrado e doutorado na área florestal.
O levantamento deverá prosseguir com a coleta de dados na região Sudeste, nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Os dois têm as maiores áreas de florestas plantadas do país. O estudo sobre a região Sul teve início em outubro do ano passado e envolveu a equipe de técnicos da UR Sul do SFB, localizada em Curitiba (PR).

INSTITUTO APROVA 11 NOVOS PLANOS DE AÇÃO NACIONAL

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) publicou na quarta-feira (22), 11 portarias que voltadas para os Planos de Ação Nacional (PAN), sendo 10 para a fauna ameaçada e um para a flora ameaçada.

O exemplo a ser seguido, fruto destes 11 planos de ação, é que há diferentes formas de se fazer o efetivo planejamento estratégico para a conservação – os planos de ação - agregando diferentes abordagens, tomando como referência desde bacias hidrográficas (PAN Mogi-Pardo-Grande e PAN Xingu), biomas ameaçados como a Caatinga (PAN Aves da Caatinga e PAN Arara Azul de lear), ambientes especiais e ameaçados como o Patrimônio Espeleológico (PAN Cavernas do São Francisco), a Mata Atlântica, os Pampas e ecossistemas peculiares (PAN Herpetofauna do Sul do Brasil, PAN Passeriformes dos Campos Sulinos e Espinilho), mosaico de paisagens, como a Cordilheira do Espinhaço (Herpetofauna da Serra do Espinhaço) até espécies emblemáticas que só habitam o cativeiro e necessitam de diretrizes e ações buscando a conservação in situ (PAN Ararinha azul, PAN Mutum-do-Alagoas).

Outra lição apreendida em todos estes 11 planos foi a possibilidade de se conjugar esforços e potencializar ações já desenvolvidas por parceiros externos internacionais e nacionais como, por exemplo, no PAN Albatrozes e Petréis (PLANACAP).

Para a coordenadora substituta de Manejo para a Conservação, Fátima Pires de Almeida Oliveira, estes 11 planos e todos aprovados, desde 2010, representam, de fato, uma experiência de sucesso, graças à liderança dos centros de pesquisa do ICMBIO (CECAT, CECAV, CEMAVE, CMA, CENAP, CEPAM CEPTA,CPB, RAN e TAMAR) que alavancaram uma sólida parceria com a sociedade civil e órgãos do Governo nas esferas federais, estaduais e municipais, envolvendo, para os 10 planos da fauna, mais de 200 parceiros externos, focados no alcance dos 96 objetivos específicos e 688 ações programados nos PAN visando a recuperação e conservação das populações de espécies ameaçadas nas áreas estratégicas indicadas pelos quase 400 representantes institucionais durante as oficinas de elaboração participativa dos planos de ação realizadas em 2011.
ICMBio

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CONCESSÃO DE SERVIÇOS DO COMPLEXO DAS PAINEIRAS REVITALIZA PARQUE DA TIJUCA

Carlos Loscar
loscar.pnt@gmail.com
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizou nesta quarta (15) a licitação para concessão do Complexo das Paineiras, no Parque Nacional da Tijuca, no Rio. O projeto prevê investimentos de R$ 40 milhões em melhorias na estrutura e operação do parque, que abriga o Cristo Redentor e é o mais visitado do País.

O consórcio vencedor é formado pelas empresas Beltour (atual permissionária do serviço de vans no parque), Esfeco (arrendatária do Trem do Corcovado) e Cataratas S.A. (concessionária que opera serviços semelhantes no Parque Nacional do Iguaçu). O grupo vai explorar o controle de acesso ao Corcovado, transporte rodoviário, estacionamento de veículos, alimentação, lojas de conveniência, centro de visitação e eventos.

Já o ICMBio, que administra a unidade de conservação federal, será responsável por planejar e estabelecer as normas de visitação, monitorar a qualidade ambiental da área e fiscalizar o cumprimento do contrato, em conjunto com os órgãos que compõem o acordo de gestão compartilhada do parque (Prefeitura, Estado, SPU e Mitra Episcopal).

NOVAS ESTRUTURAS – A revitalização do histórico prédio do Hotel das Paineiras e as novas estruturas e serviços deverão garantir ao visitante maior conforto e informações sobre o Parque Nacional da Tijuca. A estrutura de apoio ao visitante ficará concentrada no prédio do hotel, com restaurante panorâmico, diversos cafés e lojas de lembranças, além de espaços para eventos.

A concessionária deverá realizar investimentos estimados em R$ 40 milhões, ficando com 17,5% da arrecadação de ingressos. O ICMBio terá participação em toda a receita de restaurantes, cafés e lojas.

O consórcio iniciará a operação imediatamente e terá prazo de 180 dias para apresentação de projetos detalhados dos serviços e 18 meses para execução das obras. A previsão é que em fevereiro de 2014, um pouco antes da Copa, todos os serviços estejam em operação.

Entre as melhorias previstas, está a ampliação da capacidade dos estacionamentos para quase 400 vagas e a construção de uma plataforma de embarque e desembarque nas Paineiras, propiciando mais conforto ao visitante. O projeto a ser executado foi escolhido em concurso publico e aprovado pelo Iphan, minimizando o impacto visual da estrutura.

VANTAGENS – O presidente do ICMBio, Rômulo Mello, destaca as vantagens do novo modelo, “As novas instalações permitirão que mais pessoas visitem o monumento do Cristo Redentor com mais conforto. Será implantado também sistema de reservas com horários pré-determinados, evitando a lotação excessiva do monumento”.

O Parque Nacional da Tijuca é a unidade de conservação mais visitada do país. Só em 2011 registrou mais de 2,2 milhões de visitantes.

VAZAMENTO DE ÓLEO DA PETROBRÁS EM GUAECÁ





Uma das praias mais bonitas do Litoral Norte de São Paulo desde a tarde de ontem 28/02/2012 está com grande quantidade de óleo.
A Petrobrás que pretende aumentar o seu porto em São Sebastião, está no local tentando remover o óleo, mas o desastre natural já foi feito.
Vamos ver o que o Ibama vai fazer e a secretaria do meio ambiente da cidade.
O Pior de tudo que a Transpetro/Petrobrás opera há mais de um ano sem licença ambiental em São Sebastião e nada acontece...

Programa encaminha 525 estudantes bolsistas para universidades dos EUA

O programa Ciência sem Fronteiras enviou para instituições de ensino superior norte-americanas, neste ano, 321 estudantes bolsistas de 14 ramos das engenharias. Eles fazem parte da primeira chamada para graduação-sanduíche que, no conjunto, selecionou 525 universitários de diversas áreas do conhecimento para estudar, de seis a 12 meses, nos Estados Unidos.

As engenharias estão no núcleo das prioridades do Ciência sem Fronteiras, que é um programa do governo federal de incentivo e fomento à qualificação profissional nos níveis técnico, de graduação e pós-graduação. Entre as engenharias que tiveram maior número de graduandos selecionados nesta edição, aparecem a engenharia elétrica com 79 alunos, a mecânica, com 71, a de produção, com 56, e a de química, com 48.

Nas demais áreas do conhecimento, estão em destaque, quanto ao número de bolsistas, ciência da computação, com 66 estudantes, medicina, 20, biologia geral e geociências, com 17 universitários cada. Foram selecionados também nove universitários que estudam física, seis de desenho industrial, sete de farmácia, sete de química.

Dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) mostram que os 525 bolsistas foram distribuídos entre 108 instituições de ensino superior, sendo que 13 delas receberam dez ou mais alunos. Nesse quesito se destacam a University of Nebraska, com 28 universitários, a University of Colorado – Boulder, 19, o Rensselaer Polytechnic Institute, com 15, e a University Idaho, com 14.

Origem – Os 525 brasileiros ganhadores das bolsas de graduação-sanduíche são originários de 120 municípios de 21 estados e do Distrito Federal e representam as cinco regiões do país. Da região Nordeste foram selecionados 100 universitários de 18 municípios. Fortaleza e Recife aparecem como as cidades que tiveram maior número de bolsistas na região – 30 de Fortaleza e 17 de Recife.

Entre os estados com maior número de municípios com bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras enviados aos Estados Unidos estão São Paulo, com 31 municípios, Minas Gerais (21), Rio Grande do Sul (14) e Paraná (11). Já os estados de Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Piauí participaram com um município cada, a capital. Juntas, essas unidades da Federação tiveram 28 estudantes ganhadores de bolsas.

Instituições – No Brasil, 81 instituições de ensino superior, públicas e privadas, tiveram estudantes selecionados. Oito dessas instituições, todas universidades públicas, aparecem com mais de 20 graduandos enviados aos Estados Unidos. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) tem 41 bolsistas, seguida da Universidade de Brasília (UnB), 30; Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal do Ceará (UFC), com 28 universitários cada, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) com 23, e a Estadual de Campinas (Unicamp), com 21.

Benefícios – Os bolsistas de graduação sanduíche têm direito a bolsa de estudos com duração de seis a 12 meses, podendo estender-se a 15 meses quando incluir curso de idioma; auxílio para instalar-se no país; passagens aéreas de ida e volta, e seguro saúde.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Bicicletada Nacional para a Rio+20

Unir grupos de ciclistas de todos os estados em um ponto de encontro único formando a Massa Crítica brasileira rumo à RIO+20. Grupo composto por ciclistas de todas as regiões do País, representando todos os brasileiros que acreditam na humanização das cidades, na mobilidade urbana sustentável, no transporte sustentável, no respeito às leis do trânsito e na bicicleta como veículo modal. Além disto, o evento pretende chamar atenção dos chefes de estado, da grande mídia e dos cidadãos em geral para a necessidade de políticas públicas que incentivem os transportes alternativos ao automóvel individual, principalmente a bicicleta. A iniciativa pretende, de forma pacífica mas contestadora, demonstrar que formas de transporte alternativo verdes e saudáveis, além de necessárias, são possíveis. Até mesmo em países de extensões continentais como é o caso do território brasileiro.
LINKS DOS GRUPOS DA BICICLETADA NO FACEBOOK
BICICLETADA NACIONAL ESTADO DE SERGIPE
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BICICLETADA NACIONAL DISTRITO FEDERAL
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RIO GRANDE DO SUL
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SÃO PAULO
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PARÁ
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MANAUS
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MINAS GERAIS
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PARANÁ
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PERNAMBUCO
http://www.facebook.com/groups/151125264986622/

BAHIA
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SANTA CATARINA
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ESPIRITO SANTO
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RIO GRANDE DO NORTE
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PARAÍBA
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ESTADO DO RIO DE JANEIRO
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fonte ICmbio

GRIFE GAUCHA ADOTA A SUSTENTABILIDADE



A grife gaúcha se destaca pelas suas peças ricas em detalhes e ações que incentivam a consciência ecológica

A Lika encanta as mulheres com seus toques originais, detalhes artesanais e modelos diferenciados há 25 anos. As criações da designer gaúcha Clarice G. Bertholdi vão além do simples “vestir”. Para fazer com que as mulheres se sintam ainda mais lindas e especiais, a grife prima pela excelência e investe na qualidade de seus produtos.

Mas não é só na moda que a Lika inova. Ações de incentivo à consciência ecológica fazem parte do dia a dia da marca. Para a empresa, a preocupação com o meio ambiente está relacionada à qualidade de vida e o bem-estar das futuras gerações. Por isso, entende que o desenvolvimento sustentável é uma responsabilidade coletiva.

Foi com isso em mente que a grife instituiu o Programa Lika EcoSocial. O projeto foi desenvolvido em cima de três pilares: Redução de Resíduos, Consciência Ambiental e Envolvimento Social. Saiba mais sobre essas iniciativas:

Gerenciamento de Resíduos

Com a ajuda de consultores ambientais, a Lika desenvolveu um cuidadoso plano de gerenciamento, coleta, monitoramento e destinação do lixo que produz. Um manual de coordenadas serve como orientador de todo o processo, para garantir a separação e destinação correta de materiais como papel, tecido, plástico, latas de aerossol, material de escritório e resíduo orgânico. A classificação dos resíduos é feita no local onde são gerados para evitar a mistura dos materiais, o que permite que sejam reutilizados ou reciclados caso seja possível.

Nada se Perde, Tudo se Transforma

Preocupada com a quantidade de matéria prima jogada fora, a Lika decidiu catalogar todo material descartado pela fábrica e estudar formas de como ele poderia ser reutilizado de maneira criativa. Esse processo de recriação gerou novas matérias primas que foram incluídas em diversas peças da coleção da grife, que agregaram valor artesanal aos produtos. O próximo passo é a criação de materiais como brindes e etiquetas ecológicas com esse mesmo princípio.

Projeto Minha Árvore

Com o objetivo de compensar os emissores atmosféricos e contribuir com o reflorestamento, a Lika estabeleceu o Projeto Minha Árvore. Funciona da seguinte maneira: cada novo colaborador contratado pela Lika, em sua primeira semana de trabalho, recebe uma muda e é convidado a plantá-la em um local pré-destinado. Essa planta recebe o nome do colaborador e é monitorada para garantir o seu crescimento saudável. O objetivo dessa ação é de incutir em todos a importância da preservação do meio ambiente.

Ponto Verde

A comunidade local também se beneficia com as ações sustentáveis da Lika. A empresa adequou a fábrica para ser um ponto de coleta de materiais de difícil destinação e que possui alto teor de poluição, como pilhas, lâmpadas fluorescentes, óleo de cozinha e garrafa pet. Todo material recolhido tem a sua destinação correta e, portanto, não contaminam o meio ambiente nem representam riscos à saúde. Para propagar a iniciativa, serão realizados treinamentos internos sobre educação ambiental e será dado início a uma campanha de conscientização externa para envolver a comunidade.

Projeto Habilitar é Crescer

A Lika acredita que, como empresa, tem de contribuir para o desenvolvimento da sociedade de todas as formas possíveis. Por esse motivo, constituiu parcerias com entidades sociais que desenvolvem trabalhos de inclusão e geração de renda através do artesanato. A empresa fornece a matéria prima e os voluntários, que incluem os próprios funcionários da fábrica, ministram aulas em datas pré-estabelecidas para instruir na criação de novos produtos. Essa iniciativa dá aos participantes a chance de adquirir uma nova habilidade, que pode lhes gerar uma renda maior e, consequentemente, aumentar a sua qualidade de vida.

Fonte:.Brandpress

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Estudo de macrodrenagem pode minimizar danos de enchentes

Como o planejamento e a adoção de soluções complementares podem mitigar os prejuízos causados pelas cheias em grandes centros urbanos

Basta começar a estação das chuvas para o assunto enchente tomar conta dos noticiários – e junto com ele todos os problemas decorrentes das cheias. Mas como minimizar os efeitos negativos dos alagamentos nas grandes cidades? De acordo com o engenheiro civil Wagner Delano Hawthorne, coordenador de projetos e especialista em drenagem da Geasanevita, o problema precisa ser olhado de vários ângulos, além de muitos esforços conjuntos, para ser resolvido – ou, ao menos, mitigado.

Para começar, o especialista indica um criterioso estudo de macrodrenagem para avaliar o problema e traçar um plano de ações. Este trabalho é bem abrangente e envolve a análise minuciosa de rios, bacias, canais e escoamento do local a ser pesquisado.

A macrodrenagem é, de fato, um estudo hidrológico e hidráulico para determinar as vazões de enchentes e o dimensionamento das estruturas de desague ou amortecimento dos picos das cheias. A falta de um estudo deste tipo pode ocasionar enchentes e a permanência de áreas alagadas. “O trabalho faz uma análise mais abrangente da bacia hidrográfica e propõe medidas para minimizar ou mitigar os danos das enchentes com obras estruturais e outros projetos”, explica Hawthorne.

Segundo o especialista da Geasanevita, a partir deste estudo é possível saber quais as reais necessidades de cada área para minimizar os efeitos das enchentes e, então, traçar os projetos e planejar os investimentos.

Hawthorne explica que, em um terreno natural, a absorção da água de chuva chega a 80%, ou seja, grande parte do volume infiltra no solo. Mas em lugares que cresceram desordenadamente, sem áreas verdes e planejamento, há apenas 20% de infiltração. O restante escoa para pontos críticos e, se não tiver mecanismos para transportar esta água para o caminho natural que faria antes, as enchentes são praticamente certas.

O engenheiro comenta que piscinões podem colaborar para diminuir o problema, mas não é possível adotá-los como solução única. “Os piscinões amenizam um pouco o pico de uma cheia. Eles armazenam o escoamento por um tempo e vai liberando-o mais lentamente. No entanto, o problema exige vários agentes para ser resolvido, tais como: controle da ocupação do solo e do escoamento do lote de área de várzea para rios, aumento e preservação de áreas, políticas públicas de alerta de populações em áreas de risco e planos de evacuação deste pessoal e, por fim, uma ação mais consciente em não jogar lixo nas ruas”, comenta.

LUZ PARA TODOS!

O programa Luz para Todos fará mais de 400 ligações de energia elétrica até 2014 para atender as pessoas que vivem nas áreas isoladas, anunciou hoje (27) a presidenta Dilma Rousseff no Café com a Presidenta. Segundo ela, no ano passado, 252 mil famílias que vivem no campo, em assentamentos da reforma agrária, nas aldeias indígenas, e nas comunidades quilombolas e ribeirinhas foram beneficiadas com o Luz para Todos. São quase 1 milhão de pessoas, ressaltou a presidenta.

Ela lembrou que, desde 2003, quando foi criado, o programa já levou energia elétrica para quase 12 milhões de pessoas em todo o país.

Já fizemos muito, mas agora ainda temos um desafio grande, que é o de levar energia elétrica, luz elétrica para as pessoas que moram em lugares de acesso mais difícil, em áreas isoladas, no meio da floresta e em serras e ilhas. Para atender a esses brasileiros, o Luz para Todos vai fazer mais 400 mil novas ligações de luz elétrica até 2014”, disse a presidenta Dilma.

Esse desafio, segundo ela, requer um grande esforço e ações mais complicadas. A presidenta Dilma contou que, para levar postes de energia e transformadores para a Serra do Cafundó, no Ceará, foi preciso usar um helicóptero, porque não havia estradas para transportá-los. Já os fios que formam a rede de distribuição de energia foram carregados em jegues. E as 30 famílias que vivem na Serra do Cafundó têm luz elétrica desde o Natal do ano passado.

A presidenta explicou que, nesses casos, o governo está usando postos feitos de fibra de vidro que pesam cerca de 110 quilos. Já os postes comuns, feitos de concreto, podem pesar mais de mil quilos, o que dificulta o transporte para as áreas isoladas.

Para muita gente, ter luz elétrica em casa era um sonho. No governo Lula nós resolvemos mudar essa situação de atraso e de abandono do povo brasileiro, porque sempre estivemos convencidos que luz elétrica é um direito de cada brasileiro, de cada família brasileira. E eu tenho o desafio agora de concluir esse trabalho.

SEJA UM BRIGADISTA PARA SALVAR AS FLORESTAS


Todos os anos o Instituto Chico Mendes divulga amplamente seus processos de seleção para a formação das Brigadas de Combate e Prevenção a Incêndios Florestais nas Unidades de Conservação.

Os futuros brigadistas deverão ter suas fichas cadastrais aprovadas para, somente então, ingressar no curso de formação, que terá aspectos teóricos e práticos como pontos fundamentais da avaliação final.

A partir da inscrição, os candidatos serão comunicados das respectivas datas e horários da pré-seleção oportunamente com prazo mínimo de 48h antes da sua realização.

Somente será aceita a inscrição, se o candidato tiver entre 18 (dezoito) e 55 (cinquenta e cinco) anos; residir, preferencialmente, nas proximidades da Unidade de Conservação que abriu a seleção. apresentar no ato da inscrição toda a documentação exigida pela UC e não exercer cargo/função/emprego público ou privado; inclusive para servidores afastados por licença sem vencimentos.

O curso constitui-se de um número específico de vagas para brigadistas e chefes de esquadrão, considerando a realidade de cada Unidade de Conservação que abre a seleção. O processo de seleção dos candidatos é realizado em duas etapas:
· Pré-seleção: avaliação física e habilidades com o uso de ferramentas agrícolas. Os inscritos serão submetidos à pré-seleção, e apenas os aprovados poderão participar do curso.
· Curso: Será realizado um curso de 40h para os pretendentes a vaga de chefe de esquadrão e brigadista, o qual determinará a classificação final dos participantes. O curso é gratuito.


EXIGÊNCIAS:

Preencher Ficha de Inscrição na Unidade de Conservação
Apresentar os seguintes documentos:
- Carteira de Identidade (original e cópia)
- Cartão de Identificação do Contribuinte – CPF (original e cópia)
- Atestado Médico (original, validade = 30 dias)
- Comprovante de Residência (Conta de água ou luz ou telefone etc.) (original e cópia)
- Tipo Sanguíneo e Fator RH (original).
- Cópia da CNH no mínimo categoria B - Apenas para a vaga de chefe de esquadrão, os candidatos deverão, preferencialmente, ter experiência comprovada na prevenção e combate a incêndios florestais.

Os candidatos classificados para participarem do curso deverão apresentar os seguintes documentos no primeiro dia de aula do curso:
- Certidão de Nascimento dos Filhos Menores (de 0 a 07 anos incompletos) (cópia)
- Comprovante de Escolaridade (ou Declaração que sabe ler e escrever) (cópia)
- Dados Bancários do candidato - Cópia do Cartão Bancário ou documento de abertura de conta.


PRÉ-SELEÇÃO:

· Esta fase é composta de: Avaliação de documentos, Exame Médico, Teste de Aptidão Física (TAF) e Teste de Habilidade no Uso de Ferramentas Agrícolas (THUFA).
· Exame Médico (eliminatório) – Os candidatos deverão apresentar atestado de saúde comprovando que se encontram aptos a participarem do processo de seleção (perfeitas condições físicas e mentais).
· TAF - Teste da caminhada com bomba costal, com o objetivo de avaliar a resistência muscular, resistência aeróbica e capacidade cárdio-respiratória dos candidatos. Distância percorrida deve ser de 2.400 (dois mil e quatrocentos) metros transportando uma bomba costal cheia d´água, pesando aproximadamente 20 (vinte) quilos. O avaliador cronometrará o teste e anotará o tempo de chegada de cada candidato. O prazo máximo é de 25 (vinte e cinco) minutos, andando. Esse teste tem caráter eliminatório e classificatório.
· THUFA - Teste da Enxada, com o objetivo de avaliar a resistência muscular e habilidade no manuseio de ferramentas agrícolas. O candidato deverá capinar e rastelar uma área de 03 (três) por 05 (cinco) metros, em um prazo de, no máximo, 20 (vinte) minutos. Serão avaliados a qualidade da capina e a obediência aos critérios de lançamento do material apresentados pelos avaliadores. Esse teste tem caráter eliminatório e classificatório.

Importante:
- O candidato será eliminado na pré-seleção quando: não apresentar atestado médico comprovando estar apto a suportar esforço físico; faltar a qualquer das provas constantes do processo seletivo, por quaisquer motivos; não alcançar os resultados mínimos em qualquer fase.
- A Unidade de Conservação pode adicionar uma etapa na pré-seleção (entrevista) de caráter classificatório para ambos os cargos.
- Serão convocados para participar do Curso de Formação de Brigadas e Chefes de Esquadrão para Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais os candidatos que obtiverem melhor classificação na pré-seleção.

Processo de Avaliação e Classificação dos Alunos durante o Curso:
- É obrigatória a presença do aluno em 100% das aulas teóricas e práticas

Brigadistas:
1) Os critérios de avaliação:
a. Atitude nas aulas práticas (6,0 pontos):
b. Manuseio de ferramentas e equipamentos (2,0 pontos);
c. Manutenção de ferramentas e equipamentos (2,0 pontos);
d. Desempenho na aula prática de combate terrestre (2,0 pontos);
2) Comportamento e atitude em relação ao grupo (2,0 pontos);
3) Conhecimentos teóricos (2,0 pontos).

Chefe de esquadrão:
a.2) Os critérios de avaliação:
1. Atitude nas aulas práticas (6,0 pontos):
a. Manuseio de ferramentas e equipamentos (1,0 pontos);
b. Manuseio e manutenção de ferramentas e equipamentos (1,0 pontos);
c. Desempenho na coordenação das ações da brigada no combate terrestre (3,0 pontos);
2. Comportamento e atitude em relação ao grupo (3,0 pontos);
3. Conhecimentos teóricos (2,0 pontos).

Observação: Os conhecimentos teóricos dos alunos poderão ser avaliados através da aplicação de prova escrita individual, prova escrita em grupo, ou prova oral individual, a critério dos instrutores.

Critérios de Desempate: Proximidade da residência do candidato em relação à Unidade de Conservação, ter maior grau de escolaridade; ter os melhores resultados na pré-seleção.

Divulgação do Resultado: Conforme certame divulgado.

Aprovação: Serão considerados aprovados os alunos que receberem nota final igual ou superior a 6.0 (seis) pontos. Somente os alunos aprovados receberão o certificado emitido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade-ICMBio.

Contratação: Os candidatos aprovados no curso serão classificados conforme maior nota. A contratação obedecerá a ordem de classificação no curso. O candidato que não apresentar toda a documentação necessária para a contratação será automaticamente excluído do processo, dando lugar ao seguinte na lista de classificação do curso.

Salários
Chefe de esquadrão: 1,5 Salário Mínimo + benefícios
Brigadista: 1 Salário Mínimo + benefícios

Manual para Formação de Brigadista de Prevenção e Combate a Incendios Florestais

Confira a relação de Unidades de Conservação federais com Brigada de Incêndio, clicando aqui: http://www.icmbio.gov.br/portal/servicos/seja-um-brigadista/1828

Limpeza Pública de Ilhabela é homenageada na Câmara


O setor de limpeza pública da Prefeitura de Ilhabela foi homenageado pela Câmara de Ilhabela. Uma moção de autoria do vereador Luiz Mário de Almeida Matarazzo (PV) – Marinho foi aprovada por unanimidade. Ao todo, 220 pessoas integram a equipe da limpeza pública.
Para o prefeitura de Ilhabela, uma homenagem mais do que merecida a estes funcionários. A limpeza pública de Ilhabela passou por grandes mudanças, com uma tabela de horário de coleta de lixo orgânico e reciclável, recuperação de veículos, aquisição de caminhões, nova estação de transbordo e modernização da área destinada à reciclagem.
Foto: Gustave Gama/PMI

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Hotel ecológico atrai empresas


O Ecoland Hotel, Eventos e Lazer, localizadoem Igrejinha/RS, começou 2012 com pé direito. No primeiro mês do ano, registrou o maior índice de ocupação desde a sua fundação, em 1998. Segundo o gerente comercial do Ecoland,Messias Cardoso,no mês de janeiro registrou-se um crescimento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Para o executivo, um dos fatores para este aumento foi uma mudança de comportamento de algumas empresas, que realizaram os eventos de planejamento e reuniões de fechamento em janeiro ao invés de novembro ou dezembro, como normalmente acontecia. Com153 hectares, sendo 10 de área construída e o restante de mata nativa, o empreendimento conta com 42 apartamentos e uma completa estrutura para eventos corporativos, com seis salas, totalmente equipadas.

Fonte:.Brandpress

Projeto 'em cartaz no museu' exibe o filme pajerama

Data: 15, 22 e 29/2/2012

O projeto “Em Cartaz no Museu” apresenta neste mês o filme Pajerama. O filme escolhido pelo Museu Índia Vanuíre para ser exibido às quartas-feiras de fevereiro, é uma animação de aproximadamente 10 minutos sobre uma série de estranhas experiências de um índio, tendo como palco a floresta e a cidade de São Paulo. O objetivo da sessão é refletir sobre os
processos de urbanização e compreender algumas consequências das transformações na natureza causadas pelas ações humanas.

Local: Museu H.P. Índia Vanuíre (rua Coroados, nº 521, Centro – Tupã/SP)
Horário: às 10h e 15h
Informações: (14) 3491-2333
Entrada: gratuita
Fonte:Brandpress

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Concurso Ecovídeo das Escolas – 4ª Semana do Meio Ambiente da TV Escola

A TV Escola convida à comunidade escolar para participar do concurso sobre Ecovídeo das Escolas. Este vídeo deve ser sobre um projeto de meio ambiente da escola, se baseando nos temas da Rio+20 e na seguinte pergunta norteadora: Qual é o seu papel na criação de um mundo sustentável? A abordagem do tema deverá contemplar o meio ambiente escolar e/ou a comunidade local, identificando problemas socioambientais e propondo soluções. Para maiores informações: http://semanadomeioambiente.blogspot.com/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

CHUVA QUE PASSA ...


Foto: Ronaldo Kotscho

TERRA MOLHADA!


FOTO RONALDO KOTSCHO

CHUVA DE TODAS ÀS TARDES NO CERRADO


FOTO RONALDO KOTSCHO - SANTO ANTÕNIO DE GOIÁS

Mais de R$ 1 milhão em multas são aplicadas pelo Ibama e Icmbio no litoral norte de São Paulo


O Ibama e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio), com o apoio da Polícia Militar Ambiental, deflagraram a Operação Amazônia Azul no estado de São Paulo e aplicaram mais de R$ 1 milhão em multas no litoral norte. A ação ocorreu na madrugada do último dia 21 de fevereiro.

A etapa carnaval da operação Amazônia Azul focou a proteção de áreas de pesca proibida do litoral norte paulista e culminou com a autuação de uma embarcação da frota pesqueira industrial especializada em arrasto de fundo, no arquipélago de Alcatrazes.
Na madrugada da terça-feira de carnaval, a equipe de fiscalização ambiental federal, com o apoio da Policia Militar Ambiental, fazia vigilância discreta das áreas preferidas para a pesca quando percebeu a aproximação de uma embarcação de grande porte em uma das áreas mais ricas em biodiversidade. Ao perceber a presença dos agentes do Ibama e da Polícia Militar, a embarcação tentou fugir do local mas não conseguiu ir muito longe devido a uma pane no motor principal, permitindo, assim, a abordagem da fiscalização. O barco foi vistoriado pela equipe e rebocado por mais de seis horas até o porto de São Sebastião.
Os órgãos envolvidos, além de aplicar multa, apreenderam mais de seis mil quilos de pescados e retiraram todas as redes da embarcação. A tripulação estava totalmente irregular e todos os pescadores foram conduzidos para a Polícia Federal. Os peixes foram doados a instituições filantrópicas e comunidade carente da região. A Marinha do Brasil e a Defesa Civil de São Sebastião prestaram colaboração relevante nesta ação.
O Ibama, o Icmbio e demais órgãos parceiros darão continuidade à operação Amazônia Azul em toda a costa paulista com o intuito de proteger áreas de pesca proibida. O Escritório Regional do Ibama em Caraguatatuba, que coordena a operação, encaminhará informações completas sobre os ilícitos para o Ministério Público e a Polícia Federal com a maior brevidade possível. Ações empreendidas pelo Ibama receberam total apoio das estações ecológicas Tupinambás e Tupiniquins, do Icmbio, que contam com lanchas rápidas para a fiscalização federal marinha.
Ignácio Mattos
Esreg Ibama de Caraguatatuba
Ana Gomes
Icmbio
foto: Ibama/ICMBio

Abertas inscrições de curso para gestores das Praças dos Esportes e Cultura

Estão abertas as inscrições para o curso a distância em Gestão de Equipamentos Públicos, que é destinado a capacitar gestores públicos locais e representantes das comunidades beneficiadas pelas Praças dos Esportes e da Cultura. O curso foi desenvolvido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV Online) e disponibilizará duas vagas para gestores públicos por município e outras duas para representantes da comunidade por praça. Essa é uma importante etapa no processo da efetivação de parcerias públicas e privadas para auxiliar na gestão permanente desses locais.

O curso será dividido em três módulos: Gestão Compartilhada e Matricial; Gestão de Equipamentos Públicos; e Captação de Recursos e Parcerias. Tudo será feito via internet. Cada módulo será desenvolvido a partir dos estudos de três casos apresentados aos participantes e todos os usuários da rede poderão ter acesso ao material didático de apoio, sendo que, as salas de discussões e atividades específicas estarão disponíveis apenas aos inscritos. O trabalho de conclusão consiste na apresentação de uma revisão do Plano de Gestão inicialmente preenchido e, após avaliação, os melhores serão apresentados na segunda fase dos Seminários Regionais, que acontece no segundo semestre de 2012.

As inscrições estão abertas até a próxima quarta-feira (29) e os interessados deverão encaminhar um ofício digitalizado para o e-mail eadpracas@cultura.gov.br, contendo: e-mail, telefone, e assinatura do coordenador da Unidade Gestora Local (UGL), nome completo, CPF, e-mail e telefone dos gestores e participantes da comunidade.

Para participar, o município contemplado precisa ter o Plano de Gestão preenchido e UGL formalizada junto à Caixa Econômica Federal (CEF). Os participantes deverão ter o ensino médio, mesmo que incompleto; os gestores deverão, preferencialmente, ser funcionários efetivos e pertencer ao setor que atuará na Praça; e os representantes deverão ser indicados pela própria comunidade, junto ao endereço do local.

Etapas

Após o preenchimento do Plano de Gestão por cada município envolvido no programa, foram realizados, ao longo de todo segundo semestre de 2011, seminários regionais para avaliação individual dos planos. Ao longo desses encontros, os gestores receberam um parecer relatando os pontos positivos e negativos e destacando o que poderia ser melhorado em cada praça. Além disso, todos os participantes foram estimulados a pensar uma gestão sustentável e participativa (com a comunidade) para a futura praça a ser instalada.

Para a Gerente de Projeto de Gestão e Mobilização Social da Diretoria de Infraestrutura Cultural da Secretaria Executiva/MinC, Silvana Tamiazi, o curso reforça a proposta de parceria capacitando os gestores públicos para o manuseio de um equipamento público, pensando na estrutura a ser montada, nos recursos a serem alocados, na visão de uma gestão compartilhada com a participação efetiva da comunidade, e nas formas e métodos de elaboração de projetos que busquem parcerias nas áreas públicas e privadas.

Para mais informações: gestaopracas@cultura.gov.br

Fonte: Ministério da Cultura

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

ICMBIO LANÇA SEGUNDA CHAMADA PARA SELEÇÃO DE BOLSISTAS

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) torna público o edital de segunda chamada para seleção de bolsistas na modalidade Apoio Científico, para suporte ao desenvolvimento das atribuições da Diretoria de Pesquisa, Avaliação e Monitoramento da Biodiversidade (Dibio/ICMBio), no âmbito do Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para Biodiversidade (PROBIO II).

Os escolhidos na seleção irão desenvolver trabalhos relacionados a avaliação do estado de conservação das espécies da fauna brasileira; elaboração e implementação dos Planos de Ação para a Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção; monitoramento do estado de conservação da biodiversidade em Unidades de Conservação Federais e fortalecimento e estruturação dos Centros de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Brasileira.

O processo de seleção será constituído por duas etapas: análise de currículos e entrevista. Os interessados devem enviar os currículos (com a respectiva documentação solicitada no Edital) para o e-mail: fundacaoflora1@gmail.com até o dia 09 de março. O resultado da segunda chamada para a seleção de bolsistas será divulgado até o dia 27 de março de 2012. A duração das bolsas varia de 06 a 12 meses, com a possibilidade de prorrogação por igual período.Os candidatos selecionados receberão um comunicado eletrônico da Fundação Flora com as devidas orientações.

PROBIO II

O Fundo Mundial para o Meio Ambiente realizou uma doação por meio do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial) para financiar o Projeto Nacional das Ações Integradas Público-Privadas para a Biodiversidade. A iniciativa visa contribuir de forma significativa para a redução da perda da biodiversidade e está sendo executado por meio de parceria estabelecida entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO) e a Caixa Econômica Federal.

Para a implementação do Projeto foram estabelecidas parcerias estretégicas com o ICMBio, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), o Ministério da Ciência e da Tecnologia (MCT), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Comunicação ICMBio

domingo, 19 de fevereiro de 2012

ESCOLA VERDE NO RJ TEM NOVO FORMATO

O projeto de educação ambiental Escola Verde terá um novo formato em 2012. A parceria entre a Bayer, Unigranrio (Universidade do Grande Rio) e secretarias municipais de Belford Roxo e Duque de Caxias permitirá uma interação maior dos professores da rede pública de ensino, que serão co-autores na elaboração do conteúdo pedagógico. O novo formato é resultado de um ano de planejamento realizado entre as equipes da Bayer e Unigranrio.

Desde 2006, o Escola Verde tem contribuído para a disseminação de boas práticas ambientais, como reciclagem e uso racional dos recursos naturais, nos lares de alunos e professores da rede pública

O Diretor Executivo do Parque Industrial da Bayer, Flavio Abreu, destaca que além do maior peso conferido ao conteúdo pedagógico, há um investimento na formação dos professores. “A parceria com a Unigranrio garante aos professores que participarem do projeto, o reconhecimento com certificados de extensão”.

Outra mudança do projeto é o intercâmbio e a troca de experiências entre os participantes. O coordenador do curso de Ciências Biológicas da Unigranrio e do projeto Escola Verde, Carlos Henrique de Freitas Burity, reitera o desejo de que o programa não seja unilateral e que todos participem de fato. “O projeto não é mais da Bayer, não é da Unigranrio e nem das Secretarias de Educação. Ele é de todos nós e da comunidade. É importante darmos esse passo para podermos crescer”, afirma.

O secretário municipal de educação de Belford Roxo, Hélio Porto, ressalta que as questões ambientais estão associadas ao processo de desenvolvimento da comunidade. “Podemos tornar este projeto um caso de sucesso da parceria público-privada, em que a rede pública de ensino incorpora um tema de suma importância para a vida humana ao processo de ensino e aprendizagem de crianças de uma periferia urbana chamada Belford Roxo”, avalia.

Em Duque de Caxias, a Secretaria Municipal de Educação colocou à disposição do projeto o assessoramento e acompanhamento técnico de sua equipe. “Todos nós somos atores. Quem estará ganhando muito com isso serão os nossos alunos. Nós estamos nas escolas, na sala de aula, e sabemos o quanto é difícil levar algo mais para nossos alunos“, lembra a diretora do departamento de programas e projetos educacionais, Martha Valéria de Andrade.

O novo formato do programa Escola Verde atenderá 134 professores e mais de 5.300 alunos de escolas públicas da região em 2012. As oficinas semanais acontecerão no Bayer Esporte Clube (BEC), em março, com conteúdos de educação, saúde e meio ambiente. O programa pedagógico é norteado por três eixos: Interdisciplinaridade, Sustentabilidade e Biodiversidade e Saúde e Sociedade. Nesta edição, foram escolhidos alguns temas de saúde pública como dengue, toxoplasmose e leptospirose.

O programa Escola Verde atendeu a 29 mil crianças desde 2006 e criou espaços como o viveiro de mudas com mais de cinco mil espécies da Mata Atlântica cultivadas por ano. Somente em 2010, foram atendidas 5.000 crianças, 150 professores, de 123 escolas da Baixada Fluminense.

O Projeto Escola Verde é uma iniciativa pactuada com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por sua 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Duque de Caxias, para os anos de 2011 e 2012.

Fonte:Brandpress

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Roraima incentiva o empreendedorismo local

A proposta é capacitar a mão de obra local proporcionando desenvolvimento, emprego e renda

Apostando no potencial do Estado, o Governo de Roraima está investindo fortemente em iniciativas que possibilitam ampliar o desenvolvimento econômico utilizando mão de obra local. A região que já tem uma predisposição para o plantio recebeu no inicio do ano mais um incentivo do governo estadual, que também vem disponibilizando cursos profissionalizantes gratuitos para a população.
Uma das iniciativas foi a entrega de aproximadamente 40 hectares de terra para o cultivo no município de Cantá. Além disso, outros agricultores também poderão receber até 10 hectares para o plantio de Dendê, como outra opção de agricultura. O governo investe nos pequenos agricultores e promove o acompanhamento de técnicos e palestrantes para a orientação da população de como tornar seu produto industrializado.
Outra forma de incentivo são os cursos de capacitação administrados pela Secretaria da Promoção Humana e Desenvolvimento. O órgão oferece cursos de culinária, costureira, customização em bolsas e camisetas, padeiros, pedreiros de acabamento e reparo de manutenção em microcomputadores, entre outros. O objetivo é dar condições para que a população, urbana e rural, tenha condições de emprego e renda e passe a ser o protagonista da própria história.
As vagas para os cursos de capacitação são preenchidas por meio do Cadastro Social Único, que funciona como banco de dados que traça o perfil das famílias em situação de vulnerabilidade social.

CONSTRUÇÃO ILEGAL É DEMOLIDA NO PARQUE DE BRASÍLIA

Fiscais do Parque Nacional de Brasília, unidade de conservação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), demoliram construção ilegal erguida no interior do parque.

A casa pré-moldada, recém-construída, ficava na região do Núcleo Rural Boa Esperança II, dentro dos limites do parque. A operação foi realizada com apoio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (PM-DF).

O responsável pela invasão e obra ilegal, Eli Oscar Vieira, já tinha sido autuado anteriormente pela construção da casa, que fora, inclusive, embargada.

Na ocasião, Eli foi notificado a desocupar o local e a recuperar a área, de acordo com a sentença judicial 242/2011, que garantiu a reintegração de posse ao ICMBio.

A chefe do Núcleo de Proteção e Defesa do Parque Nacional de Brasília, Juliana Barros Alves, informou que falta ainda fazer a retirada dos entulhos do que sobrou da casa, o que ocorrerá nas próximas semanas.

PRESSÃO – Por estar localizado próximo à área urbana de Brasília, cercado de chácaras e mansões por todos os lados, o parque nacional sofre muita pressão. Muitas vezes, a fiscalização tem que agir rápido para impedir invasões e construções irregulares no interior da unidade.

Por isso mesmo, a direção do parque avisa: não tolerará nenhum ato ilícito que venha pôr em xeque a integridade do parque. Invasões e construções ilegais nem pensar. O parque nacional é uma unidade de conservação de proteção integral e, por lei, não admite pessoas morando em seu interior.

Comunicação ICMBio

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

COOPERATIVAS DE CATADORES EM GOIÂNIA,RECEBEM CAMINHÕES E EQUIPAMENTOS


Três cooperativas de catadores de material reciclável cadastradas no Programa Goiânia Coleta Seletiva têm a partir de agora condições de agregar valor aos produtos e, consequentemente, incrementar a renda de cooperados. Isso porque, entidades corporativas receberam nesta quinta-feira, 16, três caminhões prensas compostos com kit de balança, prensa e elevador de carga.

O benefício é resultado de parceria entre Fundação Banco do Brasil e Prefeitura de Goiânia, por meio da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). As instituições contempladas foram a Associação de Materiais Recicláveis Beija-Flor, Cooperativa dos Catadores de Material Reciclável Reciclamos e Amamos o Meio Ambiente (Coper-Rama), além da Cooperativa dos Coletores de Material Reciclável - A Ambiental.

Prestigiada por integrantes das cooperativas e por representantes do Banco do Brasil, a entrega foi feita pelo prefeito Paulo Garcia, pelo presidente da Comurg, Luciano Henrique de Castro, e pelo diretor de Desenvolvimento Social e presidente interino da Fundação Banco do Brasil, Éder Melo.

Na ocasião, o prefeito assinalou a importância da parceria, possível graças à disposição da Fundação de incentivar projetos sociais, especialmente aqueles que se preocupam em promover a geração de emprego e renda. "Esse é o caso das cooperativas beneficiadas e temos a alegria de afirmar que somos a única capital brasileira que temos 100% de cobertura com a coleta seletiva."

Inquirido se a Comurg está preparada para absorver o crescimento do programa de reciclagem de lixo, o prefeito elogiou o trabalho realizado pela Companhia. "Tenho muita admiração pelos trabalhadores da Comurg. Todos os serviços desempenhados por eles são muito bem avaliados e eles sempre se desdobram e cada dia fazem mais. Eles é que são responsáveis por produzir esta bela capital que é a cidade de Goiânia."

Desenvolvimento local
Éder Melo comentou que "é intrínseco a história do Banco do Brasil apoiar o desenvolvimento local". A representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCMR) e presidente da Cooper-Rama, Dulce Helena do Vale, ressaltou que as doações representam um passo a mais rumo a autonomia das organizações.

"Equipadas para coletar materiais diretamente de grandes geradores, prensar esse material e entregar ao comprador possibilitará um ganho muito maior para os cooperados, que certamente estarão muito mais felizes e recompensados pelo trabalho." Já o presidente da Comurg, salientou que a Companhia procura apoiar as cooperativas na apresentação dos projetos e observou que os equipamentos irão contribuir de forma significativa em todas as fases do processo de reciclagem dos resíduos - coleta, recebimento, transporte, classificação, padronização, armazenamento, beneficiamento, industrialização e comercialização.

"Eliminados os intermediários e negociando diretamente, o ganho será maior para as cooperativas," diz Luciano. A ação é fruto do Programa Voluntariado BB, que identifica e incentiva a ação voluntária de funcionários do Banco com o objetivo de promover o fortalecimento do potencial econômico e do associativismo de comunidades carentes. Os mais de R$ 230 mil em investimentos sociais para a aquisição dos caminhões e do maquinário são da Fundação BB.

Presidente da Associação de Materiais Recicláveis Beija-Flor, Maria de Fátima do Nascimento conta que o trabalho é difícil devido à falta de transporte e equipamentos adequados. "Não temos como levar o material para a indústria e nem como pegar as doações que recebemos. A melhora em nossas vidas será grande com a chegada do caminhão e dos novos equipamentos. Hoje, cada cooperado recebe por mês cerca de R$ 800 e a nossa meta é que cada cooperado receba R$ 1,4 mil por mês", afirma.

Autor: Superintendência de Comunicação da Comurg

DESCOBERTA NOVA ESPÉCIE DE BORBOLETA EM FLONA DO RIO GRANDE DO SUL


Uma nova espécie de borboleta foi descoberta na Floresta Nacional (Flona) de São Francisco de Paula, unidade de conservação federal gerida pelo Instituto Chico Mendes no Rio Grande do Sul. O nome – Prenda clarissa – é uma homenagem ao escritor gaúcho Erico Veríssimo. A descoberta é do pesquisador doutor em Biologia Animal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2003) Cristiano Agra Iserhard.

A borboleta possui quarto centímetros de asa a asa, sendo estas mais arredondadas que as das outras espécies do mesmo grupo. Na parte de cima, ela é toda marron. Os ocelos (marcas em forma de pequenos olhos) ficam na parte de baixo das asas e possuem número e distribuição bem característica. Um artigo na Neotropical Entomology, revista da Sociedade Entomológica do Brasil, faz o anúncio da descoberta.

O histórico de registros na Flona ultrapassa 15 mil indivíduos, distribuídos em 300 espécies pertencentes a seis famílias de borboletas. Dentre elas, 13 são novos registros para o Rio Grande do Sul e 139 para a floresta ombrófila mista e campos de cima da serra, ecossistemas predominantes na unidade.

Pelo menos três espécies novas foram descobertas, uma delas ainda em processo de descrição. Entre os registros, estão espécies raras, endêmicas e indicadoras de ambientes merecedores de atenção especial para a conservação.

Os resultados são frutos do trabalho de um grupo de pesquisadores do Laboratório de Ecologia de Insetos do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), que estudou detalhadamente três espécies que estavam sendo descritas com exemplares coletados na floresta.

O pesquisador doutor em Biologia Animal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2003) Cristiano Agra Iserhard, a pesquisadora e mestre em Biologia Animal pela UFRS Marina Todeschini de Quadros e a bióloga Jessie Pereira dos Santos trabalharam na estrutura, distribuição e composição de borboletas em diferentes formações na Mata Atlântica do Rio Grande do Sul.

FLONA – Considerada um dos maiores remanescentes de Floresta Atlântica brasileira, a Flona de São Francisco de Paula protege formações de Floresta Ombrófila Mista e Campos de Cima da Serra.

Os primeiros registros feitos por pesquisadores datam de 1958/1959 quando foram feitas as primeiras coletas na Estação Florestal dos Morrinhos, administrada pelo Instituto Nacional do Pinho. Tais exemplares inclusive estão tomabdos e integram a Coleção de Lepidoptera do Departamento de Zoologia da UFRS.

Em 1999 tais insetos voltaram a ser estudados já na Floresta Nacional de São Francisco de Paula, com maior ênfase nos últimos cinco anos. O objetivo das pesquisas que vêm sendo realizadas na Unidade é reunir o máximo de dados sobre a ocorrência e distribuição de borboletas formando um panorama o mias completo possível sobre a diversidade de espécies na floresta ombrófila mista e campos de cima da serra.

ESPÉCIES DESCOBERTAS – Dismorphia melia e Dismorphia crisia – ambas da família Pieridae e Hyallena pascua – da família Nynphalida são consideradas indicadoras de ambientes bem preservados.

A primeira foi registrada 26 vezes e a segunda seis vezes e estavam associadas tanto a trilhas com reflorestamento de araucárias quanto à mata nativa. A terceira foi registrada uma única vez no interior de uma trilha de mata de reflorestamento de araucária, sendo mais comum em matas primárias e secundárias entre 800 e 1700 metros de altitude.

Weymer (1894) registrou um único exemplar de Brevianta celelata. Desde então, esta espécie não havia sido mais registrada no Rio Grande do Sul. Ela foi reencontrada após mais de cem anos na Flona São Francisdo de Paula.

A espécie Dynastor napoleon, da família Nynphalidae e pertencente a guilda de borboletas frugívoras, teve um registro em 1959 sendo novamente registrada em 2010, após mais de 50 anos. Ela é associada a ambientes de altitude elevada e indicadora de que os ambientes estão preservados. Esta espécie consta no Livro Vermelho de Espécies Ameaçadas de extinção do Rio de Janeiro.

Créditos da imagem: Blogspot Borboletas BR/João Ângelo
Comunicação ICMBio

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

BIOFACH - A MAIOR FEIRA ORGÂNICA DO MUNDO





Para mais e mais pessoas, produtos ecológicos significa um estilo de vida ecológica e sustentável.Em 2011, a Alemanha consumiu 6,59 milhões de euros (+9%) nas cestas de compras de produtos orgânicos
A BioFach 2012, Em Nurnberg na Alemanha contará com a participação de 83 países.Além da Alemanha, com 732 expositores na lista, a tália com 380, a França 184, a Espanha com 137 e a Áustria com 98) são os destaques da mostra do segmento central da BioFach, a comida orgânica.

O vinho em 2012 foi incluído na agricultura orgânica que terá 197 produtores de vinhos orgânicos de 22 países na feira mundial.O azeite de agricultura biológica será representada por 218 fabricantes de 26 países. Pela primeira vez, os fãs podem esperar especialidades de peixe em qualidade orgânica de um evento especial: Seis Compradores profissionais estarão à procura de produtos certificados a partir de peixes e frutos do mar. Um total de 34 expositores são esperados para apresentar os seus produtos.

A feira vai apresentar 100 000 produtos orgânicos e durante esses quatro dias, a indústria mundial de produtos orgânicos alimentares e não alimentares, tais como cosméticos naturais e eco-têxteis em cerca de 45.000 metros quadrados de espaço de exposição.

Nesta feira de 2012 a Índia será apresentada como país do ano. O subcontinente é um verdadeiro paraíso ecológico de matérias-primas e do mundo orgânico e vai convidar você a uma viagem culinária e inspiradora e vai mostrar além de clássicos como chá orgânico, arroz, especiarias e tecidos.

UMA RESERVA E MUITAS EXPEDIÇÕES NA AMAZÔNIA


“As Amazônias da Cazumbá” foi o nome dado à expedição vídeo-fotográfica realizada dias atrás na Reserva Extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira, no Acre. O evento abriu a série de atividades programadas para 2012 em comemoração aos dez anos de criação da unidade de conservação (UC).

A expedição teve o apoio do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) e buscou retratar a realidade sociocultural e as belezas naturais da Resex, que guarda várias fisionomias da Amazônia. Daí o nome da expedição.

O registro das imagens foi feito por parceiros da UC como o vídeo-maker Ricardo Braun e os fotógrafos Rubens Matsushita, Aurelice Vasconcelos e Luciano Malanski, além de comunitários da reserva.

A ação também marcou o início das expedições oficiais do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com o objetivo de registrar imagens e sons nas UCs federais, visando compor o Banco Multimídia da Biodiversidade (SisMídia).

Além dos expedicionários Rubens Matsushita e Luciano Malanski, também fazem parte da equipe de fotógrafos do SisMídia os analistas ambientais Leonardo Milano e Nelson Yoneda e os fotógrafos profissionais (freelancers) Marcos Amend e João Paulo Cunha.

Durante a expedição, que durou 20 dias ao longo do rio Caeté, foram registradas as comunidades e ambientes dentro da reserva, a realidade local e a convivência com os moradores. Os expedicionários conheceram algumas regiões como o Núcleo do Cazumbá, o Alto Rio Caeté, os Lagos do Rio Caeté e o Igarapé Maloca.

Tiveram ainda a oportunidade de acompanhar a coleta de castanha, de copaíba, de seringa, a confecção de artesanato de borracha e a produção de seringa. A aventura contou também com viagens de canoa e os desafios de dormir na mata, com lama, chuva, sol e mosquitos.

As imagens captadas durante a expedição farão parte de uma exposição fotográfica em comemoração aos dez anos da UC.

Comunicação ICMBio

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

CACAU GERA TRABALHO E RENDA EM UC DO AMAZONAS

A comunidade Maracaju, na Reserva Extrativista (Resex) Arapixi, no Amazonas, recebeu a visita de representantes de diversas instituições federais, estaduais, municipais e de produtores, que participaram da expedição Cacau Nativo do Purus. O grupo conheceu também outras três comunidades ribeirinhas da região - Prainha, Santo Elias e Fazenda São Sebastião, esta última localizada no entorno da Floresta Nacional (Flona) do Purus.

A expedição teve como objetivo integrar os esforços dessas instituições para o fortalecimento da cadeia produtiva do cacau nativo na região, por meio do manejo, organização comunitária e beneficiamento do produto nas próprias comunidades, resultando em agregação de valor, geração de trabalho e renda e em aumento de produtividade, de eficiência e de qualidade do produto.

A várzea do rio Purus é pioneira no extrativismo do cacau nativo promovido desde 2006 pela Cooperativa Agroextrativista do Mapiá e Médio Purus (Cooperar) e exporta o produto para a empresa de chocolates especiais Hachez (Alemanha).

A cooperativa compra os frutos de cacau nas comunidades ribeirinhas e os transporta (inteiros ou apenas as sementes com polpa) para serem beneficiados em quatro unidades produtivas centrais, estrategicamente localizadas, de forma a garantir a qualidade do produto, que é muito influenciada pelos processos de fermentação e secagem.

No último ano, a cooperativa produziu cerca de 42 toneladas de cacau seco, envolvendo nessa atividade 553 extrativistas de 132 comunidades ribeirinhas dos municípios de Boca do Acre, Pauini e Lábrea (AM).

A Resex Arapixi é uma das principais áreas produtivas envolvidas nesse projeto participando na produção da Cooperativa, em 2011, com 72 extrativistas de 11 comunidades, que juntos coletaram cerca de 440 mil frutos, equivalentes a aproximadamente 11 toneladas de cacau seco.

Comunicação ICMBio

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

AJUDEM UM JORNALISTA QUE TENTA SALVAR A AMAZÔNIA

por CLOVIS ROSSI - JORNALISTA

Reproduzo abaixo e-mail que recebi de meu amigo Raul Martins Bastos, um dos mais competentes e dignos jornalistas que conheço. É um apelo em defesa de outro jornalista extraordinário, Lúcio Flávio Pinto, apelo que endosso com todo o empenho.


Lucio Flavio Pinto é um jornalista de Belém do Pará que há quase vinte anos edita uma publicação chamada Jornal Pessoal. É um profissional excepcional e fonte obrigatória quando for ser escrita a verdadeira histópria da região dos anos 70 para cá. Trabalhou, entre outros lugares, na Realidade, no Correio da Manhã e, por longos anos, no O Estado de S.Paulo como principal reporter da região e coordenador geral da cobertura dos correspondentes da Amazonia. Nesse período teve vida academica e deu cursos sobre a Amazonia em universidades dos Estados Unidos e da Europa.

O Jornal Pessoal ele faz sozinho, da apuração à edição. Não tem publicidade. Evidentemente o jornal luta para se manter. Mas esse é o menor problema da vida do Lúcio Flávio.

O grande problema é a pressão sistemática que ele sofre dos poderosos da região por publicar matérias que denunciam indignidades e incomodam justamente os poderosos da região. Tentam calá-lo de várias maneiras, da intimidação à agressão e ele tem resistido bravamente.

Tentam sufocá-lo e cala-lo com 33 processos. Um deles está para ser concluído e tudo indica que poderá ser desfavorável.

Qual o "crime" do Lúcio Flavio Pinto?

O Lucio publicou denuncias comprovadas de que estava ocorrendo uma enorme grilagem de terras na região. Com isso impediu que o empreiteiro CR Almeida fizesse na Amazônia maior grilagem da história do Brasil. Em represália foi processado por CR Almeida sob a alegação de ter sido chamado de pirata numa das matérias do Lucio Flavio,o que julgou ofensivo.

Foi indo, foi indo e agora, anos depois e por incrível que pareça, o caso está terminando assim:

Com o CR Almeida não aconteceu nada.

Com o Lúcio, se avizinha uma condenação. Com essa condenação a perda da primariedade, uma porta aberta para a intimidação absoluta.

Os amigos do Lúcio Flavio,entre os quais com muito orgulho me incluo, decidiram que ele não pode e nem vai ficar sozinho.

Vamos batalhar para tentar esgotar todas as possibilidades jurídicas do caso.

Vamos batalhar para que o caso ganhe espaço na imprensa e nas redes sociais. Vamos chamar a atenção da imprensa especializada e internacional para o caso.

Vamos batalhar, se por acaso ocorrer o pior, para que ele tenha recursos para enfrentar a situação.

O objetivo deste email é dar conhecimento do que está acontecendo e da nossa disposição de não deixar continuar acontecendo.

O objetivo deste email é pedir a sua ajuda. Primeiro, divulgando o que está acontecendo nos seu veículo de comunicação, na sua coluna, nos sites, redes sociais. Depois nos ajudando nas ações nas áreas da comunicações e mobilização que tomaremos diante de cada circunstância.

APOIE OS ÍNDIOS DE RORAIMA


O CIR enfrenta dificuldades financeiras para continuar a luta pelos povos indígenas de Roraima. Se desejar, você pode fazer uma contribuição Solidária aos Índios de Roraima. O depósito, de qualquer valor, pode ser feito na agência bancária citada abaixo. Para receber o seu recibo, não deixe de enviar o seu comprovante de depósito para o e-mail cirfinan@terra.com.br ou para o seguinte endereço:

CIR (Conselho Indígena de Roraima)
Av. Sebastião Diniz, 2.630, São Vicente
CEP 69303-120
Boa Vista, RR, Brasil

Você também pode visitar o CIR no endereço acima e fazer a sua contribuição pessoalmente. Se tiver interesse em fazer uma contribuição de alguma outra forma, por favor entre em contato com Vicente Oliveira,
pelos telefones/fax: (95) 224-5761 ou (95) 624-2452.

Dados para o depósito bancário:

Nome: Conselho Indígena de Roraima
Banco: Banco do Brasil S/A
Código SWIFT: BRASBRRJAMNS
Agência bancária nº: 2.617 - 4
Conta corrente nº: 48.345-1
Endereço da agência: Av. Ville Roy, São Pedro
CEP 69.306-000 - Boa Vista – RR - Brasil

Gerente Pessoa Jurídica: Heriton Deocleciano Castelo Branco
Tel.: (95) 624-2981

COMEÇAM OS PREPARATIVOS PARA A ECO BUSINESS 2012

A Eco Business 2012, Congresso e Feira de Econegócios e Sustentabilidade, começou a ser idealizada e teve sua 5ª edição agendada para os dias 14 a 16 de agosto de 2012 no Centro de Convenções Imigrantes, em São Paulo.
A Eco Business tornou-se referência e fonte de informação no desenvolvimento da gestão sustentável, pois apoia o setor empresarial brasileiro na busca pela implementação constante da sustentabilidade, contribuindo e impulsionando empresas, produtos e serviços que gerem ganho ambiental.
A edição 2011 contou com a participação de 35 palestrantes, cerca de 80 expositores e gerando inúmeros negócios.
O evento é uma realização da Mes Eventos em parceria com a Mastran Fairs e tem como executivos Ricardo Guggisberg – idealizador da feira e presidente da Mes, Marco Antonio Mastrandonakis – diretor presidente da Mastran e Lia Montilinsky – diretora do evento.
O DESAFIO DA GESTÃO SUSTENTÁVEL
Com o tema Desafio da Gestão Sustentável, a edição 2012 vai mostrar que mais do que necessário, é possível ser sustentável, apresentando cases de sucesso, promovendo a troca de informações e a geração do conhecimento, motivando novas oportunidades de negócio para empresas que desenvolvem ou querem desenvolver projetos sustentáveis, ecoprodutos e serviços.
Divido em dois espaços – congresso e feira – a Eco Business receberá em seus três dias de evento os mais renomados profissionais da economia sustentável e os principais players do setor que através de palestras nortearão aqueles que buscam alternativas empresariais de desenvolvimento sustentável.
Conjuntamente, nos estandes da feira será possível conhecer diversas empresas que tem projetos em prol da sustentabilidade e meio ambiente e, qual caminho foi trilhado para implementá-los, dando assim, ao visitante conceitos e informações sobre práticas sustentáveis.
Através desses cases, palestras e exposições, o evento visa formar um novo conceito e passá-los para as empresas, mostrando com isso que não é preciso muito para ser sustentável, mas que para começar é preciso entender este processo e suas etapas.
Na verdade a sustentabilidade é um processo irreversível, um caminho sem volta, onde a sociedade demandará cada vez mais produtos ecologicamente corretos. Esse caminho exige que a cadeia produtiva e de serviços brasileira se adapte a esse novo cenário desenvolvendo técnicas de fabricação e produtos que priorizem o equilíbrio ambiental.
Eco Business 2012
Data: 14 a 16 de agosto de 2012
Horário: das 10 às 20h
Centro de Convenções Imigrantes – Pavilhão Canelinha
Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 1,5
Interessados em expor, apresentar projetos ou obter informações sobre a feira devem entrar em contato com a Mastran Fairs no fone: 11.33710901 ou através da área de contato do site.
www.ecobusiness.net.br